Política
Dr. João reforça apoio e promete emenda para viabilizar hemodiálise em Nova Mutum

A implantação de uma Clínica de Hemodiálise em Nova Mutum foi debatida na noite desta quinta-feira (19), durante audiência pública realizada no plenário da Câmara Municipal. O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado estadual Dr. João (MDB), participou do encontro e afirmou que está à disposição para contribuir com a concretização da unidade no município.
A audiência teve como objetivo promover o diálogo entre o Poder Legislativo, profissionais da saúde, autoridades municipais e a população sobre a viabilidade técnica e a importância estratégica da clínica para a saúde pública local. A iniciativa foi convocada pelo presidente da Câmara, vereador Lucas Badan Faria (União Brasil), que destacou a necessidade de ouvir a comunidade na construção de políticas públicas mais eficientes.
Durante o debate, o médico nefrologista Vitor Carlos Souza, proprietário da Clínica de Hemodiálise de Sorriso — que atualmente atende pacientes de Nova Mutum — apresentou informações técnicas e operacionais sobre a estrutura necessária e os benefícios da implantação de uma unidade própria na cidade.
Dr. João, que também é médico nefrologista e integra a Comissão de Saúde da Assembleia há sete anos, ressaltou a relevância da mobilização. “É muito bonito o que está acontecendo aqui, presidente. Isso é lindo. Eu fico emocionado de ver tudo isso aqui”, afirmou ao se dirigir às autoridades e à população presente.
O parlamentar destacou o potencial econômico da região e a organização do consórcio intermunicipal de saúde. Segundo ele, a região é uma das mais ricas do Estado e conta com um dos consórcios mais estruturados de Mato Grosso.
Ele também lembrou que a demanda por clínicas de hemodiálise é recorrente em diversas cidades. “Em todo lugar que eu vou, as pessoas me pedem clínica de hemodiálise. Se depender de mim, vocês podem ter certeza que vamos ofertar uma emenda para custeio da saúde aqui no município”, declarou.
O deputado relembrou ainda sua atuação na expansão do tratamento renal em Mato Grosso, citando participação na realização do primeiro transplante renal da história do Estado e na instalação da clínica de hemodiálise em Sorriso, considerada referência regional.
Ao encerrar, reforçou a importância da união de esforços para viabilizar o projeto. “Um sonho que se sonha só é só um sonho. Agora, um sonho que se sonha juntos é uma realidade”, afirmou, sob aplausos dos presentes.
Política
Lucimar Campos pode ser a peça-chave na disputa ao Governo de Mato Grosso

A ex-prefeita de Várzea Grande, Lucimar Campos, desponta nos bastidores como um nome de peso para compor como vice em uma chapa majoritária ao Governo de Mato Grosso nas eleições deste ano. Esposa do senador Jayme Campos (União Brasil), Lucimar é vista por aliados como uma possível fiel da balança capaz de fortalecer alianças e ampliar a competitividade de um grupo político na corrida estadual.
A eventual entrada de Lucimar na majoritária ganha relevância diante do cenário apontado pela mais recente pesquisa estadualizada da Percent Brasil, divulgada pela TV Cuiabá e Portal O Documento. O levantamento indica que, se as eleições fossem hoje, o senador Wellington Fagundes (PL) estaria com vaga praticamente assegurada no segundo turno, liderando as intenções de voto com 25% no cenário estimulado.
Na segunda colocação, a disputa é acirrada. Jayme Campos aparece com 15%, tecnicamente empatado com o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), que soma 14%. Com a diferença dentro da margem de erro, é impossível cravar, neste momento, qual dos dois avançaria para enfrentar Fagundes em um eventual segundo turno.
A médica Natasha Slhessarenko (PSD) figura com 7% da preferência, enquanto o sargento da Polícia Militar Laudicério Machado surpreende ao atingir 6,5%. Brancos e nulos somam 6,3%, e um contingente expressivo de 25,4% permanece indeciso.
Em um segundo cenário, sem Jayme Campos na disputa, Wellington Fagundes amplia a vantagem, alcançando 28,8%, contra 15,1% de Pivetta. Natasha e Laudicério mantêm percentuais estáveis. Nos cruzamentos de segundo turno, Fagundes venceria todos os adversários testados: 32,9% a 17% contra Jayme; 32,3% a 15,8% contra Pivetta; e 35,8% a 9,7% contra Natasha.
No cenário espontâneo — quando os nomes não são apresentados ao eleitor — a disputa se mostra mais fragmentada: Fagundes aparece com 9,1%, Jayme com 6,4%, Pivetta com 6,3%, o governador Mauro Mendes surge com 2,6%, Natasha com 2,3% e Laudicério com 1,7%. O número de indecisos é elevado, atingindo 64,5%.
Segundo o proprietário da Percent, Ronye Steffan, a corrida sucessória segue estável, embora tenha sido identificado crescimento consolidado do vice-governador Otaviano Pivetta.
A pesquisa ouviu 1.200 eleitores presencialmente entre os dias 9 e 17 de fevereiro, nas sete regiões de Mato Grosso, com entrevistas domiciliares “face to face”. Os dados foram baseados em informações do IBGE (Censo 2022), PNAD (2025) e TSE (2026). Com intervalo de confiança de 95%, a margem de erro é de 2,83% para mais ou para menos. O levantamento está devidamente registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob os números BR 08543/2026 e MT 06846/2026.
Peso político e possível efeito eleitoral

Analistas avaliam que a eventual indicação de Lucimar Campos como vice poderia agregar capital político relevante à chapa escolhida. Além da experiência administrativa à frente de Várzea Grande, a ex-prefeita carrega o respaldo do eleitorado ligado ao senador Jayme Campos, que mantém percentual competitivo na disputa e aparece consolidado na opinião pública.
Caso Jayme opte por não disputar o governo e concentre esforços na construção de alianças, a presença de Lucimar em uma chapa majoritária poderia funcionar como elemento de coesão dentro do grupo e, ao mesmo tempo, atrair eleitores moderados e indecisos — parcela que, segundo a pesquisa, ainda representa fatia significativa do eleitorado mato-grossense.
Com um cenário ainda aberto e elevado índice de indecisão, a definição das composições poderá ser determinante para alterar o rumo da disputa ao Palácio Paiaguás.
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