Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Mulher

Após quatro filhos, mulher engravida aos 50 anos e dá a luz a trigêmeos

Uma enfermeira sueca, aos 50 anos, deu à luz trigêmeos após ter recebido a informação médica de que teria probabilidade de 5% de engravidar. Mãe de outras quatro crianças, Marie Gustavsson diz que se sente mais jovem do que nunca após o nascimento de Charlie, Lorinne e Lara, fruto de fertilização in vitro.

Marie e o marido já eram pais de quatro filhos quando decidiram tentar ter um bebê mais uma vez. A surpresa veio rápido: o tratamento funcionou logo na primeira tentativa e, em vez de um, vieram trigêmeos.

“Foi um resultado fantástico”, disse a mãe ao What’s the Jam. “Nunca tive medo por causa da minha idade. Sou muito saudável e não tive problemas nas minhas outras gestações.”

Gustavsson afirmou que, como não achava que daria certo na primeira tentativa, transferiu três embriões para maximizar as chances. “Disseram que havia apenas 5% de chance de eles ficarem, mas todos ficaram.” A sueca testou positivo apenas três dias após a transferência.

Leia Também:  Rosário Oeste avança para criar o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher

Nascimento

Os bebês nasceram por meio de cesariana de emergência. Foi a primeira vez que Marie fez essa cirurgia. Os outros filhos, Sebastian, de 31 anos, Jesper, de 19, Leo, de 8, e Louie, de 3, vieram ao mundo por parto normal.

Charlie pesava 1,5 kg, Lorinne 1,3 kg, e Lara apenas 1 kg.

Segundo a mãe, amigos e familiares não souberam da novidade até os bebês nascerem. “As pessoas ao meu redor nunca souberam quantos bebês havia na minha barriga, apenas aquelas que viram que eu estava grávida. Não contamos a ninguém que eram três bebês, porque não sabíamos se todos sobreviveriam.”

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Mulher

Quatro em cada dez brasileiras já viajaram sozinhas, aponta pesquisa

Quatro em cada dez brasileiras já realizaram viagens sozinhas, segundo pesquisa realizada pelo Ministério do Turismo em parceria com a Unesco. O levantamento, que ouviu 2.712 mulheres, indica que cada vez mais brasileiras estão se sentindo seguras e confiantes para viajar desacompanhadas.

Apesar do avanço, o estudo revela que ainda existem desafios importantes. De acordo com a pesquisa “Mulheres que Viajam Sozinhas”, concluída em agosto de 2025, 62% das entrevistadas disseram já ter desistido de viajar sozinhas por motivos de segurança, enquanto 61% afirmaram ter passado por alguma situação que gerou insegurança durante uma viagem.

A preocupação é ainda maior entre mulheres negras e indígenas. Entre as entrevistadas que se identificam como pretas, pardas ou indígenas, 65,35% afirmaram já ter deixado de viajar sozinhas por questões de segurança, o que, segundo os responsáveis pelo estudo, revela camadas adicionais de vulnerabilidade.

Quando questionadas sobre o que poderia tornar as viagens mais seguras, 29,3% das participantes apontaram a necessidade de maior policiamento e instalação de câmeras de segurança. Outras 21% citaram melhorias na estrutura de transporte e hospedagem, enquanto 17% defenderam mais informações voltadas especificamente para mulheres viajantes. Já 16% destacaram a importância de mais mulheres trabalhando no setor de turismo, fator que pode aumentar a sensação de acolhimento e confiança.

Leia Também:  Brasil redescobre FHC, um de seus maiores estadistas

Entre as entrevistadas que já viajaram sozinhas, 31,4% afirmaram fazer esse tipo de viagem com frequência, a cada poucos meses, indicando que a experiência é vista como gratificante e libertadora.

O perfil das viajantes também foi identificado pela pesquisa. Cerca de 35% têm entre 35 e 44 anos, enquanto 22% estão na faixa de 45 a 54 anos. Além disso, 68% não têm filhos, o que pode facilitar a autonomia para viagens.

Entre as principais motivações estão o lazer (73%), o desejo de independência e liberdade (65%) e a busca por autoconhecimento (41%). Outras 38% afirmaram viajar sozinhas por compromissos profissionais.

Em relação às atividades preferidas, 68% das mulheres demonstraram interesse por atividades culturais, como visitas a museus e centros históricos. O ecoturismo aparece em seguida, com 64%, além de experiências de bem-estar (44,9%), participação em eventos e festivais (36,6%) e turismo gastronômico (30,1%).

O levantamento também mostra que 36% das mulheres que viajam sozinhas optam apenas por destinos dentro do Brasil. As regiões mais visitadas são o Sudeste (73%) e o Nordeste (66%), seguidas pelo Sul (50%), Centro-Oeste (37%) e Norte (30%).

Leia Também:  Acusados da morte de Raquel Cattani sentam no banco dos réus em janeiro

Os dados completos fazem parte do Guia para Mulheres que Viajam Sozinhas, lançado pelo Ministério do Turismo nesta quinta-feira (5). A publicação reúne informações e orientações para promover um turismo mais seguro, inclusivo e acolhedor para o público feminino.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

polícia

política

Cidades

ESPORTES

Saúde

É Direito

MAIS LIDAS DA SEMANA