Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Mundo

Trump dá início ao bloqueio no Estreio de Ormuz e diz que vai “eliminar” qualquer navio que tentar passar

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que os navios iranianos que furarem o bloqueio imposto pelos Estados Unidos ao Estreito de Ormuz serão “eliminados“. O republicano declarou que o Exército dos EUA iniciou o bloqueio da passagem às 11h, no horário de Brasília, desta segunda-feira (13/4).

Em post nas redes sociais, o chefe da Casa Branca ameaçou qualquer tentativa do regime iraniano de romper com o bloqueio. “A Marinha do Irã jaz no fundo do mar, completamente destruída – 158 navios. O que não atingimos foi o pequeno número de seus chamados ‘navios de ataque rápido’, pois não os consideramos uma grande ameaça”, disse.

“Aviso: se algum desses navios se aproximar do nosso BLOQUEIO, será imediatamente ELIMINADO, usando o mesmo sistema de eliminação que usamos contra os traficantes de drogas em barcos no mar”, continuou Trump.

EUA anuncia bloqueio de Ormuz

Em meio à escalada da tensão no Oriente Médio, o Comando Central dos Estados Unidos (Centcom, na sigla em inglês) afirmou que bloquearia o Estreito de Ormuz a partir da manhã de hoje. A medida foi anunciada neste fim de semana, após os países não chegarem a um consenso sobre o fim da guerra na região.

Leia Também:  Rússia deve cortar energia e internet à noite como estratégia para estimular natalidade

“O bloqueio será aplicado imparcialmente contra embarcações de todas as nações que entrarem ou saírem de portos e áreas costeiras iranianas, incluindo todos os portos iranianos no Golfo Pérsico e no Golfo de Omã”, diz a publicação do Centcom.

EUA, Israel e Irã se reuniram no Paquistão para negociarem os termos do cessar-fogo do conflito que já dura mais de um mês no Oriente Médio. As negociações, contudo, fracassaram. O principal ponto de tensão foi a questão nuclear iraniana – os EUA exigem que os trabalhos desse tipo seja encerrados, enquanto o Irã defende sua continuação.

Propaganda

Alerta

Ex-combatente volta da Ucrânia sem avisar e surpreende esposa no interior de MT

O Mato-grossense Manrique Martins, conhecido como Comodoro, chamou atenção nas redes sociais ao publicar um vídeo mostrando o retorno da Ucrânia para o Brasil. No leste europeu, Manrique serviu na Legião Internacional. Na chegada, ele surpreendeu a esposa e viralizou na internet.

Nas imagens, Manrique aparece usando roupa militar enquanto caminha por uma rua de Comodoro (a 625 Km de Cuiabá). A publicação registra o momento do retorno e a surpresa preparada para a companheira, sem que ela soubesse que ele havia voltado.

Com um buquê de flores nas mãos, Manrique entrou na unidade de saúde onde a esposa trabalha. No local, ele conversou com uma enfermeira, que o conduziu até uma sala e ajudou a preparar a surpresa.

Manrique ficou à espera da companheira até o momento em que ela entrou no ambiente. Ao perceber que o marido havia retornado, a mulher demonstrou surpresa e felicidade. Os dois se abraçaram por um longo período e caíram no choro, em uma cena marcada pela emoção do reencontro.

O vídeo foi publicado nas redes sociais e rapidamente gerou repercussão. Na gravação, o ex-combatente aparece de forma descontraída durante o retorno, enquanto a publicação faz referência à chegada inesperada para a mulher.

Leia Também:  Número de mortos em protestos no Irã passa dos 500

A postagem ocorre após Manrique compartilhar outro vídeo em que faz um alerta a brasileiros que pensam em viajar para a Ucrânia ou para a Rússia para participar da guerra.

ALERTA

No relato, Manrique afirma que serviu na Legião Internacional e pede que jovens desistam da ideia de participar do conflito. Segundo ele, recrutadores fariam promessas de altos pagamentos para convencer estrangeiros a viajar para a região. “Por favor, não vá”, diz o brasileiro no vídeo.

Ele afirma ainda que os valores prometidos vão até R$ 50 mil por mês ou US$ 10 mil, mas as ofertas não corresponderiam à realidade.

Manrique também relata que alguns jovens seriam atraídos pela adrenalina e pela ideia de vivenciar uma guerra. Ele cita a influência de jogos eletrônicos de tiro como um dos possíveis fatores para esse interesse. (HNT)

Continue lendo

polícia

política

Cidades

ESPORTES

Saúde

É Direito

MAIS LIDAS DA SEMANA