Diamantino
Cabo Magno faz desabafo ao prender homem por agressão ao próprio pai cego em Diamantino

O cabo Magno de Almeida, da Polícia Militar, usou as redes sociais para expressar sua revolta com uma ocorrência em que um homem de 44 anos agrediu os pais idosos. A ocorrência foi registrada na cidade de Diamantino (182 km de Cuiabá).
Conforme o relato do militar, o acusado ainda mora com os pais, mas não trabalha e não colabora com as contas ou tarefas da casa.
A prisão, compartilhada nas redes na última terça (17), ocorreu porque o acusado agrediu o pai, que é deficiente visual e a mãe que já é idosa.
No vídeo, Almeida chega a questionar se dá pra chamar uma pessoa assim de homem. Ele ainda recomendou aos seguidores jovens que estudem e tentem ser alguém na vida para não terminarem como o agressor.
“Não coloca um real de comida dentro de casa, não trabalha, não faz nada e ainda quer agredir o pai, que é deficiente visual e a mãe que já é senhora de idade”, afirma.
Diamantino
Politec identifica corpo de Paulo encontrado em reserva de eucaliptos em Diamantino

Um trabalho de alta complexidade técnica realizado pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec-MT) permitiu a identificação de um corpo encontrado em avançado estado de decomposição no município de Diamantino. Através do cruzamento de impressões digitais, os peritos confirmaram a identidade de Paulo Cristian Leandro Barboza Braga, de 25 anos, natural de Iacri (SP), que estava desaparecido desde o dia 3 de abril.
O cadáver foi localizado no último dia 7 de maio, ocultado em uma região de reserva florestal de eucaliptos. Devido ao tempo de exposição aos elementos e ao estado do corpo, o reconhecimento visual era inviável, tornando a perícia papiloscópica a via principal para a identificação oficial.
A Ciência contra a Decomposição
Para viabilizar a coleta das digitais em um corpo enterrado há mais de 30 dias, a equipe da Politec aplicou técnicas especializadas de reidratação e recuperação de tecidos. Esse processo laboratorial é necessário para restaurar a textura da pele dos dedos, permitindo o decalque das papilas dérmicas mesmo em condições extremas.
O procedimento, realizado no Instituto Médico Legal (IML) de Diamantino, levou cerca de 48 horas de dedicação técnica. O trabalho foi conduzido pela papiloscopista Isabela Mendes Pacheco Narita (unidade de Nova Mutum), com o suporte do papiloscopista Osmair de Gois (unidade de Lucas do Rio Verde).
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