Política
Dr. Gimenez destina mais de R$ 11 milhões em recursos para a região oeste
Foto: ROSE DOMINGUES
Em três anos de seu primeiro mandato, o deputado Dr. Gimenez (PV) destinou mais de R$ 11 milhões em recursos para várias áreas da região oeste. Desses, mais de R$ 6 milhões à saúde e R$ 2,7 milhões à segurança pública e agricultura familiar. Educação, esporte e cultura, social, ciência e tecnologia somam R$2.977 milhões investidos.
Gimenez também teve 180 projetos apresentados, com 30 leis sancionadas e várias indicações atendidas em demandas da infraestrutura, como as obras das MT -339, 175 e 170, que ligam as cidades da região oeste.
O deputado lembrou que quando decidiu entrar para a política sabia que iria enfrentar um cenário desafiador. Ele conta que a região oeste estava sem representante há mais de 30 anos. Isso, segundo Gimenez, ocasionou inúmeros gargalos para as 22 cidades da região.
“Fico imensamente feliz com o resultado alcançado nestes três anos. Foram anos desafiadores, visto que nossa região estava abandonada. Muitos duvidaram que eu iria conseguir. Um médico, mais de 40 anos dentro de um consultório, sem traquejo político. Isso trouxe a desconfiança aos olhos dos mais experientes. Porém, o resultado está acontecendo. Conseguimos atender muitas demandas dos municípios. Claro, não alcançamos todos, mas já avançamos muito”, declarou.
O parlamentar ocupa o 5º lugar no ranking dos mais produtivos entre os 24 deputados de Mato Grosso. Gimenez ganha destaque também entre os 16 deputados de 1º mandato, onde está em 2º, ficando atrás somente de Sílvio Fávero (falecido em 2021). Dos parlamentares da região oeste, o deputado é o mais produtivo.
Foto: MARIO ALBERTO GALVÃO OKAMURA
“O resultado é fruto de boas parcerias que busquei nestes três anos. Tenho feito política para o coletivo, como disse lá atrás durante a campanha. Ninguém constrói nada sozinho, precisamos de mãos unidas em prol da população. Empenhei minha palavra e tenho feito tudo que posso para cumpri-la”, frisou.
Recentemente, Gimenez destinou, em emenda parlamentar, R$ 850 mil para os projetos da duplicação da MT-175, trecho entre São José dos Quatro Marcos a Mirassol d’Oeste; da pavimentação da MT-339. Além disso, articulou, junto ao senador Carlos Fávaro, mais de 25 km de lama asfáltica para a infraestrutura urbana das duas cidades. Também trabalhou para que R$ 1 milhão fossem destinados à educação infantil e à saúde dessas duas cidades.
“Vou seguir com os projetos, viabilizando recursos, fazendo as indicações necessárias para que as 22 cidades recebam melhorias até o fim deste mandato. Agradeço aos parceiros e a população pela confiança”, finalizou.
Foto: ROSE DOMINGUES
Política
TJMT condena Cattani a indenizar associação LGBTQIA+ e publicar retratação

A Quarta Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso condenou o deputado estadual Gilberto Cattani (PL) ao pagamento de R$ 20 mil por danos morais, além da obrigação de publicar uma retratação em seu perfil no Instagram. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (15), após análise de recurso movido pela associação MT Queer.
O colegiado seguiu, de forma unânime, o voto do desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho, que divergiu inicialmente da relatora Serly Marcondes Alves. Em primeira instância, a entidade havia tido o pedido negado, cenário que se repetiu em decisão inicial no próprio tribunal. No entanto, após pedido de vista, Rubens apresentou voto favorável à associação, posteriormente acompanhado pela relatora, consolidando o entendimento unânime da Câmara.
No voto, o desembargador destacou que o parlamentar possui histórico de manifestações consideradas polêmicas e apontou que, neste caso, houve extrapolação dos limites da atuação política. Segundo ele, as declarações não configuram exercício legítimo da função parlamentar, mas sim conteúdo discriminatório. “É nítido que o tom adotado não se caracteriza como crítica administrativa ou política, mas revela conteúdo de segregação e preconceito”, afirmou.
A ação tem origem em um vídeo publicado por Cattani em novembro de 2023, no qual ele criticava um curta-metragem produzido pela MT Queer. O material retratava a relação afetiva entre dois jovens e, segundo o deputado, estaria “incentivando” comportamentos entre estudantes. A interpretação foi contestada pela entidade, que acionou a Justiça alegando discurso discriminatório.
Para o relator do voto vencedor, o caso não se enquadra na proteção da imunidade parlamentar. Ele classificou a conduta como manifestação de “intolerância odiosa”, ressaltando que não há nexo funcional que justifique o conteúdo das declarações no âmbito do exercício do mandato.
Além da indenização, que será acrescida de juros e correção monetária, o deputado deverá publicar uma retratação em sua conta no Instagram por, no mínimo, 15 dias. O descumprimento poderá gerar multa diária de R$ 1 mil.
A decisão, proferida em segunda instância, ainda pode ser alvo de recursos. Caso seja mantida até o trânsito em julgado, o caso poderá ter desdobramentos na esfera eleitoral, com eventual análise à luz da Lei da Ficha Limpa, dependendo do entendimento sobre eventual incitação ao ódio e suas implicações jurídicas.
Fonte Folhamax
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