Polêmica
Diamantino: Ação popular quer obrigar prefeito e vice a devolver R$ 184 mil

Uma ação popular protocolada nessa segunda-feira (16.02), na Comarca de Diamantino, a 209 km de Cuiabá, pede a suspensão do pagamento de 13º salário do prefeito Francisco Ferreira Mendes Junior, popular Chico Mendes (União), e do vice-prefeito Antonio Martins Teixeira, além da devolução de R$ 184 mil aos cofres públicos. O autor sustenta que não há previsão legal para o pagamento da gratificação natalina aos agentes políticos.
De acordo com a ação, a lei municipal que fixou os salários para a legislatura 2025/2028 estabeleceu subsídio mensal de R$ 28.000,00 ao prefeito e de R$ 18.000,00 ao vice-prefeito, mas não incluiu previsão expressa de pagamento de 13º salário. Mesmo assim, conforme registros do Portal da Transparência anexados ao processo, ambos receberam o valor correspondente à “13ª parcela final” em dezembro do ano passado.
O autor sustenta que o Supremo Tribunal Federal já decidiu que o 13º pode ser pago a prefeitos e vice-prefeitos, desde que exista autorização clara em lei municipal. No caso de Diamantino, a alegação é de que não há essa previsão específica, o que tornaria o pagamento irregular.
Polêmica
Prefeito de Sinop revela que candidatura da ex-esposa causou separação: ‘Eu não queria’

O prefeito de Sinop, Roberto Dorner (PL), atribui o fim de seu casamento, com a arquiteta Scheila Pedroso, à candidatura da ex-esposa ao Parlamento Estadual pelo Podemos.
Casados desde 2021, o anúncio do término foi divulgado pelas redes sociais no início do mês de março deste ano. Para Dorner, a filiação de sua ex-esposa ao Podemos para concorrer ao legislativo estadual foi o limite para dar fim à relação.
“A nossa separação foi basicamente por causa de política. Ela quer ser candidata e eu não queria, mas não perdemos a amizade”, declarou em coletiva nesta terça-feira (14).
Roberto afirmou que explicitou à Scheila que romperia o relacionamento se seguisse com sua candidatura. Apesar do término, o prefeito alega um relacionamento amistoso entre ambos.
“Somos amigos, se ela fosse candidata eu iria me separar, aí ela topou. Ela vai lá em casa, volta e meia, almoça, fala com nós, tudo”, afirmou.
Mesmo com a “amizade” declarada, Roberto ressalta que não irá apoiá-la no período eleitoral, imputando o compromisso firmado com partidos aliados.
“Não posso falar que eu pedi voto para ela porque hoje eu tenho um compromisso com os nossos partidos aliados, que é o Republicanos e o PL. Então, no momento nós não temos nenhum candidato lá nesses dois partidos”, finalizou. (HNT)
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