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Política Nacional

PT aciona Justiça contra sargento Casarin por ataques a Lula nas redes sociais

Uma ofensa política nas redes sociais virou alvo de disputa judicial em Mato Grosso. O Diretório estadual do Partido dos Trabalhadores (PT) acionou o Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso contra o sargento da Polícia Militar Dickson Soares Casarin, acusado de atacar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e usar a estrutura pública para se promover politicamente.

A representação sustenta que o militar teria feito propaganda eleitoral antecipada negativa ao associar Lula a organizações criminosas e ao narcoterrorismo em vídeos publicados na internet. Segundo o partido, o conteúdo seria descontextualizado e, em alguns casos, produzido com o uso de inteligência artificial, configurando desinformação.

Casarin é lotado no batalhão da PM em Sinop e reúne mais de 300 mil seguidores no Instagram, onde costuma divulgar ações policiais. Em postagens recentes, relatou prisões de suspeitos de violência doméstica e crimes contra mulheres, narrando casos que ganharam grande repercussão entre internautas.

Para o PT, o policial se aproveita da visibilidade digital e da imagem institucional da corporação para construir uma possível candidatura futura. A legenda também afirma que ele aparece de forma recorrente fardado, utilizando viaturas e símbolos oficiais em conteúdos de cunho político e ideológico, o que, na avaliação jurídica, caracterizaria abuso de poder político e de autoridade.

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No pedido, o partido solicita a retirada imediata das publicações consideradas irregulares, a proibição de novos conteúdos com uso da estrutura estatal e a preservação dos dados nas plataformas digitais.

Ao analisar o caso, o desembargador Marcos Henrique Machado determinou que os advogados do PT apresentem, no prazo de três dias, os links completos das postagens questionadas. Segundo ele, a ausência das URLs inviabiliza eventual decisão judicial.

O magistrado alertou que pedidos de remoção de conteúdo na internet precisam indicar de forma precisa os endereços eletrônicos, sob risco de nulidade. Caso a falha não seja corrigida, a ação pode ser indeferida.

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Política Nacional

Imagem de Bolsonaro como palhaço em desfile sobre Lula deixa Michele indignada

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) reagiu, na noite deste domingo (15/2), à maneira como o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi retratado pela escola de samba Acadêmicos de Niterói, que homenageou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em desfile no Rio de Janeiro.

Bolsonaro apareceu em uma das alegorias como um palhaço atrás das grades e com tornozeleira eletrônica com sinais de violação, assim como ocorreu no episódio que levou à revogação da prisão domiciliar dele, em novembro do ano passado.

Em publicação no Instagram, Michelle escreveu o seguinte: “Só para registrar um fato histórico: quem foi preso por corrupção foi Luiz Inácio Lula da Silva. Isso é registro judicial, não opinião”.

Com o samba enredo “Do alto do Mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”, a escola de samba destacou a trajetória de Lula, iniciando em 1952. O ator e humorista Paulo Vieira deu vida ao presidente na apresentação.

Lula não participou do desfile, mas acompanhou tudo de perto, direto da avenida, ao lado do prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD).

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Reação da oposição

Desde o princípio, a possibilidade de participação de Lula no desfile gerou repercussão, em especial entre políticos de direita, que o acusaram de fazer propaganda eleitoral antecipada e usar dinheiro público para se promover. Oposicionistas chegaram a acionar a Justiça contra a participação do presidente no desfile.

Neste ano, o Governo Federal destinou R$ 12 milhões em verba pública para escolas do grupo especial do Carnaval do Rio de Janeiro. A Acadêmicos de Niterói deve receber R$ 1 milhão pela participação no desfile.

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