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Política Nacional

Imagem de Bolsonaro como palhaço em desfile sobre Lula deixa Michele indignada

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) reagiu, na noite deste domingo (15/2), à maneira como o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi retratado pela escola de samba Acadêmicos de Niterói, que homenageou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em desfile no Rio de Janeiro.

Bolsonaro apareceu em uma das alegorias como um palhaço atrás das grades e com tornozeleira eletrônica com sinais de violação, assim como ocorreu no episódio que levou à revogação da prisão domiciliar dele, em novembro do ano passado.

Em publicação no Instagram, Michelle escreveu o seguinte: “Só para registrar um fato histórico: quem foi preso por corrupção foi Luiz Inácio Lula da Silva. Isso é registro judicial, não opinião”.

Com o samba enredo “Do alto do Mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”, a escola de samba destacou a trajetória de Lula, iniciando em 1952. O ator e humorista Paulo Vieira deu vida ao presidente na apresentação.

Lula não participou do desfile, mas acompanhou tudo de perto, direto da avenida, ao lado do prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD).

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Reação da oposição

Desde o princípio, a possibilidade de participação de Lula no desfile gerou repercussão, em especial entre políticos de direita, que o acusaram de fazer propaganda eleitoral antecipada e usar dinheiro público para se promover. Oposicionistas chegaram a acionar a Justiça contra a participação do presidente no desfile.

Neste ano, o Governo Federal destinou R$ 12 milhões em verba pública para escolas do grupo especial do Carnaval do Rio de Janeiro. A Acadêmicos de Niterói deve receber R$ 1 milhão pela participação no desfile.

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Política Nacional

PSD deve ficar fora das alianças com Lula e cogita Caiado e Ratinho para as eleições

Os governadores Ratinho Júnior (Paraná), Eduardo Leite (Rio Grande do Sul) e Ronaldo Caiado (Goiás), todos do PSD (Partido Social Democrático), pretendem construir uma frente de centro-direita para disputar a Presidência da República em 2026 e enfrentar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A estratégia envolve a formação de alianças com outros partidos do campo político e a definição de um nome único da sigla para liderar a chapa.

A informação foi confirmada pelo governador de Goiás, Ronaldo Caiado, na quarta-feira (28.jan.2026), durante conversa com jornalistas em um evento promovido pelo banco UBS, em São Paulo. Segundo ele, caberá ao presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, indicar quem será o candidato do partido.

“Esse assunto, sem dúvida nenhuma, será colocado. Dentro do momento em que tivermos aquele indicado para ser o candidato do PSD, é lógico que nós vamos buscar essa aliança. E nós temos o prazo até julho de 2026 e temos um espaço até iniciarem as convenções partidárias”, afirmou Caiado.

De acordo com o governador, o PSD pretende dialogar com diversas legendas. “Vamos buscar todos os partidos. O MDB, o Republicanos… Eu tenho tentado também ver se eu consigo sensibilizar o pessoal do PP. Mas, no União Brasil, você vê que foi uma saída em que todos entenderam e até disseram que eu tenho toda a prerrogativa de procurar uma alternativa”, disse, ao comentar sua recente desfiliação do União Brasil e ingresso no PSD.

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Caiado também relatou um encontro, ocorrido cerca de uma semana antes, com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que se coloca como pré-candidato à Presidência. Segundo ele, a conversa girou em torno da possibilidade de múltiplas candidaturas no primeiro turno.

“Nós detalhamos esses assuntos, mostrando que um número maior [de candidatos] no 1º turno dá condição de viabilizar o 2º turno. Uma candidatura única no 1º turno é o que o Lula quer”, declarou. O governador reforçou que não há conflitos internos no campo da centro-direita. “Não tem nenhum desentendimento em relação a essa postura da centro-direita. Não tem nenhum contra o outro. No 2º turno todos nós estaremos com aquele que realmente atravessar o 1º turno.”

No mesmo dia, Gilberto Kassab afirmou ao jornal Folha de S.Paulo que o PSD não pretende usar sua candidatura presidencial como instrumento de ataque direto ao presidente Lula. “Eu acho que o mais importante é ter um projeto pro Brasil. Num primeiro momento, não há candidatura contra, é a favor do Brasil. Uma candidatura moderada, que possa ser um contraponto a uma proposta mais radical de esquerda e outra mais radical de direita”, disse.

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Kassab também avaliou como competitiva uma eventual candidatura de Flávio Bolsonaro, citando pesquisas de intenção de voto. “Todas as pesquisas estão dando ele em torno de 20%, o que é bastante”, afirmou.

Sobre a definição do nome do PSD, o presidente do partido destacou que há três interessados. “Não estamos indo buscar candidato, temos 3 que querem ser. Governadores muito bem avaliados, com 8 anos de mandato nas costas. E tudo por iniciativa deles, não foi algo do partido. Aquele que estiver em melhores condições será o candidato, definiremos em abril”, concluiu

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