Polêmica
Vídeo: Cliente é acusado de agredir prostituta e pede devolução de pagamento após confusão em MT

Uma mulher de 24 anos, que trabalha como garota de programa, denunciou que foi agredida e teve objetos da própria casa quebrados por um cliente durante um atendimento, neste domingo (15), em Sorriso, a 420 km de Cuiabá.
À Polícia Militar, a vítima relatou que o cliente, que não teve a identidade divulgada, se apresentou como técnico agrícola e teria perdido o controle durante o encontro, momento em que passou a agredi-la e a quebrar os móveis da casa. Após as agressões, o suspeito pediu devolução de R$ 100 para a vítima, valor pago por ele pelo encontro.
Nas imagens do circuito de segurança da casa é possível ver o momento em que o homem aparece ameaçando a vítima, que estava na casa com outra mulher. Durante a confusão, uma das mulheres se tranca no banheiro para se proteger. Em seguida, ele também tenta arrombar a porta de uma geladeira e, enquanto a mulher tenta devolver o pagamento, ele quebra uma mesa do local.
De acordo com relatos da vítima, o cliente se irritou depois de não conseguir manter a excitação, e passou a agir com violência. Ela afirmou aos policiais que pediu diversas vezes para que ele parasse, mas foi agarrada, teve os cabelos puxados e sofreu ofensas verbais por parte do homem.
Ao encerrar o atendimento e solicitar que o homem se vestisse e saísse da casa dela, ele se alterou ainda mais e exigiu a devolução do valor pago. A princípio, a vítima recusou, alegando que o serviço havia sido feito, mas decidiu devolver o valor após ser ameaçada.
A Polícia Militar foi acionada e o caso foi registrado como agressão física e dano ao patrimônio. A investigação segue em andamento para identificar medidas legais contra o suspeito.
(G1 MT)
Polêmica
Youtuber narra fuga de ‘chefonas’ do CV em Mato Grosso; veja detalhes

Angélica Saraiva de Sá, vulgo ‘Angeliquinha do CV’, e Jéssica Leal da Silva, a ‘Arlequina’, cerraram as grades de cela da Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, em Cuiabá, para fugir. A história foi narrada pelo youtuber Joel Paviotti, apresentador do podcast Iconografia da História (IH). A dupla está foragidas desde agosto de 2025.
‘Angeliquinha’ é líder do CV no Nortão de Mato Grosso. Ela foi condenada a 99 anos e 11 meses de prisão em regime fechado pelo Tribunal de Nova Monte Verde (920 km de Cuiabá) pelas mortes com requintes de crueldade de quatro homens em agosto de 2022. A faccionada também responde pelos crimes de ocultação de cadáver e participação em organização criminosa.
‘Arlequina’ é a comandante do tráfico de drogas na região de Juína (745 km de Cuiabá). A companheira de cela de ‘Angeliquinha’ é conhecida dentro do CV pelo perfil linha dura e por portar submetralhadora. O youtuber indicou ‘Arlequina’ como a juíza do tribunal do crime em Mato Grosso. Ela determina as penas dos alvos da facção, apontando se os desafetos seriam mortos ou receberiam ‘salves’.
No início de março, a filha de ‘Angeliquinha’, Kauany Beatriz, o genro, Guilherme Laureth, e o pai Paulo Felizardo foram alvos de mandados de busca e apreensão da Polícia Civil como parte da Operação Showdown que investiga a relação da família com esquema milionário de desvio de dinheiro do CV. Kauny e o marido administravam o salão de beleza Essenza Beauty e a loja de roupas Kauanny Shoes Boutique em Alta Floresta.
O casal começou a levantar suspeitas pelo volume milionário movimentado nos estabelecimentos. O inquérito estima que a família escoou R$ 20 milhões oriundos do tráfico de drogas e jogos de azar, como o ‘Tigrinho’.
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