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Polícia

Família encontra malas prontas de jovem morta em chacina após o crime

A família de Jaine Barbosa Chaves, de 29 anos, encontrou as malas da jovem prontas ao buscar os pertences dela na Polícia Civil após a chacina que deixou três mortos em uma fazenda de Goiatuba, no sul de Goiás.

“Quando fui buscar as coisas dela, as bolsas e as malas estavam arrumadas. Eu acredito que ela estava vindo embora. Acho que ela terminou o relacionamento e ele não aceitou”, disse Mileide ao g1.

Segundo a irmã, Jaine passava períodos em Goiatuba, mas mantinha a vida em Aparecida de Goiânia. Ela costumava ficar entre sete e 15 dias na cidade antes de retornar para casa. A família acredita que ela trabalhava na fazenda, mas afirma que a jovem era reservada e falava pouco sobre a vida pessoal.

Mesmo sem conhecer Leonardo José de Araújo, apontado pela Polícia Civil como autor do crime, os familiares lembram que ele costumava ligar para Jaine e fazer perguntas sobre onde ela estava e com quem estava.

“Quando ela estava no telefone conversando com ele, a gente escutava só cochichos, sempre às escondidas. Ele perguntava onde ela estava, com quem estava e o que estava fazendo”, contou Mileide.

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Além das malas prontas, a irmã lembrou que Jaine vivia um momento de recomeço. Há cerca de seis meses, ela havia comprado o primeiro apartamento e estava mobiliando o imóvel.

Relembre o caso

A chacina aconteceu na noite de 28 de julho, em uma fazenda de Goiatuba. Jaine Barbosa Chaves, de 29 anos, Beatriz Soares Souza, de 27 anos, e Nahtan Campos, de 35 anos, morreram a tiros.

Segundo a Polícia Civil, Leonardo José de Araújo mantinha um relacionamento com Jaine e a principal linha de investigação é que ele cometeu os crimes por ciúmes ao encontrar a jovem na companhia das outras duas vítimas.

Ainda de acordo com a investigação, mesmo baleada, Jaine conseguiu enviar uma mensagem para a irmã informando que havia sido atingida e compartilhou a localização onde estava. A informação permitiu que a Polícia Militar chegasse ao local.

Após os crimes, Leonardo atirou contra o próprio corpo. Ele foi socorrido, permanece internado sob custódia policial, e o g1 não conseguiu localizar a defesa.

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Suspeita de integrar facção de MT é presa trabalhando em Copacabana

Uma mulher, alvo da Operação Nocaute, deflagrada na última sexta-feira (18), pela Polícia Civil de Mato Grosso, teve o mandado de prisão preventiva cumprido, nesta segunda-feira (21), no Rio de Janeiro. Investigada por integrar uma facção criminosa e considerada foragida da Justiça, a suspeita, de 44 anos, foi localizada trabalhando em um quiosque na praia de Copacabana, uma das mais movimentadas da cidade. O nome dela não foi divulgado.

A operação, deflagrada com base em investigações da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco) de Sinop, tinha como alvos integrantes do núcleo de uma facção criminosa instalada no município, com conexões no Estado do Rio de Janeiro.

 

A investigada estava com o mandado de prisão expedido pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo de Sinop, pelos crimes de integrar organização criminosa e lavagem de dinheiro. A prisão foi realizada com apoio da equipe da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco) da Polícia Civil do Rio de Janeiro.

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Segundo as investigações da Draco Sinop, a investigada foi a responsável por receber uma transferência via Pix nas horas seguintes ao pagamento de R$ 169 mil por uma vítima de crime em Sinop, em 27 de setembro de 2025.

O dinheiro foi repartido em várias transferências pequenas entre diferentes pessoas, o que caracterizaria a lavagem de dinheiro.

Após a prisão, a suspeita foi conduzida ao sistema prisional feminino e ficará à disposição da Justiça do estado de Mato Grosso. A Draco de Sinop segue com as diligências para localizar os demais investigados que ainda têm mandados em aberto.

 

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