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Investigação Polícial

Facção suspeita de lavar mais de R$ 3 milhões do tráfico de drogas é alvo de operação em MT

Uma facção criminosa ligada a um esquema de tráfico de drogas que teria movimentado mais de R$ 3 milhões em pouco mais de um ano foi alvo da Operação Mosaico, deflagrada na manhã desta quarta-feira (11), em quatro cidades de Mato Grosso. Duas pessoas foram presas.

De acordo com a Polícia Civil, são cumpridas 17 ordens judiciais, entre mandados de prisão preventiva, busca e apreensão domiciliar e quebras de sigilo bancário. As ações ocorrem em Cuiabá, Barra do Garças, Rondonópolis e Água Boa.

As investigações apontam que o grupo movimentou valores milionários por meio de diversas transações bancárias consideradas atípicas e incompatíveis com as rendas oficialmente declaradas pelos investigados.

Conforme a apuração, os suspeitos atuavam de forma estruturada, com divisão de funções. Entre os indícios levantados pela polícia estão a centralização de recursos financeiros, a distribuição de valores entre integrantes da organização e a suposta utilização de contas bancárias de “laranjas” para dissimular a origem ilícita do dinheiro.

Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos dinheiro em espécie e um cofre. Os valores e demais materiais recolhidos serão periciados e analisados para subsidiar o avanço das investigações.

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As apurações são conduzidas pela 1ª Delegacia de Polícia de Barra do Garças e representam desdobramentos de inquéritos anteriores que já haviam identificado a existência de um núcleo responsável pela movimentação e ocultação de recursos provenientes do tráfico de drogas.

As investigações seguem em andamento para identificar outros possíveis envolvidos e responsabilizar criminalmente os investigados.

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Investigação Polícial

Operação da polícia civil prende “Rei dos Disfarces” em Mato Grosso

Em uma operação deflagrada nesta quinta-feira (26), a Polícia Civil de Mato Grosso colocou fim à “carreira” de um homem de 31 anos que vinha desafiando as autoridades locais. Conhecido como o “Rei dos Disfarces”, o suspeito foi alvo de mandados de busca e apreensão após uma série de denúncias apontarem que ele se passava por diversas autoridades públicas.

 

O arsenal da fraude
A investigação, liderada pelo delegado Gabriel Chadud, culminou em buscas simultâneas na residência e no escritório do investigado. O que os agentes encontraram foi um verdadeiro guarda-roupa da contravenção:

Uniformes variados de órgãos públicos;

Distintivos realistas;

Carteiras de identificação falsas, incluindo o título de “Perito Judicial”.

“O indivíduo vinha sendo monitorado por utilizar essas identificações para se passar por agente público em diferentes contextos, enganando cidadãos e instituições”, explicou o delegado responsável.

PJC-MT

Rei dos Disfarces

Implicações jurídicas
O suspeito não conseguiu manter o personagem diante das evidências. Agora, ele responderá por crimes previstos no Código Penal Brasileiro:

Usurpação de Função Pública (Art. 328): Por exercer ou fingir exercer funções que não lhe competem.

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Falsa Identidade (Art. 307): Por atribuir-se identidade alheia para obter vantagem ou causar dano.

 

A Polícia Civil agora trabalha para descobrir se o “Rei dos Disfarces” utilizou o prestígio das falsas funções para aplicar golpes financeiros ou obter benefícios ilícitos na região de Pontes e Lacerda.

 

 

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