Saúde
Acelera Nova Mutum impulsiona economia e amplia avanços na saúde pública

O município de Nova Mutum tem se destacado pelo crescimento organizado e sustentável, resultado de políticas públicas estratégicas como o programa Acelera Nova Mutum, idealizado pelo prefeito Leandro Félix e executado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, sob a liderança do secretário Edinaldo Nogueira.
Voltado ao fortalecimento do empreendedorismo, à geração de emprego e renda e à atração de novos investimentos, o programa tem contribuído diretamente para o aumento da arrecadação municipal, permitindo que a Prefeitura amplie investimentos em áreas essenciais, como a saúde pública.
Com o fortalecimento da economia local, Nova Mutum registrou avanços importantes na saúde, como a ampliação dos atendimentos na rede municipal, investimentos em unidades de saúde, aquisição de equipamentos, melhoria na estrutura física e reforço nas equipes multiprofissionais. Esses avanços refletem diretamente na qualidade do atendimento prestado à população.
À frente da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Edinaldo Nogueira destaca que o crescimento econômico precisa caminhar lado a lado com o bem-estar da população. “O Acelera Nova Mutum foi pensado para impulsionar a economia, mas também para gerar impactos positivos em áreas fundamentais, como a saúde, educação e assistência social. Desenvolvimento de verdade é aquele que melhora a vida das pessoas”, afirma o secretário.
O prefeito Leandro Félix, idealizador do programa, reforça que a gestão municipal tem trabalhado com planejamento e responsabilidade. “Quando fortalecemos a economia, conseguimos investir mais em saúde, garantindo melhores condições de atendimento, mais estrutura e mais dignidade para a população. Esse é o nosso compromisso com Nova Mutum”, destaca.
Com resultados concretos tanto no setor econômico quanto na melhoria dos serviços públicos, o Acelera Nova Mutum se consolida como uma política pública eficiente, reafirmando o compromisso da administração municipal com o desenvolvimento econômico aliado à qualidade de vida e à saúde da população.
O Edital de Credenciamento nº 003/2026 prevê a contratação dos seguintes atendimentos e especialidades, com quantitativos estimados:
Neurologia Pediátrica – 660 consultas
Endocrinologia – 600 consulta
Otorrinolaringologia – 600 consultas
Urologia – 600 consultas
Reumatologia – 600 consultas
Psiquiatria – 720 consultas
Psiquiatria no CAPS – 720 consultas
Procedimentos Cirúrgicos
Pequenas Cirurgias Ambulatoriais – 360 procedimentos
Cirurgia Geral – 720 consultas
Além das especialidades médicas, o edital contempla uma ampla oferta de atendimentos multiprofissionais:
Exames na área de Fonoaudiologia – 750 exames
Atendimentos domiciliares em Fisioterapia – 2.580 atendimentos
Atendimento domiciliar com Fonoaudiólogo – 1.000 atendimentos
Atendimento com Fonoaudiólogo em consultório – 1.200 atendimentos
O modelo de credenciamento por rateio permite que diversos profissionais sejam habilitados simultaneamente, garantindo uma distribuição equilibrada dos atendimentos, maior agilidade no acesso da população aos serviços e evitando a concentração em um único prestador. “Estamos falando de números expressivos, que mostram a dimensão da demanda e, ao mesmo tempo, a responsabilidade da gestão em oferecer respostas rápidas, eficientes e transparentes. O credenciamento permite ampliar o acesso, reduzir filas e fortalecer ainda mais Nova Mutum como referência regional em saúde”, completou Edinaldo Nogueira.
O Edital de Credenciamento n.º 003/2026 integra o conjunto de ações do Programa Acelera Nova Mutum, consolidando Nova Mutum como exemplo de inovação, eficiência administrativa e compromisso com a qualidade dos serviços públicos de saúde.
Saúde
Mais de 7,6 mil bebês nasceram de mães adolescentes em Mato Grosso em 2025

Mais de 7,6 mil bebês nasceram de mães adolescentes em Mato Grosso no ano passado, segundo dados do Painel de Monitoramento de Nascidos Vivos, do Ministério da Saúde. O levantamento registra 7.310 partos de jovens entre 15 e 19 anos e outros 324 de meninas com menos de 14 anos, uma média de aproximadamente 20 nascimentos por dia.
Além de evidenciar uma realidade marcada pela gravidez precoce, os números também chamam atenção para casos que podem estar relacionados ao estupro de vulnerável, especialmente entre as menores de 14 anos, e para os impactos sociais enfrentados por essas adolescentes.
No cotidiano da assistência social, a gravidez na adolescência costuma representar uma ruptura nos projetos de vida. Segundo a psicóloga do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) do bairro Pedregal, Emanuele Costa, muitas jovens passam a enxergar a maternidade como único caminho possível.
“É como se a vida dela se resumisse à maternidade, e é isso que vai determinar todo o resto da vida dela”, afirma.
A profissional explica que parte das adolescentes procura atendimento espontaneamente, enquanto outras são encaminhadas pelas unidades de saúde. No Cras, elas recebem acolhimento, orientação e acompanhamento para acesso aos benefícios socioassistenciais.
Entre os principais desafios está a evasão escolar. A gravidez, as limitações impostas pela gestação, o período do puerpério e a dificuldade de conciliar os cuidados com o bebê fazem com que muitas interrompam os estudos.
“Nós analisamos se houve ou não a evasão escolar, para ver a possibilidade de essa jovem voltar para a escola. Isso é uma grande questão na gravidez na adolescência, pois muitas deixam de ir ou têm muita dificuldade para voltar. Elas precisam de uma rede de apoio consolidada para conseguir, neste momento, voltar à escola e não ficarem desamparadas em relação aos cuidados com o filho”, destaca.
De acordo com Emanuele, outro aspecto recorrente é a ausência de planejamento para o futuro. Diferentemente de outros adolescentes, que costumam projetar objetivos como concluir os estudos, ingressar na universidade e conquistar independência financeira, muitas jovens grávidas acabam limitando suas expectativas à maternidade.
“Muitas vezes, se ouve na adolescência: ‘eu quero estudar, me formar, passar no Enem e depois comprar uma casa’. Com elas, não. É como se agora a vida dela fosse só isso. Eu vou ser mãe e pronto, não tem planejamento para a vida futura”, relata.
A psicóloga também observa que, na maioria dos atendimentos, os pais das crianças estão ausentes. O suporte costuma vir das mães ou avós das adolescentes, que assumem papel fundamental na construção da rede de apoio.
“Pela nossa vivência, o amparo vem desse lado materno da própria mãe trazer a filha, conversar e tentar restabelecer esse vínculo que, muitas vezes, chega fragilizado. Nisso entra o papel da assistência social e do serviço de fortalecimento de vínculos. É para garantir que a rede de apoio seja mantida, porque essa é uma das principais bases para que a jovem consiga ter uma vida menos vulnerável e fique menos exposta a situações de risco”, conclui.
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