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Saúde

Coronavírus passa de 90 mil contaminados em MT, quase 70 mil estão recuperados

 Gov de MT

O Boletim oficial nº 173 divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde, na tarde desta sexta-feira, 28 de agosto, aponta que 90.135 mato-grossenses foram infectados pelo coronavírus desde o início da pandemia em MT./ A boa notícia é que 69 mil 722 pacientes se recuperaram da doença e estão fora de perigo.//

De acordo com o documento, nas últimas 24 horas foram notificados 1.750 novos casos e 32 mortes registradas./ Ao todo, 2.739 pessoas morreram vítimas da Covid-19 no estado./ Dos mais de 90 mil casos confirmados, 17.674 estão em monitoramento, 247 pacientes permanecem internados em UTIs e 283 nas enfermarias.//

Os dez municípios com os maiores índices de coronavírus em MT são: Cuiabá, com 18.154 contaminados, Várzea Grande tem 6.924, Rondonópolis registra 6.344, em Lucas do Rio Verde já são 4.484 doentes, Sorriso tem 4.405, em Tangará da Serra são 3.877 pacientes com a doença, Sinop tem 3.557, Primavera do Leste contabiliza 2.745, Nova Mutum já tem 1.895 e em Campo Novo do Parecis são 1.868 moradores com coronavírus.//

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A lista com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso, e outras informações relacionadas a pandemia, pode ser acessada pelo site: www.saude.mt.gov.br .//

 

 

 

Fonte: Gov de MT

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Saúde

MT deve registrar 520 novos casos de câncer colorretal por ano até 2028

O mês de março é tomado pela cor azul-marinho com o objetivo de alertar toda a sociedade para o câncer colorretal (intestino e reto), um dos tumores mais incidentes e uma das maiores taxas de mortalidade do país, que deve registrar 26.270 novos casos da doença por ano no triênio de 2026-2028.

Só em Mato Grosso, são estimados 520 novos casos anuais deste tipo de neoplasia no mesmo período, conforme estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Diante desse cenário, durante o mutirão do “Dia E – Ebserh em Ação”, vinculado ao programa “Agora Tem Especialistas”, do Ministério da Saúde (MS), o Hospital Universitário Júlio Müller, da Universidade Federal de Mato Grosso (HUJM-UFMT), administrado pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), alerta para importância de exames de colonoscopia.

A iniciativa também faz parte do “Março Azul-Marinho”, uma campanha de conscientização sobre a prevenção e o combate ao câncer colorretal. Durante o mutirão, realizado neste dia 21, caso seja identificada alguma doença durante os exames, os pacientes passam a ser acompanhados pelo serviço de coloproctologia.

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“Realizamos uma consulta de triagem no dia do mutirão e depois realizaremos consulta dando o feedback sobre o resultado do exame e seguimento”, disse a residente R5 de Coloproctologia, Maristella Nery.

O QUE É – O câncer colorretal é um tumor maligno que se desenvolve no intestino grosso (cólon) e no reto. Atualmente, já figura como o segundo tipo de tumor mais frequente entre homens e mulheres no Brasil, quando excluídos os casos de câncer de pele não melanoma.

Coloproctologista Mardem Machado de Souza, do HUJM-UFMT, alerta que a associação de sangramento nas fezes e alterações no hábito intestinal é o alerta mais comum. No entanto, dores abdominais, perda de peso, anemia e sensação de evacuação incompleta também devem ser investigadas. “Quanto mais cedo se diagnostica, menor o risco de disseminação do tumor e maiores as chances de oferecer um tratamento efetivo e definitivo, com elevadas taxas de cura”, frisou.

O especialista informa ainda que, embora existam métodos como a pesquisa de sangue oculto nas fezes e exames parciais do intestino, a colonoscopia é considerada o exame mais completo para detecção do câncer colorretal. O procedimento permite avaliar todo o intestino grosso, retirar lesões precursoras, biopsiar tumores e até retirar lesões malignas iniciais.

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Também a maioria dos cânceres do intestino grosso e reto surge a partir de pólipos adenomatosos, que se assemelham a pequenas verrugas e podem evoluir para câncer após sete a dez anos, caso ocorram alterações genéticas.

As diretrizes internacionais recomendam o início do rastreamento a partir dos 45 anos para pessoas sem fatores de risco. Para quem possui histórico familiar, o exame é indicado a partir dos 40 anos ou dez anos antes da idade em que o familiar de primeiro grau recebeu o diagnóstico.

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