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Saúde

Saúde Digital já realizou mais de 245 mil telediagnósticos em Mato Grosso

O programa de Saúde Digital, da Secretaria de Estado de Saúde (SES), ofertou 247.140 telediagnósticos entre os anos de 2013 e 2024 em Mato Grosso.

Os dados da SES apontam que Mato Grosso já realizou 242.119 laudos de tele-eletrocardiografia, 2.168 de tele-espirometria, 2.149 de tele-dermatologia, 463 de tele-estomatologia e 241 de tele-retinografia.

De 2013 a 2024, também foram realizadas 13.861 teleconsultorias, em que os profissionais da Atenção Primária podem sanar dúvidas com médicos especialistas, e 7.767 teleinterconsultas, modalidade em que o paciente é atendido virtualmente pelo especialista, tendo um profissional da Unidade Básica de Saúde como mediador.

Apesar de existir desde 2013, como Telessaúde, o programa de Saúde Digital evoluiu ao agregar, a partir de 2023, novas tecnologias e ampliar a gama de serviços de saúde. É o caso dos retinógrafos, que foram implementados ao programa neste ano.

Além dos bons resultados, somente em 2023 e 2024, os atendimentos digitais já possibilitaram a economia de aproximadamente R$ 23 milhões aos cofres públicos, notada sobretudo com o transporte de pacientes.

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O secretário de Estado de Saúde, Juliano Melo, ressalta a importância do programa para a Saúde Pública.

“A Saúde Digital traz diversos benefícios ao cidadão, mas o principal deles é o acesso facilitado ao serviço. Na prática, significa dizer que o paciente não precisa se deslocar centenas de quilômetros para realizar um exame cardiológico, por exemplo. Além da comodidade e do conforto para o usuário do SUS, esse programa gera uma economicidade para a gestão pública, que pode investir o valor economizado em outros serviços de saúde”, avalia.

Os serviços são ofertados em parceria com 89 municípios de Mato Grosso, que estão divididos em 16 regiões de saúde. Para a realização do telediagnóstico, são ofertados equipamentos portáteis que possibilitam o envio de imagens a uma central médica, para a emissão de laudos.

O assessor técnico da SES, Diógenes Marcondes, explica que a tecnologia já é muito efetiva em algumas especialidades, como a cardiologia. “Mato Grosso já ofertou 242 mil laudos cardiológicos por meio da Saúde Digital e essa funcionalidade é extremamente importante, pois em cinco minutos o paciente tem a devolutiva do exame, mesmo estando em uma Unidade Básica. Essa tecnologia evita que o paciente vá para casa com uma condição grave, já que o resultado sai em minutos”, conclui.

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O programa de Saúde Digital da SES tem o objetivo de otimizar e modernizar os serviços de saúde ao ofertar teleconsultorias, teleinterconsultas, web aulas e telediagnósticos. As ações do programa não só ampliam o acesso aos serviços de saúde, como também diminuem os custos associados.

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Saúde

MT deve registrar 520 novos casos de câncer colorretal por ano até 2028

O mês de março é tomado pela cor azul-marinho com o objetivo de alertar toda a sociedade para o câncer colorretal (intestino e reto), um dos tumores mais incidentes e uma das maiores taxas de mortalidade do país, que deve registrar 26.270 novos casos da doença por ano no triênio de 2026-2028.

Só em Mato Grosso, são estimados 520 novos casos anuais deste tipo de neoplasia no mesmo período, conforme estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Diante desse cenário, durante o mutirão do “Dia E – Ebserh em Ação”, vinculado ao programa “Agora Tem Especialistas”, do Ministério da Saúde (MS), o Hospital Universitário Júlio Müller, da Universidade Federal de Mato Grosso (HUJM-UFMT), administrado pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), alerta para importância de exames de colonoscopia.

A iniciativa também faz parte do “Março Azul-Marinho”, uma campanha de conscientização sobre a prevenção e o combate ao câncer colorretal. Durante o mutirão, realizado neste dia 21, caso seja identificada alguma doença durante os exames, os pacientes passam a ser acompanhados pelo serviço de coloproctologia.

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“Realizamos uma consulta de triagem no dia do mutirão e depois realizaremos consulta dando o feedback sobre o resultado do exame e seguimento”, disse a residente R5 de Coloproctologia, Maristella Nery.

O QUE É – O câncer colorretal é um tumor maligno que se desenvolve no intestino grosso (cólon) e no reto. Atualmente, já figura como o segundo tipo de tumor mais frequente entre homens e mulheres no Brasil, quando excluídos os casos de câncer de pele não melanoma.

Coloproctologista Mardem Machado de Souza, do HUJM-UFMT, alerta que a associação de sangramento nas fezes e alterações no hábito intestinal é o alerta mais comum. No entanto, dores abdominais, perda de peso, anemia e sensação de evacuação incompleta também devem ser investigadas. “Quanto mais cedo se diagnostica, menor o risco de disseminação do tumor e maiores as chances de oferecer um tratamento efetivo e definitivo, com elevadas taxas de cura”, frisou.

O especialista informa ainda que, embora existam métodos como a pesquisa de sangue oculto nas fezes e exames parciais do intestino, a colonoscopia é considerada o exame mais completo para detecção do câncer colorretal. O procedimento permite avaliar todo o intestino grosso, retirar lesões precursoras, biopsiar tumores e até retirar lesões malignas iniciais.

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Também a maioria dos cânceres do intestino grosso e reto surge a partir de pólipos adenomatosos, que se assemelham a pequenas verrugas e podem evoluir para câncer após sete a dez anos, caso ocorram alterações genéticas.

As diretrizes internacionais recomendam o início do rastreamento a partir dos 45 anos para pessoas sem fatores de risco. Para quem possui histórico familiar, o exame é indicado a partir dos 40 anos ou dez anos antes da idade em que o familiar de primeiro grau recebeu o diagnóstico.

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