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Justiça

Julgamento de chacina em Sinop será transmitido ao vivo pelo Tribunal de Justiça, nesta terça 15 ás 8:30 hs

Edgar Ricardo de Oliveira, acusado de ser o autor da chacina que tirou a vida de sete pessoas em um bar em Sinop, será julgado nesta terça-feira (15), a partir das 8h30, no Fórum da Comarca de Sinop. O crime, que ocorreu durante o feriado de Carnaval em fevereiro de 2023, o julgamento será transmitido ao vivo pelo canal oficial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso no YouTube. A sessão será conduzida pela juíza Rosângela Zacarkim dos Santos, e a transmissão permitirá que o público acompanhe todos os detalhes do julgamento.

O julgamento é esperado com grande atenção, pois o caso gerou forte repercussão na cidade e no estado de Mato Grosso. As imagens de câmeras de segurança do local mostram o momento em que Edgar, junto com outro comparsa, atirou contra as vítimas de forma brutal, o que causou comoção geral. Como o caso é complexo, há a possibilidade de o julgamento se prolongar até a madrugada.

A transmissão ao vivo oferece transparência no processo judicial, permitindo que a população acompanhe de perto o andamento do caso, que se tornou um símbolo da luta por justiça diante da violência extrema.

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link para acompnhar ao vivo

https://www.youtube.com/channel/UC_FYzEDT4qaIDNZDHiizoFA

“A justiça será feita à vista de todos: Sinop acompanha ao vivo o julgamento da chacina que chocou a cidade.”

Fonte: Deixaqueeuteconto

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Justiça

Julgamento sobre “cura gay” sai do virtual e vai ao plenário do STF

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, decidiu transferir para o plenário físico o julgamento que discute a legalidade de uma resolução do Conselho Federal de Psicologia que proíbe práticas conhecidas como “cura gay” e restringe o uso de fundamentos religiosos na atuação profissional de psicólogos.

A análise, que estava ocorrendo no ambiente virtual, será retomada presencialmente após o pedido de destaque feito por Fachin. O caso envolve duas ações diretas de inconstitucionalidade que tratam de pontos opostos sobre a norma editada em 2023.

De um lado, o partido Novo e o Instituto Brasileiro de Direito e Religião questionam a regra, alegando que ela fere a liberdade de crença e de expressão dos profissionais. Do outro, o PDT defende a validade da resolução, argumentando que a medida não impede manifestações religiosas, mas estabelece limites claros para evitar que convicções pessoais interfiram no atendimento psicológico.

A norma do CFP veda a chamada terapia de conversão sexual e reforça que o exercício da psicologia deve seguir critérios científicos reconhecidos, sem substituição por crenças religiosas. Para os defensores da resolução, a flexibilização poderia abrir espaço para práticas já amplamente criticadas por entidades médicas e científicas.

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Antes da suspensão do julgamento, o relator Alexandre de Moraes votou pela validade da norma. Ele entendeu que a resolução não viola a liberdade religiosa, mas garante a proteção dos pacientes e reafirma o caráter laico do Estado, ao impedir tratamentos sem base científica.

Com a ida ao plenário físico, o julgamento ganha novo peso dentro da Corte e deve reunir todos os ministros em uma discussão que envolve direitos fundamentais, liberdade religiosa e limites da atuação profissional na área da saúde. Ainda não há data definida para a retomada do caso.

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