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Política

Saiba quem são os 22 ministros do Governo Jair Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) empossou nesta terça-feira (1º), os 22 ministros que comporão o primeiro escalão de seu governo. As transmissões formais de cargos entre os atuais e futuros ocupantes das pastas estão previstas para esta quarta-feira (2).

Na campanha, Bolsonaro chegou a anunciar que pretendia reduzir o número de ministérios de 29 para 17, extinguindo pastas e fundindo outras.

Veja, abaixo, quem são os integrantes da nova equipe de governo:

Onyx Lorenzoni (Casa Civil)

Em seu quarto mandato como deputado federal, o veterinário Onyx Lorenzoni (DEM-RS) será o braço-direito de Bolsonaro, ocupando o cargo de ministro-chefe da Casa Civil, responsável pela supervisão das demais pastas e pela articulação política com o Legislativo. Com 64 anos, ele foi o segundo candidato à Câmara dos Deputados mais votado no Rio Grande do Sul. Onyx tem sido uma das vozes mais atuantes na transição, nomeado ministro extraordinário. O futuro chefe da Casa Civil foi o principal articulador de Bolsonaro junto ao Congresso durante a campanha presidencial e deve ser o encarregado de formar a base aliada do futuro governo. Ele foi citado em deleção premiada da JBS e admitiu ter recebido 100.000 reais da empresa por meio de caixa dois em 2014.

Paulo Guedes (Economia)

O economista Paulo Guedes, 68 anos, foi escolhido para comandar o superministério da Economia, que, no governo Bolsonaro, reunirá Fazenda, Planejamento e Indústria e Comércio. Durante a campanha eleitoral, ele foi chamado de”Posto Ipiranga” pelo então presidenciável – uma referência à propaganda do posto de combustíveis em que todas as respostas são encontradas no local. O futuro ministro, mestre e Ph.D pela Universidade de Chicago, é um defensor do liberalismo econômico e da menor participação possível do Estado na economia.

Sergio Moro (Justiça e Segurança Pública)

Ex-juiz federal, Sergio Moro, assumirá o Ministério da Justiça incorporando a atual pasta da Segurança Pública e o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), que hoje é ligado ao Ministério da Fazenda. Ele será responsável pela Polícia Federal, pelo Departamento Penitenciário Nacional e pela Secretaria Nacional de Segurança Pública, entre outros. Graduado em direito pela Universidade Estadual de Maringá, é mestre e doutor pela Universidade Federal do Paraná.

Moro ganhou notoriedade ao condenar à prisão o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do tríplex do Guarujá. O ex-juiz formalizou o seu pedido de exoneração concedido pelo presidente do TRF-4 Thompson Flores.

Tereza Cristina (Agricultura)

Deputada federal, Tereza Cristina (DEM-MS) foi indicada pela Frente Parlamentar da Agropecuária – FPA para o cargo de ministra da Agricultura. Ela é formada em engenharia agronômica pela Universidade Federal de Viçosa, em Minas Gerais, e é a atual líder da bancada ruralista no Congresso Nacional. Em Mato Grosso do Sul, foi secretária de Desenvolvimento Agrário, Produção, Indústria, Comércio e Turismo entre 2007 e 2014, nos governos de André Puccinelli (MDB). Também é a primeira mulher a ser nomeada em um cargo de alto escalão no governo de Bolsonaro.

Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia)

Marcos Pontes (PSL), o primeiro astronauta brasileiro e sul-americano a ir ao espaço, foi tenente-coronel da Força Aérea Brasileira (FAB). Suplente do senador Major Olímpio (PSL), foi escolhido pelo presidente eleito Jair Bolsonaro para comandar a pasta da Ciência e Tecnologia. Graduado em engenharia aeronáutica pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), Pontes já foi embaixador das Nações Unidas para o desenvolvimento industrial.

General Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional)

Augusto Heleno Ribeiro Pereira (PRB), oficial da reserva, 71 anos, mesmo cotado para ser ministro da Defesa, assumirá o Gabinete de Segurança Institucional (CGI) pela proximidade ao presidente eleito. Heleno foi comandante militar da Amazônia, chefe do Departamento de Ciência e Tecnologia e é um dos nomes de confiança da equipe de Bolsonaro. As principais funções do futuro ministro do CGI serão zelar pela segurança pessoal do presidente da República e pelo setor de inteligência, além de prevenir crises governamentais.

General Fernando Azevedo e Silva (Defesa)

Fernando Azevedo e Silva foi chefe do Estado-Maior do Exército e comandará o Ministério da Defesa. Desde setembro, Silva ocupa o cargo de assessor especial do ministro Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF). O general da reserva tem uma extenso currículo dentro das Forças Armadas, incluindo o cargo de comandante militar do Leste e a liderança de tropas em missão no Haiti. Também foi chefe da Autoridade Pública Olímpica dos Jogos Olímpicos do Rio-2016, indicado pela então presidente Dilma Rousseff (PT). Formou-se pela Academia Militar das Agulhas Negras em 1976, um ano antes do presidente eleito Jair Bolsonaro.

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Ernesto Araújo (Relações Exteriores)

Ernesto Henrique Fraga Araújo foi anunciado na quarta-feira, 14, como ministro das Relações Exteriores. O diplomata atua neste momento como diretor do Departamento de Estados Unidos, Canadá e Assuntos Interamericanos do Itamaraty e, apesar de ter alcançado a posição de embaixador (ministro de primeira classe) na hierarquia do ministério, jamais conduziu uma embaixada brasileira. Durante a campanha eleitoral, Araújo defendeu abertamente a candidatura de Bolsonaro por meio de um blog na internet, no qual chamou o PT de “partido terrorista”.

Wagner Rosário (Controladoria-Geral da União)

Já no comando da pasta no governo de Michel Temer, Wagner Rosário será mantido na próxima gestão. Natural de Juiz de Fora (MG), tornou-se o primeiro servidor de carreira da CGU a assumir o cargo de secretário-executivo e ministro. Rosário é auditor fiscal, mas é formado pela Academia Militar das Agulhas Negras e foi oficial do Exército. Também é mestre em Combate à Corrupção e Estado de Direito pela Universidade de Salamanca, na Espanha.

Luiz Henrique Mandetta (Saúde)
Deputado federal (DEM-MS) e médico ortopedista, Luiz Henrique Mandettacomandará a pasta da saúde no governo de Jair Bolsonaro (PSL). Ex-secretário da Saúde de Campo Grande, responde a um inquérito aberto enquanto estava no cargo. Ele é investigado por fraude em licitação, tráfico de influência e caixa dois na implementação de um sistema de prontuário eletrônico. Pesou na indicação, entretanto, o apoio de membros do setor.

André Luiz de Almeida Mendonça (Advocacia-Geral da União)

Funcionário de carreira do órgão que irá comandar a partir de 2019, André Luiz de Almeida Mendonça é atualmente assessor especial da Controladoria-Geral da União. Formado pela Faculdade de Direito de Bauru, Mendonça foi diretor de Departamento de Patrimônio e Probidade Administrativa da Procuradoria-Geral da União. Em 2011, ele recebeu o prêmio especial do Innovare pela idealização dentro da AGU de um grupo de combate à corrupção. O advogado é considerado técnico e respeitado por seu conhecimento em acordos de leniência.

Gustavo Bebianno (Secretaria-Geral da Presidência da República)

O advogado Gustavo Bebianno assumirá a Secretaria-Geral da Presidência da República, e terá sob seu comando a Secretaria de Comunicação de Comunicação (Secom) e o Programa de Parceria e Investimento (PPI). O carioca de 54 anos foi o principal coordenador de campanha de Bolsonaro e presidiu o PSL até a eleição do capitão.

Ricardo Vélez Rodríguez (Educação)

O filósofo colombiano Ricardo Vélez Rodríguez foi escolhido como futuro ministro da Educação no dia 22 de novembro, um dia depois de Bolsonaro desistir da indicação de Mozart Neves Ramos por conta de pressões da bancada evangélica. Para os religiosos, Ramos seria muito “progressista” e não encamparia propostas como o Escola sem Partido. Vélez é professor Emérito da Escola de Comando e estado Maior do Exército, se formou em Filosofia pela Universidade Pontifícia Javeriana em 1964, graduou-se em Teologia no Seminário Conciliar de Bogotá em 1967, concluiu o mestrado em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) em 1974, e o doutorado em Filosofia pela Universidade Gama Filho em 1982, informou Bolsonaro via Twitter. O futuro ministro também é autor de A Grande Mentira – Lula e o patrimonialismo petista, publicado em 2015 e é o primeiro estrangeiro confirmado no novo governo.

General Carlos Alberto Cruz (Secretaria de Governo)

O general Carlos Alberto dos Santos Cruz, de 66 anos, é da divisão da reserva do Exército Brasileiro e chefiará a Secretaria de Governo, que tem status de ministério e é ligada diretamente à presidência da República. Em 2017, tornou-se Secretário de Segurança Pública do Ministério da Justiça e ampliou a presença da Força Nacional de Segurança no estado do Rio de Janeiro. Já em 2018, o general virou consultor da ONU e comandou as forças da organização no Haiti e no Congo.

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Tarcísio Gomes da Costa (Infraestrutura)

O engenheiro Tarcísio Gomes de Freitas é o atual secretário de Coordenação de Projetos da Secretaria Especial do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) do governo Michel Temer e consultor legislativo da Câmara dos Deputados. Formado em Ciências Militares pela Academia das Agulhas Negras, em Resende (RJ), e em engenharia no Instituto Militar de Engenharia, Freitas foi diretor executivo e diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), entre 2011 e 2015.

Gustavo Henrique Rigodanzo Canuto (Desenvolvimento Regional)

Atual secretário-executivo do Ministério da Integração Nacional no governo Temer e servidor de carreira do Ministério do Planejamento, Gustavo Henrique Rogodanzo Canuto é formado em Engenharia de Computação pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e em Direito pelo Centro Universitário de Brasília (UniCEUB). Ele também já assumiu compromissos de trabalho nas Secretarias de Aviação Civil e Geral da Presidência da República, além da Agência Nacional de Aviação Civil, segundo seu perfil na página do Ministério da Integração.

Osmar Terra (Cidadania)

No quinto mandato na Câmara dos Deputados, Osmar Terra, anunciado como ministro da Cidadania, é o primeiro emedebista anunciado para o governo de Jair Bolsonaro. A pasta, que será criada, absorverá as funções das atuais de Esportes, Cultura e Desenvolvimento Social. Terra já foi ministro do Desenvolvimento Social e Agrário no governo de Michel Temer e, em sua passagem pela pasta, até abril deste ano, foi responsável por um pente-fino que reduziu o número de beneficiários do Bolsa Família. Em sua gestão, ele também implantou o programa Criança Feliz, de atenção à primeira infância, e o Plano Progredir, de capacitação profissional e estímulo ao empreendedorismo. Médico com mestrado em neurociência, o futuro ministro é filiado ao MDB desde 1968. Além de ministro de Temer, ele foi secretário de Saúde do Rio Grande do Sul e prefeito de Santa Rosa (RS). Nas eleições deste ano, foi reeleito para a Câmara com 86.305 votos.

Marcelo Álvaro Antônio (Turismo)

Deputado federal pelo PSL, Marcelo Álvaro Antônio foi escolhido para a pasta do Turismo. Ele é o segundo membro do partido de Jair Bolsonaro a ser anunciado para o ministério – o outro é Gustavo Bebianno, indicado à Secretaria-Geral da Presidência. Álvaro Antônio está na Câmara desde 2014, onde integrou as comissões de Minas e Energia, Finanças e Tributação, Viação e Transportes, além de comissões externas sobre o Zika vírus e a situação hídrica dos municípios de Minas Gerais. O futuro ministro iniciou uma graduação em Engenharia Civil pela UniBH, mas não a concluiu.

Almirante Bento Costa Lima (Minas e Energia)

O almirante-de-esquadra Bento Costa Lima é o primeiro representante da Marinha no novo governo e ocupará o cargo de ministro de Minas e Energia. Diretor-geral de desenvolvimento nuclear e tecnológico da Marinha, ele está à frente do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub) e já atuou como assessor parlamentar do gabinete do Ministro da Marinha no Congresso Nacional. Carioca, o almirante começou a sua carreira em 1973, na Marinha, ocupando importantes cargos no Brasil e no exterior.

Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos)

A advogada e pastora Damares Alves foi indicada pelo presidente eleito Jair Bolsonaro para chefiar o Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos. Damares é assessora do senador Magno Malta (PR-ES), que se empenhou na campanha de Bolsonaro e esperava integrar o próximo governo. A Fundação Nacional do Índio (Funai), que cuida das políticas públicas em relação aos indígenas, deixará o Ministério da Justiça e ficará sob responsabilidade da nova pasta.

Ricardo Salles (Meio Ambiente)
O futuro ministro do Meio Ambiente do novo governo é formado em Direito com pós-graduação na Universidade de Coimbra e na Universidade de Lisboa. Em 2006, Ricardo Salles fundou o Movimento Endireita Brasil (MEB) e tentou ingressar na vida política como deputado estadual e federal mas nunca conseguiu se eleger. No governo de Geraldo Alckmin, ex-governador de São Paulo, o advogado foi o Secretário do Meio Ambiente de 2016 a 2017. Salles foi denunciado pelo Ministério Público de São Paulo por prática de improbidade administrativa e por intermediar processos administrativos, supostamente ilícitos, na Junta Comercial de São Paulo.

 

 

 

 

Fonte: MidiaNews

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Eleições

Botelho reúne centenas de apoiadores em Nova Mutum e destaca investimentos destinados ao município

Candidato à reeleição para deputado estadual esteve no Sindicato Rural neste sábado (26); encontro reuniu vereadores, lideranças políticas, apoiadores e eleitores

O candidato à reeleição para deputado estadual Eduardo Botelho (MDB) cumpriu agenda neste sábado, 26 de setembro, em Nova Mutum, onde participou de uma grande reunião com correligionários, apoiadores, amigos e lideranças políticas do município.

O encontro aconteceu no salão do Sindicato Rural de Nova Mutum e reuniu centenas de pessoas. Os assentos disponíveis foram ocupados e parte do público acompanhou as manifestações e discursos em pé. A mobilização teve como foco a apresentação das ações já desenvolvidas pelo parlamentar, o agradecimento pelas parcerias mantidas com lideranças locais e a defesa da continuidade dos investimentos destinados ao município.

A presença de Botelho em Nova Mutum também foi registrada pela imprensa regional. Durante a agenda deste sábado, o parlamentar concedeu entrevistas e afirmou que busca a continuidade de seu trabalho na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Entre as lideranças presentes estavam os vereadores José da Paixão Nonato, Beatriz Corrêa, Lurdes Costa Marques e Ataíde Luiz da Silva, o Baguncinha. Também participaram Vagmar, esposo da vereadora Lurdes, Ricardo Adriane, assessor de Eduardo Botelho, além do ex-prefeito de Diamantino Juviano Lincoln e outras lideranças políticas e comunitárias da região.

Recursos destinados à saúde

Ao longo dos últimos anos, a relação entre Botelho e Nova Mutum resultou na destinação e articulação de recursos para diferentes setores, com destaque para a saúde pública.

Em março de 2024, por exemplo, após uma articulação envolvendo o então presidente da Câmara José da Paixão, o prefeito Leandro Félix e outros vereadores, Botelho assegurou uma emenda parlamentar de R$ 600 mil para a saúde de Nova Mutum. O recurso foi posteriormente registrado pela Secretaria de Estado de Saúde para custeio de serviços de Média e Alta Complexidade no município.

Em anos anteriores, Botelho também havia destinado recursos para custeio da saúde e para o transporte escolar. Em visita realizada ao município em 2022, a própria assessoria parlamentar informou que aproximadamente R$ 702 mil já haviam sido viabilizados para custeio da saúde e aquisição de ônibus escolar.

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Outra articulação posteriormente divulgada pelas lideranças municipais apontou a destinação de recursos para consultas, exames especializados e procedimentos destinados aos pacientes da rede pública de saúde.

Agricultura familiar também recebeu investimentos

A agricultura familiar é outro setor que recebeu ações articuladas junto ao parlamentar.

Neste ano, 76 kits de ferramentas e equipamentos agrícolas foram entregues para atender produtores de Nova Mutum. A iniciativa contou com atuação dos vereadores José da Paixão, Beatriz Corrêa, Baguncinha e Lurdes Costa Marques junto ao deputado Eduardo Botelho. Os conjuntos incluíram carriolas, enxadas, cavadeiras, picaretas, facões, foices, serrotes, bombas costais e outros equipamentos utilizados diariamente pelos pequenos produtores.

Também em 2026, Nova Mutum esteve entre os municípios contemplados com ônibus destinado ao transporte escolar, por meio de indicações parlamentares de Botelho e ações executadas pelo Governo de Mato Grosso.

Essas ações se somam às articulações realizadas ao longo dos últimos mandatos nas áreas de saúde, educação, infraestrutura e atendimento às comunidades rurais.

Ferrovia é uma das ações estruturantes com impacto direto na região

Além das emendas direcionadas ao município, Botelho também esteve envolvido na articulação legislativa que possibilitou a implantação da primeira ferrovia estadual de Mato Grosso.

A Assembleia Legislativa aprovou mudanças constitucionais que permitiram ao Governo do Estado estruturar a concessão ferroviária. O projeto contempla o eixo que parte de Rondonópolis em direção a Nova Mutum e Lucas do Rio Verde, criando uma nova alternativa logística para uma das principais regiões produtoras do Estado.

Embora o investimento seja privado e não corresponda a uma emenda parlamentar de Botelho, a participação da Assembleia e do então presidente da Casa fez parte do processo institucional que possibilitou o avanço do empreendimento.

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Histórico eleitoral coloca Botelho entre os nomes de votação expressiva

Eduardo Botelho chega às eleições de 2026 buscando mais um mandato depois de ter obtido uma das maiores votações para deputado estadual em Mato Grosso no pleito de 2022.

Naquela eleição, recebeu 51.998 votos e terminou entre os candidatos mais votados para a Assembleia Legislativa. Os dados oficiais estão disponíveis nos sistemas de resultados do Tribunal Superior Eleitoral.

Em Nova Mutum, foram 1.427 votos em 2022, mostrando que o município já representava uma das bases eleitorais do parlamentar no interior do Estado.

Diante desse histórico, apoiadores e lideranças que participaram da reunião deste sábado trabalham com a expectativa de que Botelho possa novamente alcançar uma votação expressiva no pleito deste ano. O desempenho, entretanto, somente será conhecido após a apuração oficial das urnas.

Lideranças reforçam parceria com Nova Mutum

A reunião no Sindicato Rural também serviu para reunir parte das lideranças que, nos últimos anos, fizeram a interlocução entre Nova Mutum e o gabinete do deputado.

José da Paixão, Beatriz Corrêa, Lurdes Costa Marques e Baguncinha estiveram diretamente envolvidos em diferentes demandas encaminhadas ao parlamentar, principalmente nas áreas de saúde e agricultura familiar.

O encontro deste sábado reforçou justamente esse histórico de articulação. Para os participantes, as emendas, equipamentos e demais ações destinadas ao município foram apresentados como resultados da parceria entre representantes locais e o Legislativo estadual.

Com a aproximação das eleições de outubro, Botelho intensifica sua agenda pelo interior de Mato Grosso. Em Nova Mutum, a mobilização deste sábado reuniu apoiadores em torno de sua candidatura e colocou no centro do debate os investimentos já destinados ao município e as novas demandas apresentadas pelas lideranças locais.

 

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