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Política

Onyx diz que ‘não há condição’ de o governo intervir para mudar diretoria da Vale

O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse nesta terça-feira (29) que “não há condição” de o governo intervir para mudar a diretoria da mineradora Vale.

Após o rompimento da barragem da Vale em Brumadinho (MG), na sexta-feira (25), houve o comentário de que o governo, acionista da empresa, pudesse agir para mudar a diretoria. Onyx foi questionado sobre o tema em entrevista coletiva no Palácio do Planalto.

“Essa é uma decisão do conselho de administração, e é evidente que nas empresas privadas, em que o governo é apenas um acionista, o papel do acionista é confiar no seu conselho de administração. Não há condição de haver qualquer grau de intervenção [do governo], até porque essa não seria uma sinalização desejável ao mercado”, afirmou o ministro.

Ele foi questionado ainda se o governo apoia a atual diretoria ou se vai convocar uma reunião para tratar do assunto. Onyx respondeu que o governo vai esperar as investigações sobre a responsabilidade do rompimento da barragem em Brumadinho.

“Temos que aguardar o andamento das investigações. Não cabe ao governo federal apoiar qualquer empresa ou diretoria que não seja da sua administração, como a Petrobras”, completou Onyx.

Para o ministro, o governo deve ter a humildade de saber que não pode interferir em tudo.

“Governo tem que ter humildade para saber que não pode tudo e prudência, especialmente em um setor econômico que é muito relevante para o nosso país. Tem que haver algo muito importante, que é equilíbrio”, disse Onyx.

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Fiscalização de barragens

Além de Onyx, participaram da entrevista coletiva os ministros Ricardo Salles (Meio Ambiente), Bento Albuquerque (Minas e Energia) e Gustavo Canuto (Desenvolvimento Regional). Eles atenderam a imprensa depois de uma reunião no Palácio do Planalto, comandada pelo presidente em exercício, Hamilton Mourão, sobre segurança de barragens.

Canuto informou que o país tem cerca de 20 mil barragens cadastradas em órgãos do governo, com diversas finalidades (barragens de mineração, de hidroelétricas, de uso industrial). Dessas, de acordo com o ministro, 3.386 são classificadas com dano potencial associado alto ou risco alto, por isso são prioridade em um trabalho de fiscalização que o governo pretende implementar.

O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse nesta terça-feira (29) que “não há condição” de o governo intervir para mudar a diretoria da mineradora Vale.

Após o rompimento da barragem da Vale em Brumadinho (MG), na sexta-feira (25), houve o comentário de que o governo, acionista da empresa, pudesse agir para mudar a diretoria. Onyx foi questionado sobre o tema em entrevista coletiva no Palácio do Planalto.

“Essa é uma decisão do conselho de administração, e é evidente que nas empresas privadas, em que o governo é apenas um acionista, o papel do acionista é confiar no seu conselho de administração. Não há condição de haver qualquer grau de intervenção [do governo], até porque essa não seria uma sinalização desejável ao mercado”, afirmou o ministro.

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Ele foi questionado ainda se o governo apoia a atual diretoria ou se vai convocar uma reunião para tratar do assunto. Onyx respondeu que o governo vai esperar as investigações sobre a responsabilidade do rompimento da barragem em Brumadinho.

“Temos que aguardar o andamento das investigações. Não cabe ao governo federal apoiar qualquer empresa ou diretoria que não seja da sua administração, como a Petrobras”, completou Onyx.

Para o ministro, o governo deve ter a humildade de saber que não pode interferir em tudo.

“Governo tem que ter humildade para saber que não pode tudo e prudência, especialmente em um setor econômico que é muito relevante para o nosso país. Tem que haver algo muito importante, que é equilíbrio”, disse Onyx.

Fiscalização de barragens

Além de Onyx, participaram da entrevista coletiva os ministros Ricardo Salles (Meio Ambiente), Bento Albuquerque (Minas e Energia) e Gustavo Canuto (Desenvolvimento Regional). Eles atenderam a imprensa depois de uma reunião no Palácio do Planalto, comandada pelo presidente em exercício, Hamilton Mourão, sobre segurança de barragens.

Canuto informou que o país tem cerca de 20 mil barragens cadastradas em órgãos do governo, com diversas finalidades (barragens de mineração, de hidroelétricas, de uso industrial). Dessas, de acordo com o ministro, 3.386 são classificadas com dano potencial associado alto ou risco alto, por isso são prioridade em um trabalho de fiscalização que o governo pretende implementar.

G1 Política

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TJMT condena Cattani a indenizar associação LGBTQIA+ e publicar retratação

A Quarta Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso condenou o deputado estadual Gilberto Cattani (PL) ao pagamento de R$ 20 mil por danos morais, além da obrigação de publicar uma retratação em seu perfil no Instagram. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (15), após análise de recurso movido pela associação MT Queer.

O colegiado seguiu, de forma unânime, o voto do desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho, que divergiu inicialmente da relatora Serly Marcondes Alves. Em primeira instância, a entidade havia tido o pedido negado, cenário que se repetiu em decisão inicial no próprio tribunal. No entanto, após pedido de vista, Rubens apresentou voto favorável à associação, posteriormente acompanhado pela relatora, consolidando o entendimento unânime da Câmara.

No voto, o desembargador destacou que o parlamentar possui histórico de manifestações consideradas polêmicas e apontou que, neste caso, houve extrapolação dos limites da atuação política. Segundo ele, as declarações não configuram exercício legítimo da função parlamentar, mas sim conteúdo discriminatório. “É nítido que o tom adotado não se caracteriza como crítica administrativa ou política, mas revela conteúdo de segregação e preconceito”, afirmou.

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A ação tem origem em um vídeo publicado por Cattani em novembro de 2023, no qual ele criticava um curta-metragem produzido pela MT Queer. O material retratava a relação afetiva entre dois jovens e, segundo o deputado, estaria “incentivando” comportamentos entre estudantes. A interpretação foi contestada pela entidade, que acionou a Justiça alegando discurso discriminatório.

Para o relator do voto vencedor, o caso não se enquadra na proteção da imunidade parlamentar. Ele classificou a conduta como manifestação de “intolerância odiosa”, ressaltando que não há nexo funcional que justifique o conteúdo das declarações no âmbito do exercício do mandato.

Além da indenização, que será acrescida de juros e correção monetária, o deputado deverá publicar uma retratação em sua conta no Instagram por, no mínimo, 15 dias. O descumprimento poderá gerar multa diária de R$ 1 mil.

A decisão, proferida em segunda instância, ainda pode ser alvo de recursos. Caso seja mantida até o trânsito em julgado, o caso poderá ter desdobramentos na esfera eleitoral, com eventual análise à luz da Lei da Ficha Limpa, dependendo do entendimento sobre eventual incitação ao ódio e suas implicações jurídicas.

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Fonte Folhamax

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