Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Política

Governo brasileiro condena ataques no Sri Lanka

O Ministério das Relações Exteriores disse, neste domingo (21), que o governo brasileiro condena os atentados que mataram mais de 200 pessoas no Sri Lanka. Ao menos oito explosões em hotéis e igrejas católicas, durante celebrações da Páscoa, também deixaram mais de 450 feridos.

O governo brasileiro condena veementemente os atentados praticados hoje, 21 de abril, Domingo de Páscoa, em igrejas e hotéis nas cidades de Colombo, Katana e Batticaloa, no Sri Lanka, que deixaram centenas de mortos e feridos”, diz a nota do Itamaraty.

“O governo brasileiro reafirma seu inteiro repúdio a todo ato de terrorismo, independente de sua motivação, expressa sua solidariedade ao governo e ao povo do Sri Lanka, transmite suas sentidas condolências às famílias das vítimas e estende aos feridos votos de plena e rápida recuperação.”

O presidente Jair Bolsonaro também lamentou os atentados e disse que, mesmo em dia sagrado, o “extremismo deixa rastros de morte e dor”. “Em nome dos brasileiros, condeno os ataques que deixaram centenas de vítimas no Sri Lanka, inclusive em igrejas, onde se celebrava a Ressurreição de Cristo. Que Deus possa confortar os que agora sofrem!”

Leia Também:  Após soltar 80 condenados em 2ª instância, Lewandowski pede que Toffoli marque julgamento

G1 Política

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Política

TJMT condena Cattani a indenizar associação LGBTQIA+ e publicar retratação

A Quarta Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso condenou o deputado estadual Gilberto Cattani (PL) ao pagamento de R$ 20 mil por danos morais, além da obrigação de publicar uma retratação em seu perfil no Instagram. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (15), após análise de recurso movido pela associação MT Queer.

O colegiado seguiu, de forma unânime, o voto do desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho, que divergiu inicialmente da relatora Serly Marcondes Alves. Em primeira instância, a entidade havia tido o pedido negado, cenário que se repetiu em decisão inicial no próprio tribunal. No entanto, após pedido de vista, Rubens apresentou voto favorável à associação, posteriormente acompanhado pela relatora, consolidando o entendimento unânime da Câmara.

No voto, o desembargador destacou que o parlamentar possui histórico de manifestações consideradas polêmicas e apontou que, neste caso, houve extrapolação dos limites da atuação política. Segundo ele, as declarações não configuram exercício legítimo da função parlamentar, mas sim conteúdo discriminatório. “É nítido que o tom adotado não se caracteriza como crítica administrativa ou política, mas revela conteúdo de segregação e preconceito”, afirmou.

Leia Também:  Vereadores apoiam a realização do Bangalô Cultural, evento que promove capoeira e cultura brasileira

A ação tem origem em um vídeo publicado por Cattani em novembro de 2023, no qual ele criticava um curta-metragem produzido pela MT Queer. O material retratava a relação afetiva entre dois jovens e, segundo o deputado, estaria “incentivando” comportamentos entre estudantes. A interpretação foi contestada pela entidade, que acionou a Justiça alegando discurso discriminatório.

Para o relator do voto vencedor, o caso não se enquadra na proteção da imunidade parlamentar. Ele classificou a conduta como manifestação de “intolerância odiosa”, ressaltando que não há nexo funcional que justifique o conteúdo das declarações no âmbito do exercício do mandato.

Além da indenização, que será acrescida de juros e correção monetária, o deputado deverá publicar uma retratação em sua conta no Instagram por, no mínimo, 15 dias. O descumprimento poderá gerar multa diária de R$ 1 mil.

A decisão, proferida em segunda instância, ainda pode ser alvo de recursos. Caso seja mantida até o trânsito em julgado, o caso poderá ter desdobramentos na esfera eleitoral, com eventual análise à luz da Lei da Ficha Limpa, dependendo do entendimento sobre eventual incitação ao ódio e suas implicações jurídicas.

Leia Também:  Prefeitos procuram a AL e reclamam da falta de cumprimento da LDO

Fonte Folhamax

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

polícia

política

Cidades

ESPORTES

Saúde

É Direito

MAIS LIDAS DA SEMANA