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Bazar da Assembleia Social começa na segunda-feira (9) e ocorre por agendamento

Foto: Karen Malagoli

A Assembleia Social (Coordenadoria de Integração, Cidadania e Cultura da Assembleia Legislativa de Mato Grosso – ALMT) inicia, a partir desta segunda-feira (9), a primeira edição do Bazar Solidário de 2022, mas em um formato diferente: por agendamento, tal qual um brechó.

A unidade social da Assembleia Legislativa de Mato Grosso tradicionalmente oferece peças em bom estado, cuja venda é revertida para alguma instituição filantrópica. Mas, diferentemente das edições anteriores, o bazar ocorrerá pelos dias úteis do mês de maio, enquanto houver estoque, mediante horário agendado pelo telefone (65) 3313-6994 ou pelo whatsapp (65) 9 9241-5258 (Célia).

O bazar foi montado em um dos camarins do Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros, espaço cultural gerido pela AL Social, e será agendado um interessado por vez, para evitar aglomeração.

A instituição beneficiada no Bazar Solidário por Agendamento é o Comitê Pró-Infância, Organização Não Governamental (Ong) de Cuiabá que oferece atividades como cultivo de horta e aulas de música e de karatê, no contraturno escolar, como forma de combater o trabalho infantil. A entidade filantrópica precisa de recursos para a manutenção do espaço físico.

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No Bazar da Assembleia Social, cujo acesso é pela entrada principal da ALMT e o ponto de partida é a sala 113, no 1º andar, há grande variedade de roupas, calçados, acessórios, brinquedos, artigos de decoração, novos e usados, de diversos tamanhos e para todas idades, sempre em bom estado e a baixo custo.

“Nós amamos o bazar, porque ele representa sustentabilidade, consumo consciente, solidariedade, desapego e ainda faz a energia girar. É um belo círculo virtuoso. Programe-se para visitar o espaço que montamos, a Celinha vai atendê-los pelo telefone e as meninas estão profissionais em orientar nas escolhas”, comenta a coordenadora Daniella Paula Oliveira.

A gestora ainda incentivou a participação com vistas ao resultado social. “Nós conhecemos o trabalho do Comitê Pró-Infância. É uma iniciativa muito bonita, com voluntários dedicados, mas que precisa de toda ajuda possível. E comprando em nosso bazar, você também estará contribuindo”, convida Dani Paula.

Serviço

Bazar da Assembleia Social – por agendamento

Instituição beneficiada: Comitê Pró-Infância

Data: A partir de segunda-feira (9), enquanto durarem os estoques

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Local: Camarim do Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros, acesso pela ALMT, sala 113 (Assembleia Social)

Agendamento e informações: pelo telefone (65) 3313-6994 ou pelo whatsapp (65) 9 9241-5258 (Célia)

Peças disponíveis: de roupas, calçados, acessórios, brinquedos, artigos de decoração, novos e usados

Fonte: ALMT

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TJMT condena Cattani a indenizar associação LGBTQIA+ e publicar retratação

A Quarta Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso condenou o deputado estadual Gilberto Cattani (PL) ao pagamento de R$ 20 mil por danos morais, além da obrigação de publicar uma retratação em seu perfil no Instagram. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (15), após análise de recurso movido pela associação MT Queer.

O colegiado seguiu, de forma unânime, o voto do desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho, que divergiu inicialmente da relatora Serly Marcondes Alves. Em primeira instância, a entidade havia tido o pedido negado, cenário que se repetiu em decisão inicial no próprio tribunal. No entanto, após pedido de vista, Rubens apresentou voto favorável à associação, posteriormente acompanhado pela relatora, consolidando o entendimento unânime da Câmara.

No voto, o desembargador destacou que o parlamentar possui histórico de manifestações consideradas polêmicas e apontou que, neste caso, houve extrapolação dos limites da atuação política. Segundo ele, as declarações não configuram exercício legítimo da função parlamentar, mas sim conteúdo discriminatório. “É nítido que o tom adotado não se caracteriza como crítica administrativa ou política, mas revela conteúdo de segregação e preconceito”, afirmou.

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A ação tem origem em um vídeo publicado por Cattani em novembro de 2023, no qual ele criticava um curta-metragem produzido pela MT Queer. O material retratava a relação afetiva entre dois jovens e, segundo o deputado, estaria “incentivando” comportamentos entre estudantes. A interpretação foi contestada pela entidade, que acionou a Justiça alegando discurso discriminatório.

Para o relator do voto vencedor, o caso não se enquadra na proteção da imunidade parlamentar. Ele classificou a conduta como manifestação de “intolerância odiosa”, ressaltando que não há nexo funcional que justifique o conteúdo das declarações no âmbito do exercício do mandato.

Além da indenização, que será acrescida de juros e correção monetária, o deputado deverá publicar uma retratação em sua conta no Instagram por, no mínimo, 15 dias. O descumprimento poderá gerar multa diária de R$ 1 mil.

A decisão, proferida em segunda instância, ainda pode ser alvo de recursos. Caso seja mantida até o trânsito em julgado, o caso poderá ter desdobramentos na esfera eleitoral, com eventual análise à luz da Lei da Ficha Limpa, dependendo do entendimento sobre eventual incitação ao ódio e suas implicações jurídicas.

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Fonte Folhamax

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