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Na ONU, Lula critica guerras, faz alerta climático e rechaça a fome

Na manhã desta terça-feira (24/9), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participou da 79ª Assembleia Geral das Nações Unidas em Nova York. Em seu discurso inaugural de 19 minutos, Lula abordou temas relevantes como os conflitos no Oriente Médio e a crise climática.

Ele destacou a grave escalada de disputas geopolíticas, mencionando que 2024 já registra o maior número de conflitos desde a Segunda Guerra Mundial, com gastos de US$ 2,4 trilhões em armamentos. Segundo Lula, esses recursos poderiam ser utilizados para combater a fome e enfrentar as mudanças climáticas.

Lula expressou preocupação com a situação na Ucrânia, onde a paz parece distante, e reafirmou a condenação do Brasil à invasão russa. Ele também enfatizou a importância do diálogo, citando a colaboração entre Brasil e China para promover a paz.

Referindo-se ao conflito em Gaza e na Cisjordânia, Lula lamentou a perda de vidas, principalmente entre mulheres e crianças, e criticou a transformação do direito de defesa em um ciclo de vingança que atrasa a busca por um cessar-fogo. Ele apontou que cerca de 300 milhões de pessoas precisarão de ajuda humanitária neste ano.

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Sobre a crise climática, o presidente ressaltou a urgência de ações efetivas, destacando que o mundo se aproxima do ano mais quente da história moderna, com desastres naturais se intensificando. Ele reforçou o compromisso do Brasil em não abdicar de sua soberania nas questões climáticas.

Lula também abordou a questão da fome, afirmando que 9% da população global está subnutrida, especialmente na África, Ásia e América Latina. Ele criticou as escolhas políticas que perpetuam a fome, ressaltando que a produção de alimentos é suficiente, mas o acesso é o grande desafio.

Por fim, o presidente renovou seu apelo por uma reforma no Conselho de Segurança da ONU, pedindo mudanças que tornem a organização mais eficaz e representativa, especialmente em relação à inclusão da América Latina.

Fonte: Metropole

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Casal é preso após tentar fazer sexo dentro de avião

Um casal foi preso nesse sábado (09) após tentar manter relações sexuais dentro de um avião durante um voo com destino à Argentina. O caso foi divulgado pelo jornal argentino La Nación.

Segundo a publicação, o homem, de 55 anos, e a mulher, de 60, foram flagrados seminus em seus assentos após denúncias feitas por outros passageiros da aeronave.

O voo da companhia aérea Copa Airlines vinha do Panamá e precisou realizar um pouso no aeroporto da cidade de Rosário após a situação ser comunicada ao comandante pelo chefe da cabine.

Ainda conforme o jornal argentino, a agência de aviação civil da Argentina não possui uma regulamentação específica para casos de prática sexual dentro de aeronaves. Mesmo assim, o Ministério Público foi acionado e o casal deverá responder criminalmente por atentado ao pudor.

Após o pouso, os dois foram levados para uma delegacia, onde passaram pelos procedimentos legais e administrativos relacionados ao caso.

As identidades dos envolvidos não foram divulgadas pelas autoridades argentinas.

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