Acidente
Cobalt invade preferencial e atinge Ônix na Av. das Andorinhas em Nova Mutum

Na manhã desta segunda-feira (16), dois veículos se envolveram em um acidente no cruzamento da Avenida das Andorinhas com a Rua Jatobás, no bairro Bela Vista, em Nova Mutum (MT).
Segunda às informações apuradas, um Chevrolet Cobalt prata, que trafegava pela Rua Jatobás, teria invadido a preferencial e atingido um Chevrolet Ônix prata, que seguia pela Avenida das Andorinhas.
Com o impacto, a parte frontal do Ônix ficou bastante danificada, e os airbags foram acionados. Apesar da força da colisão, não houve registro de feridos, segundo relatos.
Ainda de acordo com as informações, não foi necessário acionar o Corpo de Bombeiros, já que os ocupantes dos veículos não precisaram de atendimento médico no local.
As circunstâncias exatas do acidente devem ser esclarecidas pelas autoridades responsáveis.
Acidente
Novas imagens mostram colapso da ponte JK e momento em que veículos despencam no rio

Novas imagens divulgadas nas redes sociais revelam ângulos inéditos do desabamento da Ponte Juscelino Kubitschek (JK), que ligava os municípios de Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA). Os vídeos mostram o momento exato em que caminhões e uma motocicleta são arremessados ao rio após o colapso da estrutura.
As gravações indicam que o fluxo de veículos seguia normalmente até que o vão central começou a ceder. Em poucos segundos, parte da ponte desaba, arrastando veículos para o fundo do Rio Tocantins.
O acidente ocorreu na tarde de 22 de dezembro de 2024 e resultou em 14 mortes, além de três pessoas desaparecidas e um ferido. A estrutura, construída em 1960, já era alvo de críticas recorrentes por falta de manutenção.
Laudo da Polícia Federal apontou que o desabamento foi provocado pela deformação do vão central, agravada pelo excesso de peso dos veículos. No momento da queda, trafegavam pela ponte caminhões com cargas pesadas, incluindo produtos químicos, o que ampliou o impacto da tragédia.
Antes do colapso, moradores da região já alertavam autoridades sobre as condições da ponte. O desabamento, inclusive, ocorreu enquanto um vereador registrava imagens para denunciar os problemas estruturais.
A advogada Melissa Fachinello, que representa empresas e pescadores afetados, criticou a demora nas indenizações e classificou o caso como uma tragédia evitável. Segundo ela, faltaram medidas de manutenção, fiscalização e responsabilidade por parte do poder público.
Em nota, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) informou que as indenizações estão sendo tratadas na Justiça e que há discussões em andamento para acordos e mutirões que possam acelerar as compensações às vítimas.
Após o colapso, o que restou da ponte foi implodido em fevereiro de 2025. A nova estrutura foi construída no mesmo local e inaugurada exatamente um ano após a tragédia.
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