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Com novo CEO, Disney começa demissões em massa e corta 1000 empregos

A Walt Disney Company, gigante global do entretenimento, começou, nessa terça-feira (14/4), um processo de demissões em massa que deve eliminar cerca de mil postos de trabalho em diversas áreas da empresa.

Este será o primeiro grande corte de empregos desde a posse do novo CEO da Disney, Josh D’Amaro, em março deste ano. Ele assumiu o cargo que foi ocupado por Bob Iger por quase duas décadas.

De acordo com informações publicadas pela agência de notícias Associated Press, as demissões devem afetar, principalmente, os negócios de televisão da Disney, incluindo a ESPN, além dos estúdios de cinema.

Também serão desligados funcionários que atuam nos departamentos de produtos e tecnologia.

O que diz a Disney

Em um comunicado a funcionários, o CEO da companhia explicou a decisão de demitir um grande contingente de profissionais neste momento.

“Nos últimos meses, analisamos maneiras de otimizar nossas operações em várias áreas da empresa para garantir que ofereçamos a criatividade e a inovação de nível mundial que nossos fãs valorizam e esperam da Disney”, afirmou D’Amaro.
“Dado o ritmo acelerado de nossos setores, isso exige que avaliemos constantemente como promover uma força de trabalho mais ágil e tecnologicamente capacitada para atender às necessidades do futuro”, completou o CEO.

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Disney

A última grande rodada de demissões em massa na Disney ocorreu em 2022, sob a gestão de Bob Iger. Na ocasião, a empresa cortou cerca de 8 mil postos de trabalho.

No fim do ano passado, a Disney contava com cerca de 230 mil funcionários.

Josh D’Amaro tem 55 anos e está na Disney há quase 30 anos, desde 1998. Antes de se tornar o novo CEO e desde 2020, ele liderava a Disney Experiences, supervisionando 12 parques e 57 hotéis em todo o mundo.

Formado em administração de empresas pela Universidade de Georgetown, nos Estados Unidos, D’Amaro também já comandou o Disneyland Resort e o Walt Disney World Resort.

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Trump dá início ao bloqueio no Estreio de Ormuz e diz que vai “eliminar” qualquer navio que tentar passar

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que os navios iranianos que furarem o bloqueio imposto pelos Estados Unidos ao Estreito de Ormuz serão “eliminados“. O republicano declarou que o Exército dos EUA iniciou o bloqueio da passagem às 11h, no horário de Brasília, desta segunda-feira (13/4).

Em post nas redes sociais, o chefe da Casa Branca ameaçou qualquer tentativa do regime iraniano de romper com o bloqueio. “A Marinha do Irã jaz no fundo do mar, completamente destruída – 158 navios. O que não atingimos foi o pequeno número de seus chamados ‘navios de ataque rápido’, pois não os consideramos uma grande ameaça”, disse.

“Aviso: se algum desses navios se aproximar do nosso BLOQUEIO, será imediatamente ELIMINADO, usando o mesmo sistema de eliminação que usamos contra os traficantes de drogas em barcos no mar”, continuou Trump.

EUA anuncia bloqueio de Ormuz

Em meio à escalada da tensão no Oriente Médio, o Comando Central dos Estados Unidos (Centcom, na sigla em inglês) afirmou que bloquearia o Estreito de Ormuz a partir da manhã de hoje. A medida foi anunciada neste fim de semana, após os países não chegarem a um consenso sobre o fim da guerra na região.

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“O bloqueio será aplicado imparcialmente contra embarcações de todas as nações que entrarem ou saírem de portos e áreas costeiras iranianas, incluindo todos os portos iranianos no Golfo Pérsico e no Golfo de Omã”, diz a publicação do Centcom.

EUA, Israel e Irã se reuniram no Paquistão para negociarem os termos do cessar-fogo do conflito que já dura mais de um mês no Oriente Médio. As negociações, contudo, fracassaram. O principal ponto de tensão foi a questão nuclear iraniana – os EUA exigem que os trabalhos desse tipo seja encerrados, enquanto o Irã defende sua continuação.

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