Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

É Direito

TJMT mantém cassação de prefeito e aponta “tumulto processual”

A desembargadora Vandymara Galvão Ramos Paiva Zanolo, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou o pedido de liminar do prefeito cassado de São José do Rio Claro, Levi Ribeiro (PL), que buscava sua reintegração imediata ao cargo. Na decisão publicada nesta segunda-feira (11), a magistrada apontou que a estratégia da defesa gerou um “tumulto processual” ao protocolar múltiplas ações com objetos idênticos em um curto intervalo de tempo.

Levi Ribeiro foi cassado pela Câmara Municipal no final de abril por 8 votos a 1. Entre as irregularidades apontadas pela Comissão Processante estão o uso indevido de recursos públicos em obras — incluindo a construção de uma estátua de Jesus Cristo no valor de R$ 41,9 mil —, perseguição a servidores e irregularidades no uso de madeira em habitações populares. Desde a cassação, o município está sob o comando de Tarcísio Garbin (PSB).

A Estratégia de Defesa e a Negativa
A decisão do TJMT reforçou o entendimento da primeira instância sobre a existência de litispendência (quando processos diferentes tratam dos mesmos fatos).

Leia Também:  Duas mulheres ficam feridas em acidente entre carro e moto em Nova Mutum

Repetição de Ações: A desembargadora destacou que o ex-prefeito ajuizou três ações distintas em menos de 40 dias. Em todas, o objetivo central era suspender os trabalhos da Câmara Municipal utilizando argumentos que se “recombinavam” a cada nova peça jurídica.

Falta de Fatos Novos: Para o Judiciário, alegações como a falta de antecedência na ordem do dia e irregularidades na suspeição de vereadores foram repetidas exaustivamente, sem que houvesse fato juridicamente novo que justificasse a abertura de novos processos.

Supressão de Instância: A magistrada frisou que o pedido de reintegração ao cargo não poderia ser analisado diretamente pelo Tribunal de forma autônoma, uma vez que o objeto da ação original era apenas a suspensão da sessão de julgamento, e não a anulação do decreto de cassação em si, que já é alvo de outro Mandado de Segurança.

Propaganda

É Direito

Mutirão Pai Presente oferece reconhecimento de paternidade e exame de DNA em Nova Mutum/MT

O Poder Judiciário de Mato Grosso realizará, entre os dias 3 e 8 de agosto de 2026, mais uma edição do Mutirão Pai Presente, iniciativa que incentiva o reconhecimento voluntário da paternidade e busca reduzir o número de crianças sem o nome do pai na certidão de nascimento.

A ação acontecerá em todas as comarcas do Estado, incluindo Nova Mutum. No município, pessoas interessadas em reconhecer a paternidade ou iniciar o procedimento de investigação com exame de DNA devem procurar o Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (CEJUSC).

O atendimento pode ser realizado pelo WhatsApp (65) 9.9999-3003, pelo telefone (65) 3308-3434 ou presencialmente no Fórum de Nova Mutum, localizado na Rua das Helicônias, nº 444-N, bairro Jardim das Orquídeas.

Embora o mutirão seja realizado entre os dias 3 e 8 de agosto, as audiências de reconhecimento de paternidade e a coleta de material para exame de DNA são oferecidas durante todo o ano.

Durante as audiências, as partes poderão formalizar o reconhecimento espontâneo da paternidade. Quando houver dúvidas sobre o vínculo biológico, será possível agendar a coleta de material genético para a realização do exame de DNA.

Leia Também:  Duas mulheres ficam feridas em acidente entre carro e moto em Nova Mutum

Para participar, é necessário apresentar documento oficial com foto, certidão de nascimento e cartão do SUS da criança, além do maior número possível de informações sobre o suposto pai, principalmente telefone para contato.

O Mutirão Pai Presente é coordenado pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), por meio da Corregedoria-Geral da Justiça, em parceria com o Governo do Estado, Ministério Público, Defensoria Pública e Associação dos Notários e Registradores de Mato Grosso (Anoreg-MT).

A iniciativa integra o movimento nacional Pai Presente, criado para ampliar o reconhecimento da paternidade e garantir às crianças e adolescentes direitos fundamentais, como identidade, cidadania e acesso aos benefícios legais decorrentes da filiação.

Continue lendo

polícia

política

Cidades

ESPORTES

Saúde

É Direito

MAIS LIDAS DA SEMANA