Política
Veja quem são os pré-candidatos para disputar vaga ao Senado nas eleições 2026

As eleições deste ano reforçam um movimento de capilarização da política nos municípios de Mato Grosso Mato Grosso, com ex-prefeitos ganhando espaço em diferentes disputas proporcionais e majoritárias, independentemente do tamanho das cidades que administraram.
Dos 142 municípios do estado, 28 contam com ex-prefeitos entre os pré-candidatos a cargos eletivos neste pleito, com destaque para a disputa por vagas na Assembleia Legislativa e na Câmara dos Deputados. O levantamento também mostra a presença de nomes em partidos de diferentes espectros políticos, com predominância masculina, apenas duas mulheres aparecem entre as pré-candidaturas de ex-gestores municipais.
Já na corrida pelo Senado Federal, o ex-governador Mauro Mendes (União), que foi prefeito de Cuiabá, também integra o grupo de ex-gestores municipais com atuação na disputa. Outro nome ligado a prefeituras é Cidinho Santos (PP), ex-prefeito de Nova Marilândia, cotado como primeiro suplente na chapa.
Na Câmara dos Deputados, o deputado Juarez Costa (Republicanos), ex-prefeito de Sinop, tenta a reeleição. Outros ex-prefeitos também aparecem como pré-candidatos à Câmara Federal, como Rosana Martinelli (MDB) e Nilson Leitão (PP), ambos de Sinop, além de Fernando Gorgen (Podemos), de Querência.
Na Assembleia Legislativa, seis parlamentares que já exerceram o cargo de prefeito buscam a reeleição: Max Russi (Podemos), Wilson Santos (PSD), Júlio Campos (União), Nininho (Republicanos), Valdir Barranco (PT) e Valmir Moretto (Republicanos).
O levantamento também evidencia que cidades de pequeno porte passaram a ter maior protagonismo na formação de lideranças políticas. Municípios como Nova Marilândia, Acorizal, General Carneiro, Pontal do Araguaia e Alto Paraguai, todos com menos de 8 mil habitantes, têm ex-prefeitos entre os pré-candidatos.
Ao todo, 38 ex-prefeitos que já administraram cidades como Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis, Sinop, Cáceres, Sorriso, Lucas do Rio Verde e outras também aparecem na disputa por diferentes cargos neste pleito.
Apesar da ampla participação de ex-gestores, a presença de mulheres ainda é baixa. Entre os nomes levantados, apenas Rosana Martinelli (MDB), ex-prefeita de Sinop, e Janailza Taveira (Podemos), ex-prefeita de São Félix do Araguaia, figuram como pré-candidatas.
Entre as legendas, o Podemos lidera em número de ex-prefeitos pré-candidatos, seguido por Republicanos, MDB e União Brasil. PSDB, PT e outras siglas também aparecem na lista, distribuindo as candidaturas em diferentes regiões do estado.
A análise aponta ainda uma mudança em relação a eleições anteriores, quando ex-prefeitos se concentravam principalmente em grandes centros urbanos. Agora, nomes de cidades menores também disputam espaço no cenário estadual e federal, ampliando a influência política do interior nas decisões do estado.
O cenário indica que a experiência administrativa municipal segue sendo um dos principais caminhos de entrada e permanência na política de Mato Grosso, especialmente nas disputas proporcionais.
Política
Samantha Iris rebate Wilson Santos sobre audiências do Plano Diretor: “Precisava ter ido em pelo menos uma”

A vereadora e primeira-dama de Cuiabá, Samantha Iris (PL), rebateu as críticas feitas pelo deputado estadual Wilson Santos (PSD) sobre a quantidade de audiências públicas realizadas para discutir a revisão do Plano Diretor da capital.
Segundo informações do Olhar Direto, Wilson afirmou que quatro audiências não seriam suficientes para debater um tema que está sem atualização há mais de dez anos. Em resposta, Samantha questionou a legitimidade da crítica e disse não ter visto a participação do parlamentar nos encontros promovidos até agora.
“Eu não vi ele em nenhuma audiência. Então, eu acho que, para falar se é suficiente ou não, ele precisava ter ido pelo menos em uma para saber como está sendo feito”, declarou.
A vereadora também argumentou que o debate sobre o Plano Diretor não se limita às audiências presenciais. Segundo ela, o avanço das redes sociais e o maior acesso da população à internet ampliaram os canais de participação popular no processo de discussão.
“Hoje as pessoas têm mais acesso à internet, às redes sociais. As discussões não acontecem só no momento da audiência”, pontuou.
Samantha ainda afirmou que o cenário atual é diferente de períodos anteriores, quando, segundo ela, havia menos audiências e menos mecanismos de participação pública. Para a parlamentar, a avaliação sobre a suficiência do processo precisa considerar essas mudanças.
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