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Fatalidade

Bebê de 1 ano morre após se afogar em piscina em Nova Mutum

Um bebê identificado como Mathias Henrique de Oliveira Silva, de apenas 1 ano, morreu após se afogar em uma piscina residencial em Nova Mutum.

Conforme informações registradas pela Polícia Civil, o acidente ocorreu na noite de quarta-feira, 7 de maio, em ambiente domiciliar. O óbito foi confirmado na manhã de quinta-feira, 8 de maio, no Hospital Regional do município.

Segundo relato da mãe, após o acidente ela verificou as imagens das câmeras de segurança da residência e constatou que a criança permaneceu submersa na piscina a partir das 21h45, sendo encontrada pelos familiares somente às 22h20.

Assim que perceberam o afogamento, familiares retiraram a criança da água e a encaminharam imediatamente para atendimento no Corpo de Bombeiros, onde foram iniciadas as manobras de reanimação.

Em seguida, o bebê foi levado ao Hospital Regional de Nova Mutum, onde as equipes médicas continuaram os procedimentos de reanimação por cerca de 23 minutos, conseguindo restabelecer os batimentos cardíacos da criança. Apesar dos esforços, Mathias não resistiu e morreu na unidade hospitalar.

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A Polícia Civil foi acionada para a liberação do corpo e o caso é tratado como morte a esclarecer.

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Fatalidade

“Enterrei meu filho duas vezes”, diz mãe após troca de corpos em IML; famílias velaram e sepultaram pessoas erradas

Mônica Raquel Guadagnin enterrou o filho, de 24 anos, duas vezes após uma falha no processo de liberação de corpos no Instituto Médico Legal (IML) de Florianópolis. O caso, registrado em abril deste ano, resultou na troca de três corpos e levou famílias a velarem e sepultarem pessoas erradas.

Juliano Henrique Guadagnin, de 24 anos, morreu em um acidente de moto no dia 9 de abril. No mesmo dia, outros dois homens, Denner Dario Colodina, de 29 anos, e Patrick Nunes Ferreira, de 33, foram encontrados mortos em São José, em casos investigados como homicídio. Os três corpos foram recolhidos pela mesma viatura e encaminhados ao Instituto Geral de Perícias (IGP) da capital.

No dia seguinte, dois corpos foram liberados pelo IML para as respectivas funerárias para que as famílias pudessem realizar as cerimônias de despedida. Um deles foi entregue à funerária contratada pelos familiares de Juliano. O sepultamento ocorreu no mesmo dia, por volta das 17h, após o velório iniciado às 14h.

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“Dor que não acaba”

Horas depois de deixar o cemitério, Mônica recebeu uma ligação da funerária pedindo que retornasse à Central de Óbitos. Segundo ela, foi informada de que havia ocorrido “um problema com o IML”. O problema, na verdade, era a troca dos corpos.

O corpo de Denner foi entregue à família de Juliano, enquanto o de Patrick foi entregue à família de Denner. Os dois foram sepultados no mesmo dia, em caixões fechados, sem que os familiares tivessem contato direto com os corpos. O corpo de Juliano permaneceu no IML.

— Velar e sepultar um filho já é uma dor que não se acaba. Mas eu passei por isso duas vezes. Eu carreguei o caixão de uma outra pessoa achando que era meu filho — relatou Mônica.

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