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Apuração dos votos pode demorar dias após corte de verba, diz TRE-MT

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A eleição deste ano no estado deve custar 52% a menos que o planejado pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), após cortes no orçamento feitos pelo governo federal. Em consequência disso, devem ocorrer atrasos na apuração dos votos, segundo a presidente do TRE-MT, Maria Helena Póvoas.

Ela disse, em entrevista coletiva nesta quarta-feira (2), que o resultado que, nos últimos anos, levava horas para ser divulgado, pode demorar dias.

Esse tempo de apuração tem sido a principal preocupação da Justiça Eleitoral neste ano. No entanto, a desembargadora afirmou que a redução das despesas não deve prejudicar a votação, que deve ser feita em urnas eletrônicas e não em urna de lona com cédula de papel, como chegou a ser cogitado no ano passado.

O TRE-MT solicitou R$ 18.371.385,67 para gastar nesta eleição, mas foi aprovado peloTribunal Superior Eleitoral (TSE) somente R$ 12.847.348,00. Depois, na Lei Orçamentária Anual (LOA) para este ano foi autorizada a liberação de R$ 8.787.586,00.

Nas eleições de 2014, o TRE-MT desembolsou R$ R$ 7,91 por eleitor, que somando todo o eleitorado chegou a R$ 17.328.670,00 e, nesta eleição, quando os eleitores devem ir às urnas para escolher os novos prefeitos e novos vereadores dos 141 municípios do estado, cada voto deve custar R$ 3,82.

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A demora na contabilização dos votos deve ocorrer, principalmente, nos locais de difícil de acesso, como aldeias indígenas e regiões ribeirinhas, onde é necessário usar barco e avião para ter acesso. Esses meios de transporte custam mais caro e com a redução de gastos pode levar mais tempo para ter acesso a esses locais, o que pode influenciar no tempo de apuração dos votos.

“A lisura nas eleições será mantida, mas o tempo de apuração vai demorar. Mato Groosso sempre saiu na frente na apuração dos votos e apuração no mesmo dia. Agora, deve demorar três dias e até uma semana”, afirmou.

Nesta eleição, mais de 2 milhões de mato-grossenses deve votar. Houve crescimento no número do eleitorado. De 2.189.703, em 2014, subiu para 2.220.250. E, em 27 municípios, o sistema de votação deve ser biométrico. Em Cuiabá e Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá, o recadastramento biométrico não foi obrigatório.

G1 MT

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Cidades

“Gilmarmendelândia” : Cúpula política de MT lança novo distrito que pode se tornar cidade

Um evento de “grosso calibre” político marcou a manhã deste sábado (21) no interior de Mato Grosso. Autoridades de diversas esferas se reuniram para o lançamento oficial do distrito de “Gilmarlândia”, batizado em homenagem ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, este natural de Diamantino (a 182 km de Cuiabá).

O lançamento atendeu a um chamado direto do megaempresário do agronegócio Eraí Maggi. Através de um áudio, divulgado via WhatsApp, Eraí convocou as principais lideranças do estado para prestigiar o empreendimento, que já conta com planejamento e mapa definidos.

A lista de autoridades presentes no evento reflete a influência do homenageado e do organizador,. O vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e o secretário-chefe da Casa Civil, Fabio Garcia (União), e o deputado estadual Max Russi (PSB) já estavam no local do lançamento pela manhã. E aguardavam as chegadas do próprio ministro Gilmar Mendes e do governador Mauro Mendes (União).

ONDE FICA?

O novo distrito será situado após o Trevo da Libra, entre os municípios de Diamantino e Campo Novo do Parecis. O território é estratégico para o setor produtivo, sendo habitado em grande parte por funcionários dos grupos de Eraí e Blairo Maggi, que possuem extensas propriedades rurais na localidade.

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