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Saúde

Unidade hospitalar que contava com seis leitos de Terapia Intensiva ganha 10 novas vagas em UTI para o tratamento da Covid-19

Nova ala de UTI anexa ao Hospital Regional de Cáceres – Foto por: Tchélo Figueiredo – SECOM/MT

Durante a entrega dos 30 novos leitos referenciados para o tratamento da Covid-19 no Hospital Regional de Cáceres, o secretário estadual de Saúde, Gilberto Figueiredo, destacou que o número de leitos de Terapia Intensiva mais do que dobrou na unidade hospitalar, que antes contava com seis leitos de UTI e agora passa a operar com 16 vagas.

“Com esses 10 novos leitos de UTI, nós mais que dobramos a capacidade que existia no Hospital Regional. Essa iniciativa se soma a todo o esforço do Governo do Estado para preencher os vazios assistenciais em leitos de Terapia Intensiva. Nós pretendemos incrementar a rede, para que não tenhamos mais que sofrer com a falta de UTI neste Estado”, disse o secretário durante coletiva de imprensa.

O incremento de leitos é feito em estrutura perene, que permite o funcionamento definitivo das novas 10 vagas de Terapia Intensiva e 20 de enfermaria. A estrutura ampliada equivale a 22% do número total de leitos anteriormente disponibilizados pela unidade, que atende a 22 municípios da região de Cáceres.

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Com a ampliação, a unidade passa a contar com 30 leitos clínicos e 10 de UTI exclusivos para pacientes com coronavírus. O incremento também resulta na inclusão de 114 novos profissionais à equipe do hospital.

Foram investidos aproximadamente R$ 5,5 milhões na ampliação, que possibilitou o acréscimo de 1.200 m² à estrutura do Hospital Regional. A unidade é referência em atendimento hospitalar para os municípios das regiões oeste e sudoeste de Mato Grosso, que juntas compõem uma população aproximada de 400 mil habitantes.

Governador e secretário de Saúde inauguram 30 novos leitos no Hospital Regional de Cáceres

Governador e secretário de Saúde inauguram 30 novos leitos no Hospital Regional de Cáceres
Créditos: Mayke Toscano

Mesmo após a pandemia, os leitos poderão a ser usados para as diversas especialidades atendidas pelo hospital, tais como trauma, urgência e emergência, neurocirurgia, neurologia clínica, pediatria, oncologia clínica e cirúrgica, Unidade de Terapia Intensiva adulto e pediátrica, ambulatório de especialidades e de oncologia.

“Já são cerca de 1.300 leitos [entre UTIs e enfermarias] para o atendimento de demandas da Covid-19 em Mato Grosso. Além dessas ampliações, todos os hospitais do Governo do Estado serão modernizados pela atual gestão. Essas obras vão avançar paulatinamente pelas nossas unidades, como já acontece no Hospital Regional de Rondonópolis, Sinop e Sorriso”, concluiu Gilberto Figueiredo.

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Ampliações em todo Estado

Além dos 10 leitos de UTI inaugurados na unidade regional de Cáceres, a Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT) já ampliou outros 139 leitos de Terapia Intensiva na rede hospitalar do Estado.

Foram 70 novos leitos no Hospital Estadual Santa Casa, 30 no Hospital Metropolitano, 29 no Hospital Regional de Sinop e 10 no Hospital Regional de Rondonópolis. Todas ampliações da rede estadual foram feitas em estruturas que podem ser definitivas.

Atualmente, a rede do Sistema Único de Saúde (SUS) em Mato Grosso conta com mais de 400 leitos ativos de UTI e 889 de enfermaria, exclusivos para o tratamento de pacientes com a Covid-19.

 

 

GOV MT

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Saúde

MT deve registrar 520 novos casos de câncer colorretal por ano até 2028

O mês de março é tomado pela cor azul-marinho com o objetivo de alertar toda a sociedade para o câncer colorretal (intestino e reto), um dos tumores mais incidentes e uma das maiores taxas de mortalidade do país, que deve registrar 26.270 novos casos da doença por ano no triênio de 2026-2028.

Só em Mato Grosso, são estimados 520 novos casos anuais deste tipo de neoplasia no mesmo período, conforme estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Diante desse cenário, durante o mutirão do “Dia E – Ebserh em Ação”, vinculado ao programa “Agora Tem Especialistas”, do Ministério da Saúde (MS), o Hospital Universitário Júlio Müller, da Universidade Federal de Mato Grosso (HUJM-UFMT), administrado pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), alerta para importância de exames de colonoscopia.

A iniciativa também faz parte do “Março Azul-Marinho”, uma campanha de conscientização sobre a prevenção e o combate ao câncer colorretal. Durante o mutirão, realizado neste dia 21, caso seja identificada alguma doença durante os exames, os pacientes passam a ser acompanhados pelo serviço de coloproctologia.

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“Realizamos uma consulta de triagem no dia do mutirão e depois realizaremos consulta dando o feedback sobre o resultado do exame e seguimento”, disse a residente R5 de Coloproctologia, Maristella Nery.

O QUE É – O câncer colorretal é um tumor maligno que se desenvolve no intestino grosso (cólon) e no reto. Atualmente, já figura como o segundo tipo de tumor mais frequente entre homens e mulheres no Brasil, quando excluídos os casos de câncer de pele não melanoma.

Coloproctologista Mardem Machado de Souza, do HUJM-UFMT, alerta que a associação de sangramento nas fezes e alterações no hábito intestinal é o alerta mais comum. No entanto, dores abdominais, perda de peso, anemia e sensação de evacuação incompleta também devem ser investigadas. “Quanto mais cedo se diagnostica, menor o risco de disseminação do tumor e maiores as chances de oferecer um tratamento efetivo e definitivo, com elevadas taxas de cura”, frisou.

O especialista informa ainda que, embora existam métodos como a pesquisa de sangue oculto nas fezes e exames parciais do intestino, a colonoscopia é considerada o exame mais completo para detecção do câncer colorretal. O procedimento permite avaliar todo o intestino grosso, retirar lesões precursoras, biopsiar tumores e até retirar lesões malignas iniciais.

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Também a maioria dos cânceres do intestino grosso e reto surge a partir de pólipos adenomatosos, que se assemelham a pequenas verrugas e podem evoluir para câncer após sete a dez anos, caso ocorram alterações genéticas.

As diretrizes internacionais recomendam o início do rastreamento a partir dos 45 anos para pessoas sem fatores de risco. Para quem possui histórico familiar, o exame é indicado a partir dos 40 anos ou dez anos antes da idade em que o familiar de primeiro grau recebeu o diagnóstico.

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