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Saúde

Investimentos impulsionam avanços na saúde de Nova Mutum no segundo quadrimestre

Governo Municipal está buscando fortalecer o sistema de saúde local, proporcionando um atendimento de qualidade aos cidadãos.

No segundo quadrimestre de 2023, Nova Mutum investiu significativamente na saúde, com recursos adicionais destinados ao atendimento à Média e Alta Complexidade. O detalhamento das contas da pasta aconteceu na Câmara de Vereadores, nesta quarta-feira (20). Durante a Audiência Pública da Secretaria de Saúde foram apresentados os detalhes dos investimentos realizados, o aumento no quantitativo de serviços ofertados e os resultados positivos alcançados nos indicadores de saúde do município. 

Sônia Ávila, secretária de Saúde, destacou o fortalecimento da saúde básica e oferta de atendimento de qualidade. “Estamos trabalhando incansavelmente para oferecer serviços de saúde acessíveis, eficientes e humanizados, visando o bem-estar e a promoção da saúde da nossa comunidade”, disse.

Com investimentos de R$ 59.833.058,06 na Saúde, o município vêm cumprindo além do que está previsto na Lei 141/2012, que exige 15% de aplicação.

O Governo Municipal destinou R$ 36.264.143,10 para a Assistência Hospitalar e Ambulatorial e R$18.308.168,84 para a Atenção Básica à Saúde, totalizando 986.503 procedimentos ambulatoriais.

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Investimentos também foram feitos em Suporte Profilático e Terapêutico com recursos na ordem de R$ 2.147.755,93 e Vigilância Epidemiológica com R$ 1.927.172,92.

A administração dos serviços de saúde investiu recursos financeiros de R$ 3.049.254,33, que foram destinados ao Consórcio Vale do Teles Pires para serviços médicos, exames e procedimentos cirúrgicos. O Consórcio realizou 262 procedimentos cirúrgicos eletivos, 13.703 procedimentos ambulatoriais e 23.113 km em serviços de remoção terrestre para pacientes críticos entre janeiro e agosto.

No Hospital Regional Hilda Strenger Ribeiro, o município aplicou R$ 8.073.674,41 na contratualização de serviços hospitalares nos últimos quatro meses deste ano.

Gilmar Alves/Gcom
Nova Mutum/MT

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Saúde

MT deve registrar 520 novos casos de câncer colorretal por ano até 2028

O mês de março é tomado pela cor azul-marinho com o objetivo de alertar toda a sociedade para o câncer colorretal (intestino e reto), um dos tumores mais incidentes e uma das maiores taxas de mortalidade do país, que deve registrar 26.270 novos casos da doença por ano no triênio de 2026-2028.

Só em Mato Grosso, são estimados 520 novos casos anuais deste tipo de neoplasia no mesmo período, conforme estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Diante desse cenário, durante o mutirão do “Dia E – Ebserh em Ação”, vinculado ao programa “Agora Tem Especialistas”, do Ministério da Saúde (MS), o Hospital Universitário Júlio Müller, da Universidade Federal de Mato Grosso (HUJM-UFMT), administrado pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), alerta para importância de exames de colonoscopia.

A iniciativa também faz parte do “Março Azul-Marinho”, uma campanha de conscientização sobre a prevenção e o combate ao câncer colorretal. Durante o mutirão, realizado neste dia 21, caso seja identificada alguma doença durante os exames, os pacientes passam a ser acompanhados pelo serviço de coloproctologia.

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“Realizamos uma consulta de triagem no dia do mutirão e depois realizaremos consulta dando o feedback sobre o resultado do exame e seguimento”, disse a residente R5 de Coloproctologia, Maristella Nery.

O QUE É – O câncer colorretal é um tumor maligno que se desenvolve no intestino grosso (cólon) e no reto. Atualmente, já figura como o segundo tipo de tumor mais frequente entre homens e mulheres no Brasil, quando excluídos os casos de câncer de pele não melanoma.

Coloproctologista Mardem Machado de Souza, do HUJM-UFMT, alerta que a associação de sangramento nas fezes e alterações no hábito intestinal é o alerta mais comum. No entanto, dores abdominais, perda de peso, anemia e sensação de evacuação incompleta também devem ser investigadas. “Quanto mais cedo se diagnostica, menor o risco de disseminação do tumor e maiores as chances de oferecer um tratamento efetivo e definitivo, com elevadas taxas de cura”, frisou.

O especialista informa ainda que, embora existam métodos como a pesquisa de sangue oculto nas fezes e exames parciais do intestino, a colonoscopia é considerada o exame mais completo para detecção do câncer colorretal. O procedimento permite avaliar todo o intestino grosso, retirar lesões precursoras, biopsiar tumores e até retirar lesões malignas iniciais.

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Também a maioria dos cânceres do intestino grosso e reto surge a partir de pólipos adenomatosos, que se assemelham a pequenas verrugas e podem evoluir para câncer após sete a dez anos, caso ocorram alterações genéticas.

As diretrizes internacionais recomendam o início do rastreamento a partir dos 45 anos para pessoas sem fatores de risco. Para quem possui histórico familiar, o exame é indicado a partir dos 40 anos ou dez anos antes da idade em que o familiar de primeiro grau recebeu o diagnóstico.

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