Política
TVAL exibe material sobre o Kuarup neste sábado
LAIS COSTA MARQUES / Secretaria de Comunicação Social
A TV Assembleia (TVAL) exibe, neste sábado (5), um documentário inédito intitulado “Kuarup – o fim do luto dos Kuikuro”, o ritual fúnebre que expressa a riqueza e tradição dos índios que vivem no Parque Nacional do Xingu. O documentário tem a digital da jornalista, Deisy Boroviec, e do repórter cinematográfico, Max Pereira, os dois da TVAL, e retrata a cultura dos índios do Xingu, parque onde vivem muitas tribos, criado na década de 1960, em Mato Grosso, e explica o ritual Kuarup, festa em honra e despedida dos mortos das tribos.
O documentário mostra, com detalhes, imagens e relatos de nativos, a importância e respeito à harmoniosa cultura indígena, um ritual festivo em homenagem a mortos considerados filhos diletos da criação. Segundo o deputado Wilson Santos (PSDB), que participou do Kuarup, no Parque do Xingu vivem quase oito mil índios de 13 etnias diferentes. “É um mosaico de línguas, de cultura, algo fantástico, espetacular, em nível mundial”, disse o parlamentar.
“Aqui eles ficam um ano homenageando quem já morreu. Isso é muito forte, é uma cultura rica”, diz o documentarista Banavita. Para o repórter fotográfico Max Pereira, da TVAL, “é um documentário de imagens singulares”.
“Um trabalho que mostra a tradição com a modernidade, a tecnologia dentro das aldeias”, observou a jornalista Dayse Boroviec. “Hoje os povos indígenas não ficam estagnados na vida que tinham antes. E o Kuarup é interessante porque quando morre algum ente familiar, eles ficam dentro da oca por um ano. É como se fosse um velório, mas de um ano”, diz Deisy Boroviec. “Você entra no mundo deles e não vê maldade, por exemplo, na nudez humana”.
Para resumir, Deisy citou um momento das homenagens. “É muito forte quando você está no Kuarup, quando as pessoas choram. Mesmo que você não seja daquela comunidade, você sente a energia”.
O Kuarup ocorre sempre um ano após a morte dos parentes indígenas. O documentário traz os preparativos, como os troncos de madeira que representam cada homenageado. Eles são colocados no centro do pátio da aldeia, ornamentados, como ponto principal de todo o ritual. Em torno deles, a família faz uma homenagem aos mortos. Passam à noite toda acordados, chorando e rezando pelos seus familiares que se foram. E é assim, com rezas e muito choro, que se despedem, pela última vez dos entes queridos.
Conforme o superintendente da ALMT, jornalista Jaime Neto, o documentário ‘Kuarup – O fim do luto dos Kuikuro’, marca os 20 anos da TVAL. “O material ficou extremamente rico em termos de cultura indígena mato-grossense e faz parte desse conjunto de documentários que a TVAL vem fazendo”, disse, recordando que o último documentário exibido, no ano passado, foi o intitulado “Pantanal, futuro incerto”, quando foi necessário um ano de trabalho para produzir o material que gerou grande repercussão no Estado.
Jaime Neto fez questão de carimbar o apoio da secretária de Comunicação da ALMT, Rosemeire Felfille, nesta fase da TVAL, e de toda a Mesa Diretora. “Esse trabalho faz parte dessa etapa da TV de bons documentários”, acrescentando que outras produções também são destaque no canal 30.1, como exemplo, o projeto ‘Conhecendo a Cidade’, que já percorreu e mostrou a história de 15 cidades mato-grossenses, entre elas, Jaciara, Tangará da Serra, Chapada dos Guimarães, Barão de Melgaço, Nossa Senhora do Livramento, Santo Antônio do Leverger, Diamantino e Porto dos Gaúchos. Já estão em fase de produção, segundo Jaime Neto, cidades do Médio Norte, como Arenápolis, Nortelândia, Alto Paraguai e Nova Brasilândia.
Serviço:
A TV Assembleia de Mato Grosso apresenta o documentário: “kuarup: o fim do luto dos Kuikuro!”
Estreia neste sábado, dia 5 de fevereiro, no canal 30.1, às 8h30 e reprise às 13h30 e 18h30. E no domingo, às 8h30, 13h30 e 19h.
Lembrando que o documentário vai estar no Youtube, no endereço: tvassembleiamt.
Não perca, é a história viva de Mato Grosso.
TVAL 20 anos, o Canal da Cidadania.
A TV Assembleia (TVAL) exibe, neste sábado (5), um documentário inédito intitulado “Kuarup – o fim do luto dos Kuikuro”, o ritual fúnebre que expressa a riqueza e tradição dos índios que vivem no Parque Nacional do Xingu. O documentário tem a digital da jornalista, Deisy Boroviec, e do repórter cinematográfico, Max Pereira, os dois da TVAL, e retrata a cultura dos índios do Xingu, parque onde vivem muitas tribos, criado na década de 1960, em Mato Grosso, e explica o ritual Kuarup, festa em honra e despedida dos mortos das tribos.
O documentário mostra, com detalhes, imagens e relatos de nativos, a importância e respeito à harmoniosa cultura indígena, um ritual festivo em homenagem a mortos considerados filhos diletos da criação. Segundo o deputado Wilson Santos (PSDB), que participou do Kuarup, no Parque do Xingu vivem quase oito mil índios de 13 etnias diferentes. “É um mosaico de línguas, de cultura, algo fantástico, espetacular, em nível mundial”, disse o parlamentar.
“Aqui eles ficam um ano homenageando quem já morreu. Isso é muito forte, é uma cultura rica”, diz o documentarista Banavita. Para o repórter fotográfico Max Pereira, da TVAL, “é um documentário de imagens singulares”.
“Um trabalho que mostra a tradição com a modernidade, a tecnologia dentro das aldeias”, observou a jornalista Dayse Boroviec. “Hoje os povos indígenas não ficam estagnados na vida que tinham antes. E o Kuarup é interessante porque quando morre algum ente familiar, eles ficam dentro da oca por um ano. É como se fosse um velório, mas de um ano”, diz Deisy Boroviec. “Você entra no mundo deles e não vê maldade, por exemplo, na nudez humana”.
Para resumir, Deisy citou um momento das homenagens. “É muito forte quando você está no Kuarup, quando as pessoas choram. Mesmo que você não seja daquela comunidade, você sente a energia”.
O Kuarup ocorre sempre um ano após a morte dos parentes indígenas. O documentário traz os preparativos, como os troncos de madeira que representam cada homenageado. Eles são colocados no centro do pátio da aldeia, ornamentados, como ponto principal de todo o ritual. Em torno deles, a família faz uma homenagem aos mortos. Passam à noite toda acordados, chorando e rezando pelos seus familiares que se foram. E é assim, com rezas e muito choro, que se despedem, pela última vez dos entes queridos.
Conforme o superintendente da ALMT, jornalista Jaime Neto, o documentário ‘Kuarup – O fim do luto dos Kuikuro’, marca os 20 anos da TVAL. “O material ficou extremamente rico em termos de cultura indígena mato-grossense e faz parte desse conjunto de documentários que a TVAL vem fazendo”, disse, recordando que o último documentário exibido, no ano passado, foi o intitulado “Pantanal, futuro incerto”, quando foi necessário um ano de trabalho para produzir o material que gerou grande repercussão no Estado.
Jaime Neto fez questão de carimbar o apoio da secretária de Comunicação da ALMT, Rosemeire Felfille, nesta fase da TVAL, e de toda a Mesa Diretora. “Esse trabalho faz parte dessa etapa da TV de bons documentários”, acrescentando que outras produções também são destaque no canal 30.1, como exemplo, o projeto ‘Conhecendo a Cidade’, que já percorreu e mostrou a história de 15 cidades mato-grossenses, entre elas, Jaciara, Tangará da Serra, Chapada dos Guimarães, Barão de Melgaço, Nossa Senhora do Livramento, Santo Antônio do Leverger, Diamantino e Porto dos Gaúchos. Já estão em fase de produção, segundo Jaime Neto, cidades do Médio Norte, como Arenápolis, Nortelândia, Alto Paraguai e Nova Brasilândia.
Serviço:
A TV Assembleia de Mato Grosso apresenta o documentário: “kuarup: o fim do luto dos Kuikuro!”
Estreia neste sábado, dia 5 de fevereiro, no canal 30.1, às 8h30 e reprise às 13h30 e 18h30. E no domingo, às 8h30, 13h30 e 19h.
Lembrando que o documentário vai estar no Youtube, no endereço: tvassembleiamt.
Não perca, é a história viva de Mato Grosso.
TVAL 20 anos, o Canal da Cidadania.
Política
TJMT condena Cattani a indenizar associação LGBTQIA+ e publicar retratação

A Quarta Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso condenou o deputado estadual Gilberto Cattani (PL) ao pagamento de R$ 20 mil por danos morais, além da obrigação de publicar uma retratação em seu perfil no Instagram. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (15), após análise de recurso movido pela associação MT Queer.
O colegiado seguiu, de forma unânime, o voto do desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho, que divergiu inicialmente da relatora Serly Marcondes Alves. Em primeira instância, a entidade havia tido o pedido negado, cenário que se repetiu em decisão inicial no próprio tribunal. No entanto, após pedido de vista, Rubens apresentou voto favorável à associação, posteriormente acompanhado pela relatora, consolidando o entendimento unânime da Câmara.
No voto, o desembargador destacou que o parlamentar possui histórico de manifestações consideradas polêmicas e apontou que, neste caso, houve extrapolação dos limites da atuação política. Segundo ele, as declarações não configuram exercício legítimo da função parlamentar, mas sim conteúdo discriminatório. “É nítido que o tom adotado não se caracteriza como crítica administrativa ou política, mas revela conteúdo de segregação e preconceito”, afirmou.
A ação tem origem em um vídeo publicado por Cattani em novembro de 2023, no qual ele criticava um curta-metragem produzido pela MT Queer. O material retratava a relação afetiva entre dois jovens e, segundo o deputado, estaria “incentivando” comportamentos entre estudantes. A interpretação foi contestada pela entidade, que acionou a Justiça alegando discurso discriminatório.
Para o relator do voto vencedor, o caso não se enquadra na proteção da imunidade parlamentar. Ele classificou a conduta como manifestação de “intolerância odiosa”, ressaltando que não há nexo funcional que justifique o conteúdo das declarações no âmbito do exercício do mandato.
Além da indenização, que será acrescida de juros e correção monetária, o deputado deverá publicar uma retratação em sua conta no Instagram por, no mínimo, 15 dias. O descumprimento poderá gerar multa diária de R$ 1 mil.
A decisão, proferida em segunda instância, ainda pode ser alvo de recursos. Caso seja mantida até o trânsito em julgado, o caso poderá ter desdobramentos na esfera eleitoral, com eventual análise à luz da Lei da Ficha Limpa, dependendo do entendimento sobre eventual incitação ao ódio e suas implicações jurídicas.
Fonte Folhamax
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