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Presidente destaca parceria da ALMT para entrega de títulos definitivos na Grande Morada da Serra


Foto: MAURICIO BARBANT / ALMT

A parceria da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Governo do Estado e Tribunal de Justiça viabilizou a emissão de mais 969 títulos definitivos de imóveis do CPA I, II, III e IV, em Cuiabá. Durante a entrega, feita na noite de terça-feira (15), na Escola Estadual Victorino Monteiro Silva, o presidente da ALMT, deputado Eduardo Botelho (União Brasil), destacou o empenho dos poderes em promover e acelerar a regularização fundiária.  

A expectativa é de que 20 mil títulos registrados em cartório sejam entregues ainda neste ano em todo o estado. Botelho lembrou que, antes, o tempo de espera para finalizar uma escritura demorava pelo menos dois anos, mas que o trabalho em conjunto deu celeridade ao processo e, por isso, está sendo possível atender aos anseios de milhares de famílias que sonham com o documento de seus imóveis.

“Estamos entregando a escritura pronta e registrada para cada pessoa, sem custo nenhum, porque essa é uma obrigação do estado. Devo destacar que é uma parceria da Assembleia Legislativa, Governo do Estado e do Tribunal de Justiça de Mato Grosso. Os cartórios estão se dedicando, trabalhando muito, para entregar essas escrituras. Temos que reconhecer essa parceria que permite entregar, em tempo recorde, à população que estava aguardando há muito tempo pelo documento. Hoje, estamos aqui realizando sonhos!”, disse Botelho.  

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Elizabete Roca, presidente do bairro CPA IV, 4ª e 5ª etapas, reconheceu o trabalho. “Somos imensamente agradecidos e felizes pelo documento”, disse.

Da mesma forma, Damião Medeiros, presidente do CPA IV, 1ª, 2ª e 3ª etapas, relatou sobre a condução do trabalho à efetivação dos documentos. “Começamos a parceria com a Assembleia Legislativa, governo do estado e associação dos moradores, mas o primeiro contato que tivemos foi com a assessoria do deputado Botelho, que nos informou sobre o processo de regularização. Só temos a agradecer pelo brilhante trabalho”.

A espera acabou para dona Ester Farias, moradora do CPA IV, 4ª etapa. “Aguardava pela escritura há mais de 30 anos, muitas vezes pensei até em desistir. Mas, graças a Deus, fui agraciada porque um título desse está caro. Estou muito feliz!”.

Na oportunidade, o governador Mauro Mendes (União Brasil) falou sobre a morosidade que havia nas gestões anteriores à regularização dos imóveis, mas destacou que, agora, as famílias passam a ter segurança jurídica da propriedade que poderá ser vendida, reformada e deixada como herança.

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“Estou muito feliz por todos os pais e mães de famílias que receberam o seu documento hoje, pois significa a realização de um sonho. Nós sabemos que esse é um dever do Estado, mas que não vinha sendo feito nas gestões anteriores. Desde que assumimos, o trabalho de regularização fundiária vem sendo levado muito a sério pela importância social que significa ter a casa própria”, afirmou o governador.

Fonte: ALMT

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TJMT condena Cattani a indenizar associação LGBTQIA+ e publicar retratação

A Quarta Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso condenou o deputado estadual Gilberto Cattani (PL) ao pagamento de R$ 20 mil por danos morais, além da obrigação de publicar uma retratação em seu perfil no Instagram. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (15), após análise de recurso movido pela associação MT Queer.

O colegiado seguiu, de forma unânime, o voto do desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho, que divergiu inicialmente da relatora Serly Marcondes Alves. Em primeira instância, a entidade havia tido o pedido negado, cenário que se repetiu em decisão inicial no próprio tribunal. No entanto, após pedido de vista, Rubens apresentou voto favorável à associação, posteriormente acompanhado pela relatora, consolidando o entendimento unânime da Câmara.

No voto, o desembargador destacou que o parlamentar possui histórico de manifestações consideradas polêmicas e apontou que, neste caso, houve extrapolação dos limites da atuação política. Segundo ele, as declarações não configuram exercício legítimo da função parlamentar, mas sim conteúdo discriminatório. “É nítido que o tom adotado não se caracteriza como crítica administrativa ou política, mas revela conteúdo de segregação e preconceito”, afirmou.

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A ação tem origem em um vídeo publicado por Cattani em novembro de 2023, no qual ele criticava um curta-metragem produzido pela MT Queer. O material retratava a relação afetiva entre dois jovens e, segundo o deputado, estaria “incentivando” comportamentos entre estudantes. A interpretação foi contestada pela entidade, que acionou a Justiça alegando discurso discriminatório.

Para o relator do voto vencedor, o caso não se enquadra na proteção da imunidade parlamentar. Ele classificou a conduta como manifestação de “intolerância odiosa”, ressaltando que não há nexo funcional que justifique o conteúdo das declarações no âmbito do exercício do mandato.

Além da indenização, que será acrescida de juros e correção monetária, o deputado deverá publicar uma retratação em sua conta no Instagram por, no mínimo, 15 dias. O descumprimento poderá gerar multa diária de R$ 1 mil.

A decisão, proferida em segunda instância, ainda pode ser alvo de recursos. Caso seja mantida até o trânsito em julgado, o caso poderá ter desdobramentos na esfera eleitoral, com eventual análise à luz da Lei da Ficha Limpa, dependendo do entendimento sobre eventual incitação ao ódio e suas implicações jurídicas.

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Fonte Folhamax

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