Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Política

Max cita nome de Beto Dois a Um e prevê consenso em composição para Mesa Diretora da AL

Favorito a presidência, parlamentar do PSB diz que colegiado decidirá demais integrantes da Mesa


O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado estadual Max Russi (PSB), confirmou que busca formar uma chapa de consenso para comandar a Mesa Diretora da Casa de Leis. Max, até o momento, é o único nome consolidado para a presidência do parlamento estadual.

Entre os demais deputados, Beto Dois a Um (União), Janaína Riva (MDB) e Júlio Campos (União) foram citados por Max como nomes que podem compor a formação da próxima mesa direta da ALMT.

“Não é o deputado Max que vai decidir isso (demais cargos). Quem vai decidir é o colegiado, a maioria. Tenho colocado isso muito aberto”, frisou o deputado.

Nos bastidores a tendência natural é de que o líder do Governo, Beto Dois a Um forme junto com Max, pois transita bem entre todas as siglas e forças políticas do Estado.

“Estou tranquilo para administrar porque acredito que os 24 deputados têm condições de ocupar qualquer cargo dentro da Assembleia Legislativa”, complementou.

Leia Também:  Ninguém acerta as seis dezenas da Mega-Sena 2640 e prêmio vai a R$ 33 milhões; veja números sorteados

Segundo Max Rusi, as articulações para a eleição da Mesa ainda estão começo, mas o objetivo é evitar uma disputa de chapas e chegar a um consenso.

“Se a gente conseguir convergir para um diálogo, para que não haja disputa, ruídos na Assembleia é o melhor cenário. Mas a disputa também faz parte do processo democrático”, continuou.

Com o apoio de Mauro Mendes, acedita-se que o Deputado Eduardo Botelho (União) seja eleito prefeito da capital Cuiabá. Outro acontecimento que se vislumbra é a ida de Dilmar Dal Bosco ao Tribunal de Contas do Estado, TCE-MT.

Mesmo com as movimentações e força do União Brasil em Mato Grosso, Max acredita que as articulações pela Mesa Diretora não terão interferência do Governo do Estado.

“Parlamento é independente. Os deputados vão trabalhar as suas convicções, aquilo que eles acham que é melhor para o parlamento dentro da Assembleia Legislativa”, finalizou.

A eleição da mesa está prevista para 24 de setembro deste corrente ano.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Política

TJMT condena Cattani a indenizar associação LGBTQIA+ e publicar retratação

A Quarta Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso condenou o deputado estadual Gilberto Cattani (PL) ao pagamento de R$ 20 mil por danos morais, além da obrigação de publicar uma retratação em seu perfil no Instagram. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (15), após análise de recurso movido pela associação MT Queer.

O colegiado seguiu, de forma unânime, o voto do desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho, que divergiu inicialmente da relatora Serly Marcondes Alves. Em primeira instância, a entidade havia tido o pedido negado, cenário que se repetiu em decisão inicial no próprio tribunal. No entanto, após pedido de vista, Rubens apresentou voto favorável à associação, posteriormente acompanhado pela relatora, consolidando o entendimento unânime da Câmara.

No voto, o desembargador destacou que o parlamentar possui histórico de manifestações consideradas polêmicas e apontou que, neste caso, houve extrapolação dos limites da atuação política. Segundo ele, as declarações não configuram exercício legítimo da função parlamentar, mas sim conteúdo discriminatório. “É nítido que o tom adotado não se caracteriza como crítica administrativa ou política, mas revela conteúdo de segregação e preconceito”, afirmou.

Leia Também:  Governo de MT asfalta 420 Km de rodovias em parcerias com prefeituras

A ação tem origem em um vídeo publicado por Cattani em novembro de 2023, no qual ele criticava um curta-metragem produzido pela MT Queer. O material retratava a relação afetiva entre dois jovens e, segundo o deputado, estaria “incentivando” comportamentos entre estudantes. A interpretação foi contestada pela entidade, que acionou a Justiça alegando discurso discriminatório.

Para o relator do voto vencedor, o caso não se enquadra na proteção da imunidade parlamentar. Ele classificou a conduta como manifestação de “intolerância odiosa”, ressaltando que não há nexo funcional que justifique o conteúdo das declarações no âmbito do exercício do mandato.

Além da indenização, que será acrescida de juros e correção monetária, o deputado deverá publicar uma retratação em sua conta no Instagram por, no mínimo, 15 dias. O descumprimento poderá gerar multa diária de R$ 1 mil.

A decisão, proferida em segunda instância, ainda pode ser alvo de recursos. Caso seja mantida até o trânsito em julgado, o caso poderá ter desdobramentos na esfera eleitoral, com eventual análise à luz da Lei da Ficha Limpa, dependendo do entendimento sobre eventual incitação ao ódio e suas implicações jurídicas.

Leia Também:  Justiça do Paraná autoriza transferência de Eduardo Cunha para o Rio de Janeiro

Fonte Folhamax

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

polícia

política

Cidades

ESPORTES

Saúde

É Direito

MAIS LIDAS DA SEMANA