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Política

Deputado Júlio Campos passa a integrar Colegiado Permanente de CCJs do Brasil

O presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Júlio Campos (União Brasil), integra o Colegiado Permanente de CCJs do Brasil que foi formalizado e composto durante a 26ª Conferência da Unale (União dos Legisladores e Legislativos).  Júlio é o terceiro secretário do órgão que será presidido pelo deputado Ismael Crispim (PSB), de Rondônia, e tem como vice-presidente o deputado Thiago Amaral (PSD-PR). A meta é, como sugeriu o tema da Conferência da Unale este ano, lutar pelo restabelecimento das prerrogativas dos parlamentos. Para isso, vão agir em busca de a unificação da legislação, pacificando temas semelhantes entre estados brasileiros com realidades próximas e que enfrentam os mesmos problemas.  

“Hoje muitas decisões que uma CCJ de um estado decide, o outro estado decide de forma contrária, então vamos nos reunir em Brasília e outros estados para traçarmos normas de funcionamento igualitário. Para evitar que isso continue ocorrendo, vamos nos reunir para unificar a legislação naquilo que for possível. Uma das discussões e metas é voltar a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 47 que ampliava os poderes das assembleias estaduais e foi encerrada no Congresso Nacional, Agora vamos rearticular para que todas as assembleias enviem documentos ao Congresso para pedir que essa PEC seja reeditada e possa voltar a vigorar”, explicou.

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A Lei do Transporte Zero, lei nº 12.197/2023, que recebeu manifestação contrária da Advocacia Geral da União (AGU) será um dos debates do Colegiado. “Essa lei da pesca vale no estado de Goiás, está em vigor lá e agora a AGU decidiu que em Mato Grosso ela é ilegal. Então esse é outro ponto a ser tratado pelo Colegiado. Essa unificação vai tornar nosso país mais próximo das realidades regionais e mais organizado, pois quando se decide em conjunto as coisas ficam mais fortes, mais organizadas e mais consolidadas”, disse. Na avaliação dele, “o papel do Colegiado será fundamental para resolver problemas que estão travando o desenvolvimento regional dos estados, e, consequentemente, do país.  

A formalização do Colegiado ocorreu na manhã desta sexta-feira (10), dentro da programação paralela  da 26ª Conferência da Unale. Já na programação oficial, na mesma manhã, foi entregue o Prêmio Assembleia Cidadã com o anúncio dos vencedores da 4ª edição do Prêmio Unale Assembleia Cidadã, que visa incentivar a modernização dos processos legislativos, o atendimento humanizado e a melhoria da sociedade.

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Na categoria Gestão, a vencedora foi a Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), com o projeto Implementação da Agenda Global – ODS -2023. A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte (ALRN) foi a vencedora na categoria Atendimento ao Cidadão, com o projeto Assembleia e Você. E o projeto Educando pelo Amazonas, da Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM), foi o ganhador da categoria Projetos Especiais. 


Secretaria de Comunicação Social

Telefone: (65) 3313-6283

E-mail: [email protected]


Fonte: ALMT – MT

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TJMT condena Cattani a indenizar associação LGBTQIA+ e publicar retratação

A Quarta Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso condenou o deputado estadual Gilberto Cattani (PL) ao pagamento de R$ 20 mil por danos morais, além da obrigação de publicar uma retratação em seu perfil no Instagram. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (15), após análise de recurso movido pela associação MT Queer.

O colegiado seguiu, de forma unânime, o voto do desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho, que divergiu inicialmente da relatora Serly Marcondes Alves. Em primeira instância, a entidade havia tido o pedido negado, cenário que se repetiu em decisão inicial no próprio tribunal. No entanto, após pedido de vista, Rubens apresentou voto favorável à associação, posteriormente acompanhado pela relatora, consolidando o entendimento unânime da Câmara.

No voto, o desembargador destacou que o parlamentar possui histórico de manifestações consideradas polêmicas e apontou que, neste caso, houve extrapolação dos limites da atuação política. Segundo ele, as declarações não configuram exercício legítimo da função parlamentar, mas sim conteúdo discriminatório. “É nítido que o tom adotado não se caracteriza como crítica administrativa ou política, mas revela conteúdo de segregação e preconceito”, afirmou.

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A ação tem origem em um vídeo publicado por Cattani em novembro de 2023, no qual ele criticava um curta-metragem produzido pela MT Queer. O material retratava a relação afetiva entre dois jovens e, segundo o deputado, estaria “incentivando” comportamentos entre estudantes. A interpretação foi contestada pela entidade, que acionou a Justiça alegando discurso discriminatório.

Para o relator do voto vencedor, o caso não se enquadra na proteção da imunidade parlamentar. Ele classificou a conduta como manifestação de “intolerância odiosa”, ressaltando que não há nexo funcional que justifique o conteúdo das declarações no âmbito do exercício do mandato.

Além da indenização, que será acrescida de juros e correção monetária, o deputado deverá publicar uma retratação em sua conta no Instagram por, no mínimo, 15 dias. O descumprimento poderá gerar multa diária de R$ 1 mil.

A decisão, proferida em segunda instância, ainda pode ser alvo de recursos. Caso seja mantida até o trânsito em julgado, o caso poderá ter desdobramentos na esfera eleitoral, com eventual análise à luz da Lei da Ficha Limpa, dependendo do entendimento sobre eventual incitação ao ódio e suas implicações jurídicas.

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Fonte Folhamax

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