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Beto Dois a Um consegue investimentos para reforçar segurança em região de fronteira

“Precisamos deixar claro que o que podemos fazer é porque o Governo do Estado está atento a essas demandas e o que eu puder ajudar, sou um soldado a serviço da Região”, disse Beto.

A segurança pública na região de fronteira de Mato Grosso ganhou um importante reforço com a destinação de uma emenda parlamentar de R$ 100 mil do deputado estadual Beto Dois a Um para a Polícia Judiciária Civil (PJC). O recurso é para a aquisição de computadores de alta performance voltados à extração e análise de dados de celulares, ferramentas fundamentais no combate ao crime organizado, tráfico de drogas e outros delitos que cada vez mais utilizam o ambiente digital para atuação.

O delegado regional de Pontes e Lacerda, João Paulo Berté, recebeu o deputado na sede da Delegacia na semana passada e, na oportunidade, falou sobre a demanda, que foi prontamente atendido pelo parlamentar. “Hoje em dia, o crime migrou de forma ostensiva para o ambiente digital e a polícia precisa dessas ferramentas. São computadores especiais capazes de fazer a extração e análise de uma gama de conteúdos, muitos dados, muitas informações. A compra desses computadores foi possível graças ao deputado Beto, e com isso vamos aprimorar a prestação de serviço de segurança pública aqui na região de fronteira”, afirmou o delegado, ressaltando ainda a parceria constante do parlamentar com a instituição.

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O deputado Beto Dois a Um reafirmou seu compromisso com a segurança pública, especialmente nas áreas mais sensíveis do estado. “Sabemos que a criminalidade na região de fronteira é um grande desafio e o governador Mauro Mendes tem agido de forma muito séria no combate ao crime em todo o Estado. Investir em inteligência e tecnologia é fundamental para dar mais condições à polícia de agir com eficácia. Essa emenda tem justamente esse propósito: garantir que nossos policiais tenham acesso a ferramentas modernas para proteger a população e combater o crime de forma mais estratégica. Precisamos deixar claro que o que podemos fazer é porque o Governo do Estado está atento a essas demandas e o que puder ajudar, sou um soldado a serviço da Região”, disse o parlamentar.

Com o novo equipamento, a Polícia Civil poderá fortalecer investigações e ampliar sua capacidade de resposta, especialmente em casos que envolvem crimes cibernéticos, tráfico de drogas e organizações criminosas que atuam transnacionalmente. A integração entre tecnologia e inteligência policial representa um avanço significativo para a segurança da população do Oeste de Mato Grosso, onde a atuação eficiente das forças de segurança é essencial diante dos desafios impostos pela proximidade com a fronteira.

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TJMT condena Cattani a indenizar associação LGBTQIA+ e publicar retratação

A Quarta Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso condenou o deputado estadual Gilberto Cattani (PL) ao pagamento de R$ 20 mil por danos morais, além da obrigação de publicar uma retratação em seu perfil no Instagram. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (15), após análise de recurso movido pela associação MT Queer.

O colegiado seguiu, de forma unânime, o voto do desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho, que divergiu inicialmente da relatora Serly Marcondes Alves. Em primeira instância, a entidade havia tido o pedido negado, cenário que se repetiu em decisão inicial no próprio tribunal. No entanto, após pedido de vista, Rubens apresentou voto favorável à associação, posteriormente acompanhado pela relatora, consolidando o entendimento unânime da Câmara.

No voto, o desembargador destacou que o parlamentar possui histórico de manifestações consideradas polêmicas e apontou que, neste caso, houve extrapolação dos limites da atuação política. Segundo ele, as declarações não configuram exercício legítimo da função parlamentar, mas sim conteúdo discriminatório. “É nítido que o tom adotado não se caracteriza como crítica administrativa ou política, mas revela conteúdo de segregação e preconceito”, afirmou.

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A ação tem origem em um vídeo publicado por Cattani em novembro de 2023, no qual ele criticava um curta-metragem produzido pela MT Queer. O material retratava a relação afetiva entre dois jovens e, segundo o deputado, estaria “incentivando” comportamentos entre estudantes. A interpretação foi contestada pela entidade, que acionou a Justiça alegando discurso discriminatório.

Para o relator do voto vencedor, o caso não se enquadra na proteção da imunidade parlamentar. Ele classificou a conduta como manifestação de “intolerância odiosa”, ressaltando que não há nexo funcional que justifique o conteúdo das declarações no âmbito do exercício do mandato.

Além da indenização, que será acrescida de juros e correção monetária, o deputado deverá publicar uma retratação em sua conta no Instagram por, no mínimo, 15 dias. O descumprimento poderá gerar multa diária de R$ 1 mil.

A decisão, proferida em segunda instância, ainda pode ser alvo de recursos. Caso seja mantida até o trânsito em julgado, o caso poderá ter desdobramentos na esfera eleitoral, com eventual análise à luz da Lei da Ficha Limpa, dependendo do entendimento sobre eventual incitação ao ódio e suas implicações jurídicas.

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Fonte Folhamax

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