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Polícia

Segurança Pública prevê reforço de policiamento em região onde ocorreu chacina em MT após novos ataques

Após novos ataques a moradores da Gleba Taquaruçu do Norte, em Colniza, município que fica a 1.065 km de Cuiabá, a Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp-MT) prevê o reforço do policiamento na região. Nessa semana, o Ministério Público denunciou os casos aos órgãos de Segurança Pública pedindo providências.

Em abril de 2017, nove trabalhadores foram mortos. As vítimas, todos homens, foram rendidos, torturados e mortos.

Segundo o MP, dois novos atentados contra uma família que mora na gleba foram registrados no dia 4 e 9 de setembro.

Na primeira ocasião, homens encapuzados e armados ameaçaram a família de morte e atirou na motocicleta usada por eles. Já na segunda-feira (9), o mesmo grupo ateou fogo em uma casa depois de fazer novas ameaças.

Ao oficializar os novos ataques, o MP solicitou ao governo que sejam adotadas medidas – como o envio de policiais –, “para impedir a ocorrência de uma nova chacina em Colniza”.

De acordo com a Sesp, novas ações estão previstas para acontecer na região — que engloba os municípios de Juína, Castanheira, Juara, Novo Horizonte do Norte, Porto dos Gaúchos, Tabapurã, Aripuanã, Cotriguaçu e Juruena –, para o enfrentamento da criminalidade.

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Chacina em Colniza

Segundo o MP, o grupo de extermínio percorreu aproximadamente 9 km ao longo da Linha 15, assassinando, com requintes de crueldade, aqueles que encontraram pelo caminho, sem dar chance de fuga ou defesa.

A motivação dos crimes seria a extração de recursos naturais da área. A intenção do mandante do crime era assustar os moradores e expulsá-los das terras, para que ele pudesse, futuramente, ocupá-las.

As vítimas foram identificadas como Francisco Chaves da Silva, 56, Edson Alves Antunes, 32, Izaul Brito dos Santos, 50, Aldo Aparecido Carlini, 50, Sebastião Ferreira de Souza, 57, Fábio Rodrigues dos Santos, 37, Samuel Antonio da Cunha, 23, Ezequias Santos de Oliveira, 26, e Valmir Rangel do Nascimento, de 55 anos.

Foram denunciados pelo Ministério Público Estadual (MPE) e constam como réus no processo o empresário do ramo madeireiro Valdelir João de Souza, de 41 anos, apontado como mandante do crime, o ex-sargento da Polícia Militar de Rondônia Moisés Ferreira de Souza, Ronaldo Dalmoneck, Pedro Ramos Nogueira e Paulo Neves Nogueira – sendo esses dois últimos tio e sobrinho.

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G1

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Polícia

Policiais militares salvam menina de 7 anos engasgada com moeda

Uma menina de 7 anos foi socorrida por policiais militares após se engasgar com uma moeda, na segunda-feira (14), em Glória D’Oeste, a 304 km de Cuiabá.

De acordo com a Polícia Militar, a criança foi levada pela mãe até a base da corporação em estado crítico, quase inconsciente, sem conseguir respirar e apresentando sinais de asfixia.

A ação dos policiais foi registrada por uma câmera de segurança do local, que flagrou o momento em que os militares realizam as manobras de desengasgo até que a menina recuperasse a consciência.

Conforme relato do pai à polícia, o acidente aconteceu enquanto a criança assistia televisão. Após engolir a moeda, ela correu até os pais, que estavam no quintal da residência, demonstrando dificuldade para respirar.

Uma soldado iniciou imediatamente as manobras de desobstrução das vias aéreas, utilizando a técnica de Heimlich. Um sargento também auxiliou no atendimento, realizando novas tentativas, inicialmente sem sucesso.

Diante da situação, os policiais adotaram outra técnica, inclinando a criança e aplicando compressões nas costas. Com isso, conseguiram retirar parcialmente o objeto, permitindo que a menina voltasse a respirar e recuperasse parte da consciência.

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Como a moeda ainda permanecia alojada na garganta, a criança foi encaminhada à Unidade Básica de Saúde do município. Após avaliação médica, foi constatado que o objeto estava localizado atrás da traqueia.

Diante da gravidade, a menina foi transferida com urgência para o Hospital Regional de Cáceres. Segundo a unidade hospitalar, ela passou por um procedimento de endoscopia digestiva alta, que confirmou e possibilitou a retirada de uma moeda de R$ 1 alojada na garganta

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