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‘Venezuela só comprará produtos feitos nos EUA com dinheiro do petróleo’, afirma Trump

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse, nesta quarta-feira (7), que a Venezuela só comprará apenas produtos feitos nos EUA com dinheiro do petróleo. “Acabo de ser informado de que a Venezuela vai comprar ÚNICA E EXCLUSIVAMENTE produtos fabricados nos Estados Unidos com o dinheiro que receber de nosso novo acordo petrolífero”, publicou Trump em sua rede Truth Social. “Essas compras incluirão, entre outras coisas, produtos agrícolas americanos e medicamentos, dispositivos médicos e equipamentos fabricados nos Estados Unidos para melhorar a rede elétrica e as instalações energéticas da Venezuela”, acrescentou.

O anúncio vem um dia depois do republicano informas que o governo interino venezuelano concordou distribuirá até 50 bilhões de barris de petróleo para os Estados Unidos, do qual Trump garantiu que será o responsável por administrar o dinheiro em prol dos benefícios dos venezuelanos e dos norte-americanos.

Segundo a republicação, essa decisão significa que a Venezuela está comprometida em fazer negócio com os Estados Unidos e fazer do país o seu principal parceiro. “Uma escolha sábia e muito boa para as pessoas da Venezuela e Estados Unidos”, escreveu.

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Submetida a um bloqueio petroleiro, e com o presidente deposto Nicolás Maduro em uma prisão de Nova York, a Venezuela anunciou nesta quarta que negocia com Washington a venda de “volumes de petróleo”, um recurso natural que o governo Trump garante que passará a controlar “indefinidamente”. O republicano fez da política tarifária e dos seus esforços para reindustrializar os Estados Unidos seu eixo econômico principal.

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Com novo CEO, Disney começa demissões em massa e corta 1000 empregos

A Walt Disney Company, gigante global do entretenimento, começou, nessa terça-feira (14/4), um processo de demissões em massa que deve eliminar cerca de mil postos de trabalho em diversas áreas da empresa.

Este será o primeiro grande corte de empregos desde a posse do novo CEO da Disney, Josh D’Amaro, em março deste ano. Ele assumiu o cargo que foi ocupado por Bob Iger por quase duas décadas.

De acordo com informações publicadas pela agência de notícias Associated Press, as demissões devem afetar, principalmente, os negócios de televisão da Disney, incluindo a ESPN, além dos estúdios de cinema.

Também serão desligados funcionários que atuam nos departamentos de produtos e tecnologia.

O que diz a Disney

Em um comunicado a funcionários, o CEO da companhia explicou a decisão de demitir um grande contingente de profissionais neste momento.

“Nos últimos meses, analisamos maneiras de otimizar nossas operações em várias áreas da empresa para garantir que ofereçamos a criatividade e a inovação de nível mundial que nossos fãs valorizam e esperam da Disney”, afirmou D’Amaro.
“Dado o ritmo acelerado de nossos setores, isso exige que avaliemos constantemente como promover uma força de trabalho mais ágil e tecnologicamente capacitada para atender às necessidades do futuro”, completou o CEO.

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Disney

A última grande rodada de demissões em massa na Disney ocorreu em 2022, sob a gestão de Bob Iger. Na ocasião, a empresa cortou cerca de 8 mil postos de trabalho.

No fim do ano passado, a Disney contava com cerca de 230 mil funcionários.

Josh D’Amaro tem 55 anos e está na Disney há quase 30 anos, desde 1998. Antes de se tornar o novo CEO e desde 2020, ele liderava a Disney Experiences, supervisionando 12 parques e 57 hotéis em todo o mundo.

Formado em administração de empresas pela Universidade de Georgetown, nos Estados Unidos, D’Amaro também já comandou o Disneyland Resort e o Walt Disney World Resort.

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