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Justiça

Jovem de 24 anos aplica golpe de R$ 27,5 mil em namorado idoso de 81 anos em MT

A suspeita fez duas transferências bancárias durante jantar na companhia da vítima

PJC/MT

A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) e da Central de Flagrantes de Barra do Garças, prendeu uma jovem de 24 anos pelo crime de furto qualificado praticado contra um idoso.

Na quarta-feira (13.09), a vítima de 81 anos compareceu na Central de Flagrantes e contou que ao acessar sua conta bancária para fazer um pagamento percebeu que o seu saldo estava negativo.

O idoso informou que tinha dinheiro suficiente em sua conta e ao tirar o extrato bancário percebeu que constavam duas transferências, uma por PIX e a segunda por TED. A transação via PIX foi feita no valor de R$ 12,9 mil para uma pessoa e a TED foi de R$ 15 mil para outro destinatário, ambas realizadas sem o conhecimento do idoso.

As transferências

Diante das informações, a equipe da Derf passou a apurar os fatos conseguiu identificar os destinatários das transferências.

O homem que recebeu a quantia de R$ 15 mil contou que a jovem presa tinha um débito em sua mercearia. Ela então pediu que ele informasse o número de sua conta para passar o dinheiro e quitar a dívida no estabelecimento.

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O homem relatou que, para sua surpresa, a quantia recebida foi de R$ 15 mil, porém, ele não repassou o dinheiro para a jovem. Ele foi conduzido à Central de Flagrantes para esclarecimentos.

Em seguida, os policiais civis descobriram que o idoso mantinha um relacionamento amoroso há cerca de sete anos com a suspeita, de 24 anos, e que a outra conta que recebeu o valor em Pix de R$ 12,9 mil era da mãe da jovem.

A suspeita declarou aos policiais que saiu para jantar com a vítima e comentou com o idoso que estava passando por problemas de saúde e precisava de dinheiro para fazer o tratamento.

Ela alegou que a vítima acessou a conta bancária e pediu que ela realizasse a transferência no valor de R$ 12,9 mil. Porém, se  aproveitando que o aplicativo estava aberto, a mulher fez mais outra transferência, no valor de R$ 15 mil.

No entanto, os fatos narrados pela suspeita foram negados pela vítima. A mãe dela foi localizada e afirmou que não tinha conhecimento de qualquer valor creditado em sua conta.

Todos os envolvidos foram encaminhados para esclarecimentos na Derf de Barra do Garças. Após ser ouvida pelo delegado Nelder Martins, a mãe da jovem se comprometeu em devolver o dinheiro para a vítima.

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Já a suspeita foi autuada em flagrante por furto qualificado e colocada à disposição da Justiça.

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Justiça

Julgamento sobre “cura gay” sai do virtual e vai ao plenário do STF

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, decidiu transferir para o plenário físico o julgamento que discute a legalidade de uma resolução do Conselho Federal de Psicologia que proíbe práticas conhecidas como “cura gay” e restringe o uso de fundamentos religiosos na atuação profissional de psicólogos.

A análise, que estava ocorrendo no ambiente virtual, será retomada presencialmente após o pedido de destaque feito por Fachin. O caso envolve duas ações diretas de inconstitucionalidade que tratam de pontos opostos sobre a norma editada em 2023.

De um lado, o partido Novo e o Instituto Brasileiro de Direito e Religião questionam a regra, alegando que ela fere a liberdade de crença e de expressão dos profissionais. Do outro, o PDT defende a validade da resolução, argumentando que a medida não impede manifestações religiosas, mas estabelece limites claros para evitar que convicções pessoais interfiram no atendimento psicológico.

A norma do CFP veda a chamada terapia de conversão sexual e reforça que o exercício da psicologia deve seguir critérios científicos reconhecidos, sem substituição por crenças religiosas. Para os defensores da resolução, a flexibilização poderia abrir espaço para práticas já amplamente criticadas por entidades médicas e científicas.

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Antes da suspensão do julgamento, o relator Alexandre de Moraes votou pela validade da norma. Ele entendeu que a resolução não viola a liberdade religiosa, mas garante a proteção dos pacientes e reafirma o caráter laico do Estado, ao impedir tratamentos sem base científica.

Com a ida ao plenário físico, o julgamento ganha novo peso dentro da Corte e deve reunir todos os ministros em uma discussão que envolve direitos fundamentais, liberdade religiosa e limites da atuação profissional na área da saúde. Ainda não há data definida para a retomada do caso.

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