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Prédio do STF ganha iluminação especial este mês

Desde quinta-feira (1º) até o dia 13/09, o prédio do Supremo Tribunal Federal (STF) permanece iluminado em verde e amarelo, em comemoração à Semana da Pátria e ao 7 de Setembro, que este ano tem importância ampliada em razão das comemorações do bicentenário da independência do Brasil.

Após o dia 13, o STF ficará iluminado com outras cores, em razão da participação em três campanhas diferentes: de 14 a 19/9 ficará em amarelo, em apoio à Campanha de Prevenção ao Suicídio; de 20 a 25/9, as luzes verdes marcarão a adesão do Tribunal à Campanha de Incentivo à Doação de Órgãos; e, de 26 a 30/9, o prédio estará iluminado de azul, em alusão à Semana Internacional dos Surdos, ao Dia Nacional dos Surdos e ao Dia Internacional da Linguagem de Sinais.

Fonte: STF

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Gilmar Mendes nega recurso e mantém pena de 22 anos a PM por assassinato a tiros em bar

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, manteve a condenação do policial militar Ítalo José de Souza Santos a 22 anos de prisão por homicídio qualificado em Mato Grosso. A decisão, assinada no último dia 8 de abril, encerra a tentativa da defesa de reverter o resultado do julgamento.

O crime ocorreu em 2012, em um bar localizado na Rua Primeiro de Março, em Cuiabá. Na ocasião, Ítalo, acompanhado de outro homem, chegou ao local em uma motocicleta, desceu, retirou o capacete e efetuou disparos contra a vítima, Rodrigo Gonçalves da Silva, que morreu no local.

A condenação foi definida pelo Tribunal do Júri e posteriormente mantida pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso, que rejeitou os argumentos da defesa. Entre as teses apresentadas estavam supostas falhas processuais e a alegação de que a decisão dos jurados seria contrária às provas.

Ao analisar o recurso no STF, Gilmar Mendes destacou que não é possível reexaminar fatos e provas em instância superior, conforme estabelece a Súmula 279 da Corte. Segundo o ministro, acolher os pedidos da defesa exigiria justamente esse tipo de reavaliação, o que é vedado.

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Ele também apontou que não houve violação direta à Constituição, classificando as alegações como questões “reflexas”, ou seja, ligadas à interpretação de leis infraconstitucionais — o que impede a análise pelo Supremo.

A decisão reforça o entendimento de que o veredito do Tribunal do Júri deve ser preservado quando sustentado por provas, mesmo diante de versões divergentes apresentadas ao longo do processo. No caso, o crime foi considerado qualificado por motivo torpe e pelo recurso que dificultou a defesa da vítima.

Além da pena de prisão em regime fechado, a sentença também determinou a perda do cargo de policial militar. Com a negativa de seguimento no STF, a condenação se mantém integralmente válida.

Fonte Olhar Juridico

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