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Sem acordo, servidores da educação de MT decidem manter greve

sala de aula

Sem acordo com o governo do estado, os servidores da educação de Mato Grosso decidiram manter a greve da categoria que já dura mais de 40 dias, por tempo indeterminado. A categoria se reuniu em assembleia nesta terça-feira (12) em Cuiabá. Com mais de 90 mil servidores, a maior categoria paralisou a atividade no dia 31 de maio por causa do não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA), fixada em 11, 28%.

Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT), Henrique Lopes, as últimas propostas do governo não atendem todas as reivindicações da categoria.

Na última sexta-feira (7), entre outras proposta, o governo anunciou a realização de um concurso público em 2017 para o preenchimento de cargos da educação básica. Conforme o cronograma do órgão, o número de vagas e os critérios usados para a seleção dos candidatos serão definidas no prazo de 30 dias.

Segundo Henrique, de todas as pautas levantadas pela categoria, o governo avançou somente em uma das pautas levantadas pelos servidores: o do concurso para preenchimento de vagas remanescentes.

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“O governo anunciou o concurso para 1,6 mil vagas, o que é insuficiente. O número de vagas abertas em todo o estado é muito maior que isso. O que nós pedimos é a ocupação de todas as vagas”, afirmou.

Entre as propostas do governo estão a manutenção da Parceria Público-Privada (PPP) para a construção de 50 escolas. O governo propõe que empresas sejam contratadas por licitação para ficarem responsáveis, por exemplo, pela construção e manutenção das unidades escolares e também pela operação pedagógica.

O Sintep-MT diz que é contra a implantação da PPP, porque as empresas licitadas pelo governo irão interferir na administração das escolas e no projeto pedagógico das instituições.

O estado propõe ainda a constituição de uma equipe interinstitucional para realizar estudos orçamentários e financeiros, a fim de garantir a política de dobra do poder de compras dos salários dos profissionais.

RGA
O valor da RGA, que deve ser paga aos servidores servidores ativos, inativos e pensionistas do estado, foi aprovado pela Assembleia Legislativa e sancionado pelo governo no dia 1º de junho. A lei prevê pagar 7,36% de reposição salarial em três parcelas. Os outros 3,92% também seriam pagos no ano que vem, mas condicionados à Lei de Responsabilidade Fiscal, que fixa limite máximo de gasto do estado com a folha de pagamento a 49% da Receita Corrente Líquida.

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A Justiça chegou a declarar a greve dos servidores legítima. A liminar, assinada pelo desembargador Juvenal Pereira da Silva, afirma que o direito dos servidores da Educação à recomposição salarial está previsto na Constituição.

G1 MT

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Cidades

“Gilmarmendelândia” : Cúpula política de MT lança novo distrito que pode se tornar cidade

Um evento de “grosso calibre” político marcou a manhã deste sábado (21) no interior de Mato Grosso. Autoridades de diversas esferas se reuniram para o lançamento oficial do distrito de “Gilmarlândia”, batizado em homenagem ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, este natural de Diamantino (a 182 km de Cuiabá).

O lançamento atendeu a um chamado direto do megaempresário do agronegócio Eraí Maggi. Através de um áudio, divulgado via WhatsApp, Eraí convocou as principais lideranças do estado para prestigiar o empreendimento, que já conta com planejamento e mapa definidos.

A lista de autoridades presentes no evento reflete a influência do homenageado e do organizador,. O vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e o secretário-chefe da Casa Civil, Fabio Garcia (União), e o deputado estadual Max Russi (PSB) já estavam no local do lançamento pela manhã. E aguardavam as chegadas do próprio ministro Gilmar Mendes e do governador Mauro Mendes (União).

ONDE FICA?

O novo distrito será situado após o Trevo da Libra, entre os municípios de Diamantino e Campo Novo do Parecis. O território é estratégico para o setor produtivo, sendo habitado em grande parte por funcionários dos grupos de Eraí e Blairo Maggi, que possuem extensas propriedades rurais na localidade.

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