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UFMT suspende reajuste de restaurante universitário após protestos de estudantes em MT

A Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) anunciou nessa terça-feira (15) a suspensão do reajuste no valor do restaurante universitário. A decisão ocorre após protestos de estudantes, greve dos estudantes e ocupações em campus da instituição.

A greve, decidida na semana passada, foi tomada contra a mudança na política de alimentação e cortes no orçamento da instituição.

De acordo com a UFMT, a decisão de suspensão do reajuste será até dezembro de 2018 e foi encaminhada hoje aos estudantes da Instituição como forma de garantir o debate com a comunidade acadêmica.

No documento enviado pela reitoria aos comandos de greve dos estudantes e Diretório Central dos Estudantes (DCE’s) dos campus de Cuiabá, Várzea Grande, Sinop, Araguaia e Rondonópolis, há o compromisso de construir uma nova política de alimentação a partir de 2019.

Ainda conforme a UFMT, para isso, será necessária a readequação de despesas em 2018 para garantir o funcionamento da universidade.

A realização de audiências públicas em todos os campus da universidade com a presença da reitora foi outra decisão encaminhada aos estudantes.

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A UFMT afirmou que os recursos das universidades públicas destinados a despesas de custeio vêm caindo seguidamente nos últimos anos. O orçamento de 2017 para custeio, por exemplo, caiu 4,5% em relação ao exercício anterior.

Mudanças

De acordo com UFMT, os alunos com renda superior a R$ 1,4 mil passarão a pagar, a partir de março deste ano, o valor integral do vale-refeição. Estudantes dos campi de Sinop, Araguaia e Rondonópolis, aderiram à greve.

O movimento estudantil ocupava blocos da instituição nessas cidades desde o final do mês de abril.

Os estudantes decidiram continuar ocupando o campus da capital mesmo após a Justiça Federal determinar que seja feita a reintegração de posse no campus.

Impasse

Outros estudantes em situação de vulnerabilidade econômica terão parte do valor subsidiado pela instituição.

Os alunos com renda superior, no entanto, deverão pagar o valor cobrado sem o auxílio da UFMT.

Atualmente, os estudantes de todos os campi pagam R$ 0,25 pelo café da manhã e R$ 1 para almoço e jantar. Os valores seriam reajustados para R$ 5 o almoço e a janta e para R$ 2,50, o café da manhã.

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G1

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Cidades

“Gilmarmendelândia” : Cúpula política de MT lança novo distrito que pode se tornar cidade

Um evento de “grosso calibre” político marcou a manhã deste sábado (21) no interior de Mato Grosso. Autoridades de diversas esferas se reuniram para o lançamento oficial do distrito de “Gilmarlândia”, batizado em homenagem ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, este natural de Diamantino (a 182 km de Cuiabá).

O lançamento atendeu a um chamado direto do megaempresário do agronegócio Eraí Maggi. Através de um áudio, divulgado via WhatsApp, Eraí convocou as principais lideranças do estado para prestigiar o empreendimento, que já conta com planejamento e mapa definidos.

A lista de autoridades presentes no evento reflete a influência do homenageado e do organizador,. O vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e o secretário-chefe da Casa Civil, Fabio Garcia (União), e o deputado estadual Max Russi (PSB) já estavam no local do lançamento pela manhã. E aguardavam as chegadas do próprio ministro Gilmar Mendes e do governador Mauro Mendes (União).

ONDE FICA?

O novo distrito será situado após o Trevo da Libra, entre os municípios de Diamantino e Campo Novo do Parecis. O território é estratégico para o setor produtivo, sendo habitado em grande parte por funcionários dos grupos de Eraí e Blairo Maggi, que possuem extensas propriedades rurais na localidade.

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