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MEC tranca R$ 31,8 mi do IFMT que, sem verba, só sobrevive até agosto, diz diretor

Foram bloqueados R$ 31,8 milhões do orçamento do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) deste ano, após o Ministério da Educação anunciar o congelamento de R$ 5,8 bilhões dos recursos destinados a educação. Após o Decreto nº 9.741, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) determinou a retenção de 30% dos recursos destinados as universidades e institutos federais no país. A instituição mato-grossense estima que consegue se manter até agosto ou setembro, caso o recurso não seja desbloqueado.

Em nota, divulgada na última sexta (3), o reitor William Silva de Paula destacou que o bloqueio “poderá implicar em um rigoroso replanejamento das ações previstas para serem desenvolvidas pela instituição em 2019”. O impacto deve atingir todos os 11 campi e quatro núcleos avançados no Estado.

“Este novo cenário, poderá inviabilizar as ações planejadas impactando diretamente no resultado esperado desta IFs junto à comunidade mato-grossense, impondo inclusive cortes radicais em contratos visando a manutenção e qualidade de ensino ofertados pelos campi”, informa.

Ao , o diretor de planejamento e orçamento, Vandervanio Osni Pacheco, disse que a área principal do corte é na manutenção da instituição, como energia, limpeza, vigilância e outros. Ele explica que dois repasses já foram feitos, totalizando 40% do orçamento destinado para este ano ao IFMT. Mas, com os 30% bloqueados, só tem igualmente outros 30% do orçamento disponível para serem liberados pelo Governo Federal.

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O repasse dos 30% ainda disponíveis ao IFMT só deve durar até agosto ou setembro, estima Vandervanio. “Se não for revertido, vai prejudicar o funcionamento do IFMT. Para fechar o ano precisamos do recurso”.

Nesses meses, a instituição vai ter que rescindir contratos e ficar sem alguns serviços – o que pode impactar a qualidade de ensino de alunos, principalmente do interior.

RD News

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Do agro ao petróleo: empresa arremata bloco de exploração em Nova Mutum

Uma empresa arrematou um bloco de exploração de petróleo e gás em Nova Mutum (MT) e iniciou os preparativos para testes em campo. A previsão é realizar cerca de 500 coletas de amostras entre junho e julho, como parte da fase inicial de análise do potencial da área.

O prefeito Leandro Félix informou que se reuniu nesta terça-feira (14) com representantes da Dillianz Petro, responsável pelo bloco, para alinhar os próximos passos do projeto.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, o gestor destacou que a iniciativa faz parte de um planejamento estratégico de crescimento do município. “É um momento muito importante para Nova Mutum. Estamos vivendo um planejamento bem definido de desenvolvimento e queremos avançar com esse projeto”, afirmou.

De acordo com a empresa, as coletas devem ocorrer em diferentes áreas do município, incluindo propriedades rurais. Por isso, a orientação é que produtores e proprietários estejam atentos à passagem das equipes nos próximos meses.

“Entre junho e julho, as equipes estarão em campo para realizar as coletas. É uma etapa fundamental para entender o potencial da região”, explicou o prefeito.

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Ainda segundo a gestão municipal, o projeto pode representar uma mudança no perfil econômico da cidade, tradicionalmente baseada no agronegócio. A expectativa é que a possível exploração de petróleo e gás atraia investimentos, gere empregos e abra novas oportunidades.

Apesar do avanço, esta fase ainda é inicial e voltada à coleta de dados técnicos. A exploração comercial dependerá dos resultados das análises e do cumprimento das etapas de licenciamento ambiental e viabilidade econômica. Veja abaixo o vídeo divulgado pelo prefeito:

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