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Contra RGA de 7,36%, servidores da Educação decidem manter greve

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Em assembleia geral realizada nesta segunda-feira (4) os servidores da Educação de Mato Grosso decidiram manter a greve da categoria que já dura 35 dias. Os servidores paralisaram a atividade por causa do não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA), fixada em 11, 28%. Após a assembleia, os servidores saíram em passeata pelas ruas de Cuiabá, como forma de protesto.

Segundo o sindicato que representa a categoria (Sintep-MT), a greve segue por tempo indeterminado. A categoria deve fazer uma passeata pelas ruas de Cuiabá na terça-feira (5).

De acordo com a vice-presidente do sindicato, Jocilene da Rosa dos Santos, a categoria é contra a aprovação da lei que dispõe sobre o pagamento da recomposição, sancionada pelo governo na sexta-feira (1º).

“Essa aprovação vai contra tudo que estamos lutando. Além disso, o governo não atendeu as outras pautas que a categoria colocou em discussão”, afirmou.

A lei sancionada pelo governo do estado dispõe sobre o pagamento da RGA de 7,36% em três parcelas. Os outros 3,92%, para alcançar o total de 11,28%, seriam pagos no ano que vem, mas condicionados à Lei de Responsabilidade Fiscal, que fixa limite máximo de gasto do estado com a folha de pagamento a 49% da Receita Corrente Líquida.

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A lei foi publicada depois de mais de um mês de embate entre o governo e os servidores públicos. Os protestos iniciaram depois que o estado anunciou, no dia 6 de maio, que não tinha dinheiro para pagar as perdas salariais provocadas pela inflação do ano passado.

Legitimidade
A Justiça chegou a decretar a legitimidade da greve dos servidores da Educação.  A liminar, do desembargador Juvenal Pereira da Silva, afirma que o direito dos servidores da Educação à recomposição salarial está previsto na Constituição.

Na liminar, o magistrado ainda alegou que o governo de Mato Grosso não pode comparar a sua realidade à de “estados em tese mal administrados” e que os servidores não pedem por aumento de salário, mas sim por recomposição das perdas inflacionárias, não sendo lógico, então, declarar o movimento como abusivo ou inconstitucional.

“Tenho que tal argumento seria válido, caso na mesma medida em que é freada a reposição monetária, fosse freada a escalada de preços dos impostos públicos, especialmente sobre produtos de primeira necessidade, como remédios, comida (cesta básica), luz, IPVA, IPTU, etc”, afirmou o desembargador.

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G1 MT

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Cidades

“Gilmarmendelândia” : Cúpula política de MT lança novo distrito que pode se tornar cidade

Um evento de “grosso calibre” político marcou a manhã deste sábado (21) no interior de Mato Grosso. Autoridades de diversas esferas se reuniram para o lançamento oficial do distrito de “Gilmarlândia”, batizado em homenagem ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, este natural de Diamantino (a 182 km de Cuiabá).

O lançamento atendeu a um chamado direto do megaempresário do agronegócio Eraí Maggi. Através de um áudio, divulgado via WhatsApp, Eraí convocou as principais lideranças do estado para prestigiar o empreendimento, que já conta com planejamento e mapa definidos.

A lista de autoridades presentes no evento reflete a influência do homenageado e do organizador,. O vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e o secretário-chefe da Casa Civil, Fabio Garcia (União), e o deputado estadual Max Russi (PSB) já estavam no local do lançamento pela manhã. E aguardavam as chegadas do próprio ministro Gilmar Mendes e do governador Mauro Mendes (União).

ONDE FICA?

O novo distrito será situado após o Trevo da Libra, entre os municípios de Diamantino e Campo Novo do Parecis. O território é estratégico para o setor produtivo, sendo habitado em grande parte por funcionários dos grupos de Eraí e Blairo Maggi, que possuem extensas propriedades rurais na localidade.

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