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Reajuste no diesel chega às bombas e deixa caminhoneiros de MT preocupados

O reajuste no preço do diesel anunciado pelo governo na semana passada já chegou às bombas. O aumento foi de 4,8% e deixou os caminhoneiros preocupados. E, como o preço do frete não sobe, muitos dizem que estão trabalhando no prejuízo.

Em Tangará da Serra, a 242 km de Cuiabá, o aumento foi de R$ 0,10. Em Cuiabá, o preço médio do diesel custa R$ 3,95. E, em Rondonópolis, a 218 km da capital, o combustível sai em média por R$ 3,98 e, em Sinop, está mais caro: R$ 4,13.

O caminhoneiro Márcio Marques Barbosa disse que vai gastar R$ 120 a mais no litro do combustível para ir de Campo Novo do Parecis até o Porto de Paranaguá, no Paraná. “Sou autônomo, não está sobrando. A gente está empurrando com a barriga, com déficit, cartão atrasado, mas é trabalhar para não ficar parado”, disse.

O pior ainda para os caminhoneiros é o reajuste no momento da entressafra quando os carregamentos diminuem e eles gastam 70% do valor do frete com combustível. Além disso, ainda tem os custos com manutenção, pedágio, e outros gastos, segundo o presidente do Sindicato dos Caminhoneiros de Tangará da Serra, Edgar Laurini.

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“O reajuste no combustível gera uma incerteza novamente. Não tem mais como trabalhar. Não vale a pena mais carregar”, declarou.

Além desse reajuste, o caminhoneiro precisa enfrentar também o valor do frete que não teve reajuste.

Giorgio Castelli recebeu mais de R$ 2.300 para transportar uma carga, mas, segundo ele, esse valor não consegue fechar as contas.

Por causa de mais um aumento, algumas lideranças dos caminhoneiros cogitaram uma nova paralisação, medida que ainda divide opiniões entre os próprios motoristas.

Nessa segunda-feira (22), o Ministério da Infraestrutura divulgou uma nota nesta segunda-feira (22) na qual anunciou compromisso com os caminhoneiros de repassar o custo do diesel para a tabela de fretes.

G1 MT

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“Gilmarmendelândia” : Cúpula política de MT lança novo distrito que pode se tornar cidade

Um evento de “grosso calibre” político marcou a manhã deste sábado (21) no interior de Mato Grosso. Autoridades de diversas esferas se reuniram para o lançamento oficial do distrito de “Gilmarlândia”, batizado em homenagem ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, este natural de Diamantino (a 182 km de Cuiabá).

O lançamento atendeu a um chamado direto do megaempresário do agronegócio Eraí Maggi. Através de um áudio, divulgado via WhatsApp, Eraí convocou as principais lideranças do estado para prestigiar o empreendimento, que já conta com planejamento e mapa definidos.

A lista de autoridades presentes no evento reflete a influência do homenageado e do organizador,. O vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e o secretário-chefe da Casa Civil, Fabio Garcia (União), e o deputado estadual Max Russi (PSB) já estavam no local do lançamento pela manhã. E aguardavam as chegadas do próprio ministro Gilmar Mendes e do governador Mauro Mendes (União).

ONDE FICA?

O novo distrito será situado após o Trevo da Libra, entre os municípios de Diamantino e Campo Novo do Parecis. O território é estratégico para o setor produtivo, sendo habitado em grande parte por funcionários dos grupos de Eraí e Blairo Maggi, que possuem extensas propriedades rurais na localidade.

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