Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Destaque

Brasil cria 56 mil empregos formais em março, melhor resultado para o mês em cinco anos

A economia brasileira gerou 56.151 empregos com carteira assinada em março deste ano, segundo números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta sexta-feira (20) pelo Ministério do Trabalho.

Foi o melhor resultado para março desde 2013, quando foram abertas 112.450 vagas formais. Ou seja, foi o melhor resultado para o mês em cinco anos. Também foi o primeiro resultado positivo para março desde 2015.

Entretanto, os números também mostram que houve desaceleração no número de vagas abertas em relação aos meses de janeiro (+77.822 empregos) e fevereiro (+61.188 vagas) deste ano.

Quando o país cria vagas de trabalho em um determinado período, significa que as contratações superaram as demissões. No caso do mês passado, foram registradas 1.340.153 contratações e 1.284.002 desligamentos.

“Nosso Brasil segue a rota da retomada do crescimento, com mercado aquecido e a certeza de que estamos no rumo certo. O trabalho continua e hoje é mais um grande dia, pois esses resultados cofirmam nossa expectativa”, afirmou o ministro do Trabalho, Helton Yomura, por meio de nota.

No ano de 2017 fechado, a economia brasileira fechou 20.832 postos de trabalho formais. Foi o terceiro ano seguido em que houve mais demissões do que contratações no país. Entre 2015 e 2017, o país fechou um total de 2,88 milhões de postos.

Leia Também:  Corpo de mulher é encontrado dentro de fossa no bairro Jardim Primavera 3 em Nova Mutum/MT

Primeiro trimestre e saldo de empregos

Os números oficiais do governo mostram também que, nos três primeiros meses deste ano, foram criados 204.064 empregos com carteira assinada.

O Ministério do Trabalho não divulgou a série histórica das vagas abertas no mesmo período de anos anteriores.

Já nos últimos doze meses, segundo o Ministério do Trabalho, foi registrada a criação de 223.367 postos de trabalho formais.

Com o resultado de março, o estoque de empregos estava, no final daquele mês, em 38,072 milhões de vagas, contra 37,849 milhões em março do ano passado.

Setores

Os números do governo revelam que, em março, houve abertura de vagas em seis dos oito setores da economia. O maior número de empregos criados foi no setor de serviços. Já a agricultura foi o que mais demitiu.

Contratações:

  • Serviços: +57.384
  • Indústria de Transformação: +10.450
  • Construção civil: +7.728
  • Administração pública: +3.660
  • Extrativa mineral: +360
  • Serviços industriais de utilidade pública: +274

Demissões

  • Agricultura: -17.827
  • Comércio: -5.878

Dados regionais

Segundo o Ministério do Trabalho, houve criação de vagas em três das cinco regiões do país em março deste ano.

Leia Também:  Diamantino:Prefeitura realiza calçamento, pontes, manilhamento e manutenção dos canteiros

A região Sudeste liderou, com a criação de 46.635 vagas formais, seguida pelas regiões Sul (+21.091 postos) e Centro Oeste (+2.264 postos).

A região Norte, por sua vez, fechou 231 vagas com carteira assinada em março, ao mesmo tempo em que foram registradas 13.608 demissões na região Nordeste.

Trabalho intermitente

Segundo o Ministério do Trabalho, foram realizadas 4.002 admissões, e 803 desligamentos , na modalidade de trabalho intermitente em março deste ano. Com isso, houve um saldo positivo de 3.199 empregos no período.

O trabalho intermitente ocorre esporadicamente, em dias alternados ou por algumas horas, e é remunerado por período trabalhado. A previsão do governo é que essa modalidade gere 2 milhões de empregos em 3 anos.

Foram registradas ainda, no mês passado, 6.851 admissões em regime de trabalho parcial e 3.658 desligamentos, gerando saldo positivo de 3.193 empregos.

Salário médio de admissão

O Ministério do Trabalho também informou que o salário médio de admissão foi de R$ 1.496,58 em março. Em termos reais (após a correção pela inflação), houve alta de 1,07%, ou R$ 15,78, no salário de admissão na comparação com fevereiro deste ano.

G1

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Cidades

“Gilmarmendelândia” : Cúpula política de MT lança novo distrito que pode se tornar cidade

Um evento de “grosso calibre” político marcou a manhã deste sábado (21) no interior de Mato Grosso. Autoridades de diversas esferas se reuniram para o lançamento oficial do distrito de “Gilmarlândia”, batizado em homenagem ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, este natural de Diamantino (a 182 km de Cuiabá).

O lançamento atendeu a um chamado direto do megaempresário do agronegócio Eraí Maggi. Através de um áudio, divulgado via WhatsApp, Eraí convocou as principais lideranças do estado para prestigiar o empreendimento, que já conta com planejamento e mapa definidos.

A lista de autoridades presentes no evento reflete a influência do homenageado e do organizador,. O vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e o secretário-chefe da Casa Civil, Fabio Garcia (União), e o deputado estadual Max Russi (PSB) já estavam no local do lançamento pela manhã. E aguardavam as chegadas do próprio ministro Gilmar Mendes e do governador Mauro Mendes (União).

ONDE FICA?

O novo distrito será situado após o Trevo da Libra, entre os municípios de Diamantino e Campo Novo do Parecis. O território é estratégico para o setor produtivo, sendo habitado em grande parte por funcionários dos grupos de Eraí e Blairo Maggi, que possuem extensas propriedades rurais na localidade.

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Laboratório da UFMT começa a fazer testes para Covid-19
Continue lendo

polícia

política

Cidades

ESPORTES

Saúde

É Direito

MAIS LIDAS DA SEMANA