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Balde Cheio em Diamantino ganha repercussão estadual

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Adesão do Governo Municipal de Diamantino ao projeto Balde Cheio vem mudando a vida do homem do campo, a repercussão chamou atenção do portal ‘Mais Mato Grosso’ do Governo do Estado.
O prefeito Juviano Lincoln garantiu ao firmar parceria com o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) que todo subsidio que propague o conhecimento para aprimorar os serviços em Diamantino tem o apoio da Prefeitura.

Exemplo do sucesso, o dono do sítio Tuiuiú, localizado na Bojuí, Astroelio Pereira dos Santos tem sua propriedade modelo, uma Unidade Demonstrativa (UD), local elogiado pelo engenheiro agrônomo Vilson Fernando Cubo Baratta, pelo técnico do Sebrae Lévender Mattos e pelo veterinário da Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente de Diamantino, Alexandre Batista Ferreira.

>> Leia abaixo a matéria do site ‘Mais Mato Grosso’

Agricultura familiar e o leite em Diamantino

Astroelio Pereira dos Santos é um produtor leiteiro e agricultor familiar de Diamantino. Astroelio aprendeu a trabalhar a terra desde cedo. Como todo produtor rural familiar, ele e sua família tiveram que ralar muito. “Para me encontrarem hoje aqui, nessa propriedade, eu com a minha família, foi uma luta da vida da gente, trabalhamos muito”, contou.
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O jeito como aprendeu a gerir a terra foi simples e rústico. “Toda a vida, meu trabalho foi na agricultura. Nunca saí da lavoura. Nascer e entender que você tem que plantar um pé de feijão, na mão, um pé de milho, na mão. Eu venho deste lado”, explicou Astroelio sobre a origem de sua instrução.

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O agricultor confessa que só com a chegada dos programas Balde Cheio e Kit Agricultura Familiar é que tomou conhecimento de quanto poderia aprender mais para melhorar seu trabalho. “Com a vinda do Balde Cheio é que eu comecei aprender, a aplicar o que a terra precisa para o fruto vir. Isso é uma coisa que eu estou vendo que já levei futuro, é uma realidade. Através deles que chegou até o ponto que está. Tem cana plantada, tem capim plantado, como que ficou a qualidade do capim”, confessou.

Os programas de incentivo ao produtor e agricultor familiar

Não há como negar que a tecnologia e o conhecimento só trazem benefícios para qualquer trabalho do homem, com a agricultura e a pecuária não são diferentes. Por este motivo, a transferência de conhecimento e insumos foi o caminho escolhido pelo Governo para incentivar na produção das empresas rurais familiares.
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O Kit Agricultura Familiar oferece insumos de qualidade superior aos agricultores e refina algumas técnicas de plantio com o intuito de alavancar a qualidade dos produtos finais, gerando um excedente que pode ser vendido, aumentando a renda familiar e tirando-a da condição de subsistência.

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Já o Balde Cheio transfere tecnologia e conhecimento aos produtores leiteiros de pequeno porte. O produtor recebe visitas e instruções de um técnico do Sebrae, que ensina o produtor sobre técnicas e métodos de cuidado com o gado, alimentação, cruzamento e zelo.

Os programas só funcionam com a colaboração dos produtores, que devem estar dispostos a aprender com os técnicos e a seguir os procedimentos apontados por eles. “Eu não sabia pedir uma análise de terra para saber o que a terra pede para produzir o fruto. Eu não sabia, jogava ai de qualquer jeito. Quantos milhos eu não joguei fora? Plantava e não colhia”, revelou o produtor.

Astroelio apontou para sua plantação de cana-de-açúcar e afirmou “é fruto do nosso trabalho, ali que começou a chegar o conhecimento, através do engenheiro agrônomo do programa que me trouxe conhecimento”.

Leia a matéria e veja o vídeo, acesse:www.maismatogrosso.com.br
Fonte: Assessoria de Imprensa com Mais Mato Grosso

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Agro Notícias

Safra de soja em MT chega a 51,56 milhões tonelada

O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgou os resultados da etapa soja do projeto Imea em Campo, que revisou para cima as estimativas da safra 2025/26 em Mato Grosso e passou a projetar produção recorde de 51,56 milhões de toneladas.

A nova projeção também elevou a produtividade média estadual para 66,03 sacas por hectare, patamar muito próximo do recorde da temporada anterior.

O levantamento foi realizado ao longo de 71 dias, com 34.880 quilômetros percorridos, 998 avaliações de campo e passagem por 103 municípios, cobrindo 97,92% da área total cultivada com soja no estado. O objetivo do projeto, realizado em parceria com a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) e o Instituto Mato-grossense do Agronegócio (Iagro MT), é ampliar a precisão das informações geradas a partir de observações in loco, reforçando a representatividade dos dados e a leitura regional das lavouras.

Com base nos resultados obtidos em campo, o Imea revisou a produtividade da soja em 9,23% ante a estimativa anterior, que era de 60,45 sacas por hectare. A área plantada também foi ajustada para 13,013 milhões de hectares, alta de 1,71% sobre a safra passada. Com isso, a produção estadual ficou estimada em 51,56 milhões de toneladas, volume 1,31% superior ao registrado no ciclo 2024/25.

Durante a apresentação, a equipe técnica destacou que a safra 2025/26 foi marcada por um cenário climático desafiador, com irregularidade das chuvas no início do plantio e, posteriormente, excesso de precipitações em algumas regiões durante a colheita. Ainda assim, as lavouras mantiveram desempenho satisfatório, apesar das incertezas observadas ao longo da temporada.

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Entre os fatores de atenção levantados pelo projeto, os grãos avariados tiveram peso relevante. Na comparação com a safra passada, houve aumento de 3,40% nas avaliações com esse tipo de ocorrência, o que, segundo a análise apresentada, limitou um avanço ainda maior da produtividade estadual.

No recorte regional, a região Norte apresentou o maior percentual de lavouras classificadas como excelentes, enquanto o Sudeste concentrou a maior parcela de áreas avaliadas como ruins. Já a região Oeste foi a principal responsável pelo incremento na produção, enquanto a Centro-Sul registrou a maior variação positiva de produtividade em relação à estimativa anterior.

O superintendente do Imea, Cleiton Gauer, ressaltou que o objetivo do projeto é consolidar um levantamento técnico, completo e representativo das condições das lavouras, oferecendo mais segurança para o mercado e para os agentes do setor.

“O diferencial do projeto está na apuração presencial, sem intermediários, diretamente no campo. É ir a campo e medir essas informações sem intermédio, sem interferência de ninguém. Isso dá mais garantia e maior acurácia a essas informações para que realmente a gente consiga quantificar e medir o tamanho da nossa produção mato-grossense”, afirmou o superintendente.

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Já o presidente da Aprosoja Mato Grosso, Lucas Costa Beber, destacou que informações mais próximas da realidade ajudam a balizar negociações, reduzem espaço para especulações e valorizam o trabalho do produtor rural.

“Essa apresentação mostra o trabalho dessa parceria. O Imea tem sido muito assertivo nos últimos anos nos números que tem trazido a nós, produtores, e ao mercado, trazendo mais seriedade e coerência nesse fornecimento de dados, que também interfere diretamente no dia a dia do produtor, principalmente na projeção de preços e no planejamento para as próximas safras”, explicou o presidente da Aprosoja MT.

Segunda safra de milho segue dependente do comportamento do clima

Além dos números da soja, o evento também apresentou um panorama inicial da segunda safra de milho. O Imea informou que 1,17 milhão de hectares foram semeados fora da janela ideal de plantio no estado. Apesar disso, a estimativa atual do cereal segue em 51,72 milhões de toneladas, com área de 7,39 milhões de hectares e produtividade projetada em 116,61 sacas por hectare. Segundo o instituto, o comportamento das chuvas nas próximas semanas será decisivo para a consolidação desse potencial.

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