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Meio Ambiente: “Juntos pelo Araguaia” quer recuperar 10 mil hectares degradados em MT e GO

Idealizado como o maior programa de revitalização da bacia hidrográfica do Araguaia, o projeto “Juntos pelo Araguaia” foi lançado na última quarta-feira (5) em Aragarças-GO, em cerimônia com a presença do Presidente Jair Bolsonaro, ministros e os governadores de Mato Grosso (Mauro Mendes) e Goiás (Ronaldo Caiado).

Ressaltando que a primeira missão do governo é “não atrapalhar quem quer produzir”, Bolsonaro afirmou que o empenho para revitalizar a bacia do Araguaia “é o maior exemplo que podemos dar ao mundo que estamos, sim, preocupados com o meio ambiente, mas também perfeitamente casados com a economia e com o que se desenvolve nesta região”.

De acordo com o Governo Federal, o projeto tocado em parceria com os governos de Mato Grosso e Goiás, vai promover a recomposição de áreas florestais, a preservação de nascentes e a conservação do solo e da água na bacia do Araguaia. A ideia é recuperar 10 mil hectares de áreas degradadas em 27 municípios. Doze deles estão em Mato Grosso: Alto Taquari, Alto Araguaia, Alto Garças, Araguainha, Ponte Branca, Ribeirãozinho, Torixoréu, Guiratinga, Pontal do Araguaia, Tesouro, General Carneiro, Barra do Garças.

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Na primeira etapa, segundo a Secretaria de Meio Ambiente de Mato Grosso, o objetivo será recompor as florestas protetoras de áreas de preservação permanente (APP´s) e manejar pastagens e atividades agropecuárias com tecnologias de agricultura de baixo carbono, bem como implantar sistemas agroflorestais nas zonas de recarga de aquíferos, nas cabeceiras e nos afluentes que formam o Rio Araguaia.

O programa para a revitalização do Araguaia foi inspirado na experiência do “Instituto Espinhaço” em Minas Gerais, onde conduziu o projeto “Semeando Florestas, colhendo águas na Serra do Espinhaço”. Este projeto atuou na reposição florestal com mudas nativas de 2500 hectares em 61 municípios. Além dos estudos para identificação das espécies mais indicadas, a projeto também se preocupou em selecionar árvores de maior valor agregado, garantindo novas alternativas de renda aos produtores.

Para o diretor de relações institucionais da Famato, José Luiz Fidelis, o “Juntos pelo Araguaia” é um programa interessante, que pode amenizar os custos dos produtores que vão precisar recompor áreas de preservação permanente das propriedades que estão no raio de atuação do projeto. É que quem fizer parte do programa, receberá as mudas e também a assistência técnica necessária para a recuperação da APP. O aporte previsto pelo governo, segundo Fidelis, chega a R$ 500 milhões. Porém, ele ressalta que por enquanto o programa tem apenas o “projeto básico”, o que impede um aprofundamento maior sobre o mesmo. A previsão, explica, é de que o “projeto executivo” seja apresentado entre dezembro deste ano e janeiro de 2020.

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Do agro ao petróleo: empresa arremata bloco de exploração em Nova Mutum

Uma empresa arrematou um bloco de exploração de petróleo e gás em Nova Mutum (MT) e iniciou os preparativos para testes em campo. A previsão é realizar cerca de 500 coletas de amostras entre junho e julho, como parte da fase inicial de análise do potencial da área.

O prefeito Leandro Félix informou que se reuniu nesta terça-feira (14) com representantes da Dillianz Petro, responsável pelo bloco, para alinhar os próximos passos do projeto.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, o gestor destacou que a iniciativa faz parte de um planejamento estratégico de crescimento do município. “É um momento muito importante para Nova Mutum. Estamos vivendo um planejamento bem definido de desenvolvimento e queremos avançar com esse projeto”, afirmou.

De acordo com a empresa, as coletas devem ocorrer em diferentes áreas do município, incluindo propriedades rurais. Por isso, a orientação é que produtores e proprietários estejam atentos à passagem das equipes nos próximos meses.

“Entre junho e julho, as equipes estarão em campo para realizar as coletas. É uma etapa fundamental para entender o potencial da região”, explicou o prefeito.

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Ainda segundo a gestão municipal, o projeto pode representar uma mudança no perfil econômico da cidade, tradicionalmente baseada no agronegócio. A expectativa é que a possível exploração de petróleo e gás atraia investimentos, gere empregos e abra novas oportunidades.

Apesar do avanço, esta fase ainda é inicial e voltada à coleta de dados técnicos. A exploração comercial dependerá dos resultados das análises e do cumprimento das etapas de licenciamento ambiental e viabilidade econômica. Veja abaixo o vídeo divulgado pelo prefeito:

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