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Conab levanta dados da safra no estado e estima aumento de 8% na produção – leia

Conab deve ratificar a produção recorde de milho em Mato Grosso que deve ficar em 34 milhões de toneladas do cereal na 2ª safra

Técnicos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estão trabalhando em um levantamento para atualizar a pesquisa da safra de grãos em Mato Grosso. A equipe vai encerrar os trabalhos nesta sexta (28) e deve ratificar a produção recorde de milho 2ª safra no estado, estimada em 34 milhões de toneladas do cereal.

Hoje, o estado é o maior produtor de milho do país, sendo responsável por 45% do total produzido. Em função do afastamento social imposto pela Covid-19, todo o trabalho de levantamento das informações é realizado remotamente, com apoio da rede de informantes.

Estão sendo analisados informações sobre as safras de milho, soja, feijão, algodão, girassol, gergelim, mamona e arroz, com foco na colheita e comercialização. O resultado deste trabalho será divulgado em 10 de setembro, no anúncio do 12º Levantamento da Safra de Grãos e Fibras.

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A apuração dos dados envolve contato com analistas, escritórios de assessoria técnica, produtores e revendas de insumos em 77 municípios com maior produção agrícola no estado.

O objetivo é a coleta de informações sobre as questões fitotécnicas e de mercado que influenciam a produção, tais como área plantada, perspectivas de produtividade, influência climática, ataque de pragas e doenças, colheita, comercialização e demais dados relativos às culturas pesquisadas.

Aumento de 8% na produção 

Estimulados pela boa rentabilidade do milho e da soja na última safra, os produtores brasileiros vão aumentar a área dessas culturas no período de 2020/21. Segundo dados da Conab, o país deve colher 278,7 milhões de toneladas de grãos.

É um aumento de 8% e o cálculo ainda considera as previsões climática e imagens de satélites. Esse volume representa a produção de 15 grãos, sendo que milho, soja, algodão, arroz e feijão participam com 95% do total.

Os dados divulgados são parte das perspectivas para a agropecuária para safra 2020/21, divulgadas na terça (25) pela Conab.

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A safra de soja é prevista em 133,5 milhões de toneladas e a de milho, em 112,9 milhões de toneladas no próximo ano. A projeção de aumento da colheita da soja decorre da expectativa de melhor produtividade, que pode chegar a 3.526 quilos por hectare, e também da ampliação na área, estimada em 3% – atingiria 37,86 milhões de hectares. O avanço do grão ocorre principalmente em áreas de pastos degradados, de renovação de cana-de-açúcar e também há casos de troca de cultura.

 

 

Fonte: RD News

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Agro Notícias

STF mantém prisão de dupla acusada de furtar R$ 800 mil em soja em MT

Dois homens apontados como integrantes de um esquema de furto de soja em Mato Grosso seguem presos após decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), que negou pedido de habeas corpus e manteve a prisão preventiva da dupla investigada por um prejuízo superior a R$ 800 mil envolvendo o desvio de oito carretas de grãos.

A decisão foi publicada na última segunda-feira (27) e confirma o entendimento das instâncias anteriores de que há elementos suficientes para sustentar a manutenção da custódia cautelar, diante da suspeita de atuação estruturada em organização criminosa voltada ao furto de cargas no estado.

De acordo com as investigações, os suspeitos Guilherme Justmann Fobrich e Jorciney Nascimento Silva teriam papéis definidos dentro do esquema. Jorciney seria responsável pelo transporte das cargas furtadas, atuando como motorista, enquanto Guilherme é apontado como o articulador do grupo, responsável pela logística e pelo contato com demais envolvidos na operação.

O caso tramita também na 2ª Vara Criminal de Barra do Garças e descreve uma atuação coordenada, com divisão de funções e planejamento para a subtração das cargas de soja. Ao todo, foram oito carretas desviadas, gerando prejuízo estimado em mais de R$ 800 mil.

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Ao analisar o pedido da defesa, o ministro Cristiano Zanin entendeu que não havia ilegalidade flagrante na prisão e destacou ainda que o caso não poderia avançar naquele momento no STF por questões processuais, já que não houve análise prévia pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), o que configuraria supressão de instância.

A defesa dos investigados alegou falta de fundamentação na decisão que decretou a prisão preventiva e sustentou que ambos possuem residência fixa e ocupação lícita, pedindo a substituição por medidas cautelares. Os argumentos, no entanto, foram rejeitados.

Na decisão, Zanin reforçou que a existência de condições pessoais favoráveis não é suficiente para revogar a prisão quando há elementos que apontam risco à ordem pública. Ele também destacou que a prisão preventiva pode ser mantida como forma de interromper a atuação de suposta organização criminosa, caso haja indícios consistentes da prática reiterada de crimes.

Com a decisão, os investigados permanecem presos enquanto o processo segue tramitando nas instâncias competentes.

Fonte Folhamax

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