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Saúde

Saiu na TV Centro América: Regional de Colíder não tem UTI e municípios vizinhos não fazem dever de casa

A TV Centro América afiliada à rede Globo de comunicação no estado de Mato Grosso, no fim da tarde desta quinta-feira,19, relatou o caso de uma paciente regulada por Nova Santa Helena que teria sido encaminhada daquele município com sintomas graves da Covid 19.

A apresentadora do Jornal MT TV segunda edição na chamada da matéria diz, “sem leitos de UTI e com enfermarias lotadas o Hospital Regional de Colíder entra em colapso”.
De acordo com a repórter de Sinop, na noite de quarta-feira,17, após cinco horas dentro de uma ambulância, foi necessário uma enfermeira chamar a polícia para acalmar os ânimos e internar a paciente que chegou em estado grave de outro município.

Ainda na matéria é possível ver várias ambulâncias de outros municípios com os pacientes todos ainda sendo atendidos nos veículos, pois o Regional está lotado. Letícia Borsari ainda relata que são 16 leitos de UTI e no momento todos estão ocupados.

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Em Nota a Secretaria Estadual de Saúde disse que nas próximas semanas deve abrir 10 leitos de UTI e 29 leitos de enfermaria.

O que também assusta é que 137 pessoas aguardam por leitos de UTI em Mato Grosso e os municípios de Nova Canaã do Norte, Marcelândia e Itaúba que pertencem ao Consórcio Regional de Saúde, não estão fazendo o dever de casa, pois estão classificados em risco alto e continuam enviando seus doentes já agravados para Colíder que se encontra em risco moderado.

Na manhã desta quinta-feira alguns vereadores de Colíder se reuniram com o prefeito de Colíder, Hemerson Máximo, Maninho, para cobrar um decreto com medidas mais duras, que segundo os parlamentares deverão serem impostas ao comércio e a comunidade, com fechamento de ambientes públicos, visitação e fiscalização às empresas, aplicação de multas e submissão aos protocolos da OMS.

De acordo com a assessoria da prefeitura de Colíder, o prefeito está tomando todas as medidas necessárias no enfrentamento à Covid 19, através de ações conjuntas entre a secretária de saúde e demais secretarias municipais.
Dentre as ações destacam-se, a divulgação nos meios de comunicação de conscientização para que a população siga com a prevenção, o atendimento centralizado em horário diferenciado do Centro de Atendimento à Covid, no PSF da Torre, das 07:00 às 19:00 horas, sem parada para o almoço, criação do Comitê de Enfrentamento, reunião com entidades civis organizadas para tomada de decisões e o mutirão Cidade Limpa que acontece simultaneamente com o combate ao mosquito causador de doenças como a dengue.

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A assessoria afirmou ainda que Colíder busca apoio regional dos outros prefeitos e autoridades estaduais para solucionar os problemas relacionados a pandemia, e que de forma equilibrada e harmônica promoverá ações que não prejudiquem a economia e previnam precocemente o caos na saúde pública do município.

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Saúde

MT deve registrar 520 novos casos de câncer colorretal por ano até 2028

O mês de março é tomado pela cor azul-marinho com o objetivo de alertar toda a sociedade para o câncer colorretal (intestino e reto), um dos tumores mais incidentes e uma das maiores taxas de mortalidade do país, que deve registrar 26.270 novos casos da doença por ano no triênio de 2026-2028.

Só em Mato Grosso, são estimados 520 novos casos anuais deste tipo de neoplasia no mesmo período, conforme estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Diante desse cenário, durante o mutirão do “Dia E – Ebserh em Ação”, vinculado ao programa “Agora Tem Especialistas”, do Ministério da Saúde (MS), o Hospital Universitário Júlio Müller, da Universidade Federal de Mato Grosso (HUJM-UFMT), administrado pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), alerta para importância de exames de colonoscopia.

A iniciativa também faz parte do “Março Azul-Marinho”, uma campanha de conscientização sobre a prevenção e o combate ao câncer colorretal. Durante o mutirão, realizado neste dia 21, caso seja identificada alguma doença durante os exames, os pacientes passam a ser acompanhados pelo serviço de coloproctologia.

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“Realizamos uma consulta de triagem no dia do mutirão e depois realizaremos consulta dando o feedback sobre o resultado do exame e seguimento”, disse a residente R5 de Coloproctologia, Maristella Nery.

O QUE É – O câncer colorretal é um tumor maligno que se desenvolve no intestino grosso (cólon) e no reto. Atualmente, já figura como o segundo tipo de tumor mais frequente entre homens e mulheres no Brasil, quando excluídos os casos de câncer de pele não melanoma.

Coloproctologista Mardem Machado de Souza, do HUJM-UFMT, alerta que a associação de sangramento nas fezes e alterações no hábito intestinal é o alerta mais comum. No entanto, dores abdominais, perda de peso, anemia e sensação de evacuação incompleta também devem ser investigadas. “Quanto mais cedo se diagnostica, menor o risco de disseminação do tumor e maiores as chances de oferecer um tratamento efetivo e definitivo, com elevadas taxas de cura”, frisou.

O especialista informa ainda que, embora existam métodos como a pesquisa de sangue oculto nas fezes e exames parciais do intestino, a colonoscopia é considerada o exame mais completo para detecção do câncer colorretal. O procedimento permite avaliar todo o intestino grosso, retirar lesões precursoras, biopsiar tumores e até retirar lesões malignas iniciais.

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Também a maioria dos cânceres do intestino grosso e reto surge a partir de pólipos adenomatosos, que se assemelham a pequenas verrugas e podem evoluir para câncer após sete a dez anos, caso ocorram alterações genéticas.

As diretrizes internacionais recomendam o início do rastreamento a partir dos 45 anos para pessoas sem fatores de risco. Para quem possui histórico familiar, o exame é indicado a partir dos 40 anos ou dez anos antes da idade em que o familiar de primeiro grau recebeu o diagnóstico.

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