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Saúde

MT Hemocentro intensifica agenda de coletas de sangue no mês de outubro

Além das coletas itinerantes, sede do MT Hemocentro, em Cuiabá, continuará recebendo doações

Com a proposta de intensificar as coletas para repor e manter o estoque do banco de sangue público do Estado, o MT Hemocentro realizará, no mês de outubro, diversas ações voltadas para a doação voluntária de sangue, além das coletas de rotina realizadas pela entidade.

“Neste mês de outubro ocorrerão ações internas e externas por meio das nossas unidades móveis Hemobus, carreta e caminhão. O objetivo é alcançar as pessoas interessadas na doação voluntária de sangue. Desta forma atingimos nossa missão que é ajudar a salvar vidas, pois nossas bolsas de sangue vão para os hospitais públicos do Estado e também colaboram para os pacientes que tratam as doenças de sangue no Hemocentro”, diz a diretora do Banco de Sangue, Gian Carla Zanela.

Entre os dias 02 e 06 de outubro, as unidades móveis do Hemocentro farão ações de coletas de sangue no interior do Estado. O caminhão itinerante estará em Jangada e a carreta da unidade de saúde estará no Escritório Regional de Rondonópolis por meio do projeto da SES Ir para Incluir.

Enquanto isso, em Cuiabá, a equipe do setor de Captação do Hemocentro realizará, na quarta-feira (04), uma palestra para os alunos do colégio Coração de Jesus.

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Engajados na missão de ajudar o Hemocentro a salvar vidas, os soldados do 44º Batalhão de Infantaria Motorizado farão, na sexta-feira (06), uma campanha de doação voluntária de sangue na unidade gerida pela SES.

As campanhas externas retornam entre o dia 09 e 11 de outubro, período em que o caminhão do banco de sangue estará no Hospital Metropolitano, em Várzea Grande. Já no dia 10, o hemobus estará no colégio Coração de Jesus para coleta de sangue.

Outras agendas

As ações da segunda quinzena de outubro iniciam no dia 16, com o Encontro da Hemorrede-MT. O evento será realizado até o dia 20, no auditório do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE), localizado no Centro Político Administrativo, em Cuiabá.

Após o encontro, a unidade de saúde segue com as agendas externas. Desta vez, as equipes de coleta estarão com o caminhão no Multiação, que ocorrerá no dia 21, em Tangará da Serra. Já dos 23 a 27, a carreta do Hemocentro estará em Cáceres, por meio da iniciativa da SES Ir para Incluir.

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No dia 27, os moradores do Alphaville doarão sangue no Caminhão da unidade.  Já no dia 28 o Hemobus estará no Multiação do Barralcaool, em Barra do Bugres, e, no dia 30, o caminhão do banco de sangue encerra as atividades de outubro em Nova Mutum.

Serviço

Durante o mês de outubro, o MT Hemocentro segue realizando coletas na sede da unidade. As doações podem ser agendadas por este link ou por meio dos telefones (65) 3623-0044 (Ramal 221 e 222) e WhatsApp (65) 98433-0624.

A sede do MT Hemocentro está localizada na Rua 13 de Junho, nº 1.055, Centro Sul, Cuiabá. O funcionamento regular da unidade ocorre de segunda a sexta-feira, de 7h30 às 17h30.

O MT Hemocentro é coordenador e referência em hematologia e hemoterapia em Mato Grosso e atende à demanda sanguínea dos prontos-socorros de Cuiabá e de Várzea Grande, do Hospital Universitário Júlio Müller, do Hospital Municipal São Benedito e do Hospital Metropolitano de Várzea Grande. A unidade também é suporte para as 14 unidades de coleta e transfusão e 26 agências transfusionais distribuídas nas microrregiões de saúde que fazem parte da hemorrede estadual.

Fernanda Nazário | SES-MT

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Saúde

MT deve registrar 520 novos casos de câncer colorretal por ano até 2028

O mês de março é tomado pela cor azul-marinho com o objetivo de alertar toda a sociedade para o câncer colorretal (intestino e reto), um dos tumores mais incidentes e uma das maiores taxas de mortalidade do país, que deve registrar 26.270 novos casos da doença por ano no triênio de 2026-2028.

Só em Mato Grosso, são estimados 520 novos casos anuais deste tipo de neoplasia no mesmo período, conforme estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Diante desse cenário, durante o mutirão do “Dia E – Ebserh em Ação”, vinculado ao programa “Agora Tem Especialistas”, do Ministério da Saúde (MS), o Hospital Universitário Júlio Müller, da Universidade Federal de Mato Grosso (HUJM-UFMT), administrado pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), alerta para importância de exames de colonoscopia.

A iniciativa também faz parte do “Março Azul-Marinho”, uma campanha de conscientização sobre a prevenção e o combate ao câncer colorretal. Durante o mutirão, realizado neste dia 21, caso seja identificada alguma doença durante os exames, os pacientes passam a ser acompanhados pelo serviço de coloproctologia.

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“Realizamos uma consulta de triagem no dia do mutirão e depois realizaremos consulta dando o feedback sobre o resultado do exame e seguimento”, disse a residente R5 de Coloproctologia, Maristella Nery.

O QUE É – O câncer colorretal é um tumor maligno que se desenvolve no intestino grosso (cólon) e no reto. Atualmente, já figura como o segundo tipo de tumor mais frequente entre homens e mulheres no Brasil, quando excluídos os casos de câncer de pele não melanoma.

Coloproctologista Mardem Machado de Souza, do HUJM-UFMT, alerta que a associação de sangramento nas fezes e alterações no hábito intestinal é o alerta mais comum. No entanto, dores abdominais, perda de peso, anemia e sensação de evacuação incompleta também devem ser investigadas. “Quanto mais cedo se diagnostica, menor o risco de disseminação do tumor e maiores as chances de oferecer um tratamento efetivo e definitivo, com elevadas taxas de cura”, frisou.

O especialista informa ainda que, embora existam métodos como a pesquisa de sangue oculto nas fezes e exames parciais do intestino, a colonoscopia é considerada o exame mais completo para detecção do câncer colorretal. O procedimento permite avaliar todo o intestino grosso, retirar lesões precursoras, biopsiar tumores e até retirar lesões malignas iniciais.

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Também a maioria dos cânceres do intestino grosso e reto surge a partir de pólipos adenomatosos, que se assemelham a pequenas verrugas e podem evoluir para câncer após sete a dez anos, caso ocorram alterações genéticas.

As diretrizes internacionais recomendam o início do rastreamento a partir dos 45 anos para pessoas sem fatores de risco. Para quem possui histórico familiar, o exame é indicado a partir dos 40 anos ou dez anos antes da idade em que o familiar de primeiro grau recebeu o diagnóstico.

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