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Saúde

Caso de malária em Diamantino preocupa responsávei pela saúde na região

Um caso confirmado de malária em Diamantino, acendeu o sinal de alerta nas autoridades de saúde pública de Mato Grosso. A confirmação foi feita por órgãos de vigilância epidemiológica, que agora monitoram a situação para evitar novos registros da doença na região.

A paciente é uma mulher de idade não informada, mas o médico, Dr. Demétrio que teve o primeiro contato com a paciente nos conta que ela estava trabalhando em uma fazenda na divisa de Matogrosso com o Pará e lá começou a passar mal e veio a Diamantino essa semana em busca de cuidados.

Os exames apontaram para positivo da presença do ” Plasmodium Falcíparum”, parasita que carrega a malária através do mosquito Anopheles. Sua ocorrência em áreas como Diamantino, fora da zona tradicional de maior incidência, preocupa especialistas.

Dr. Demétrio diz que há pelo menos 30 anos não se ouve falar de malária na região e até por esse motivo o Pronto Atendimento não tem a medicação específica para o caso. Sendo assim, a paciente foi regulada para o Hospital Julio Muller em Cuiabá onde receberá o tratamento adequado por estar com a forma grave da doença.

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A Secretaria Municipal de Saúde já iniciou ações de investigação do caso, busca ativa de possíveis infectados e medidas de prevenção, como orientações à população sobre sintomas, uso de repelentes e eliminação de criadouros do mosquito transmissor. Profissionais de saúde também estão sendo orientados a ficarem atentos para diagnóstico precoce.

Entre os principais sintomas da malária estão: febre alta, calafrios, dor de cabeça, fadiga e sudorese intensa. O diagnóstico rápido e o tratamento adequado são essenciais para evitar complicações graves e até a morte.

A Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES-MT) acompanha a situação e reforça a importância da vigilância ativa e da notificação imediata de qualquer caso suspeito da doença.

A confirmação reforça a necessidade de atenção redobrada mesmo em áreas consideradas de baixo risco, já que o avanço da malária pode representar um sério desafio à saúde pública estadual.

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Saúde

MT deve registrar 520 novos casos de câncer colorretal por ano até 2028

O mês de março é tomado pela cor azul-marinho com o objetivo de alertar toda a sociedade para o câncer colorretal (intestino e reto), um dos tumores mais incidentes e uma das maiores taxas de mortalidade do país, que deve registrar 26.270 novos casos da doença por ano no triênio de 2026-2028.

Só em Mato Grosso, são estimados 520 novos casos anuais deste tipo de neoplasia no mesmo período, conforme estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Diante desse cenário, durante o mutirão do “Dia E – Ebserh em Ação”, vinculado ao programa “Agora Tem Especialistas”, do Ministério da Saúde (MS), o Hospital Universitário Júlio Müller, da Universidade Federal de Mato Grosso (HUJM-UFMT), administrado pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), alerta para importância de exames de colonoscopia.

A iniciativa também faz parte do “Março Azul-Marinho”, uma campanha de conscientização sobre a prevenção e o combate ao câncer colorretal. Durante o mutirão, realizado neste dia 21, caso seja identificada alguma doença durante os exames, os pacientes passam a ser acompanhados pelo serviço de coloproctologia.

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“Realizamos uma consulta de triagem no dia do mutirão e depois realizaremos consulta dando o feedback sobre o resultado do exame e seguimento”, disse a residente R5 de Coloproctologia, Maristella Nery.

O QUE É – O câncer colorretal é um tumor maligno que se desenvolve no intestino grosso (cólon) e no reto. Atualmente, já figura como o segundo tipo de tumor mais frequente entre homens e mulheres no Brasil, quando excluídos os casos de câncer de pele não melanoma.

Coloproctologista Mardem Machado de Souza, do HUJM-UFMT, alerta que a associação de sangramento nas fezes e alterações no hábito intestinal é o alerta mais comum. No entanto, dores abdominais, perda de peso, anemia e sensação de evacuação incompleta também devem ser investigadas. “Quanto mais cedo se diagnostica, menor o risco de disseminação do tumor e maiores as chances de oferecer um tratamento efetivo e definitivo, com elevadas taxas de cura”, frisou.

O especialista informa ainda que, embora existam métodos como a pesquisa de sangue oculto nas fezes e exames parciais do intestino, a colonoscopia é considerada o exame mais completo para detecção do câncer colorretal. O procedimento permite avaliar todo o intestino grosso, retirar lesões precursoras, biopsiar tumores e até retirar lesões malignas iniciais.

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Também a maioria dos cânceres do intestino grosso e reto surge a partir de pólipos adenomatosos, que se assemelham a pequenas verrugas e podem evoluir para câncer após sete a dez anos, caso ocorram alterações genéticas.

As diretrizes internacionais recomendam o início do rastreamento a partir dos 45 anos para pessoas sem fatores de risco. Para quem possui histórico familiar, o exame é indicado a partir dos 40 anos ou dez anos antes da idade em que o familiar de primeiro grau recebeu o diagnóstico.

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