Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Saúde

Mato Grosso tem nove mortes sob investigação por suspeita de H1N1

Mato Grosso já tem 13 notificações de mortes por H1N1, também conhecida como gripe A, desde o início deste ano. Segundo dados da Secretaria estadual de Saúde (SES), três dos casos foram descartados, um foi confirmado e nove seguem sob investigação e aguardam resultado de exames para confirmar a associação com a doença.

Até o momento, a única morte pela doença confirmada foi registrada em Cuiabá, sendo a vítima um idoso de 73 anos, que passou nove dias internado em um hospital da capital, no mês de fevereiro. Cuiabá também é a cidade que mais possui casos suspeitos de H1N1, com 27 notificações registradas até o dia 6 de abril.

Ainda segundo o balanço estadual, 84 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), que apenas são confirmados como casos de de influenza H1N1 após a investigação laboratorial. Desse total, apenas o caso registrado na capital foi confirmado como da gripe A. Outros sete casos foram descartados, um segue inconcluso e 75 estão sob investigação em todo o estado.

Leia Também:  CONFIRA O BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO DIAMANTINO (15/04/2021)

Além da capital, possuem casos de gripe A sob investigação os municípios de Rondonópolis (23), Primavera do Leste (02), Pontes de Lacerda (02), Várzea Grande (05), Rosário Oeste (01), Nova Bandeirantes (01), Campo Novo do Parecis (01), Sorriso (01), Araputanga (01), Alto Garça (01), Barra do Garças (01), Alta Floresta (01), Campos de Júlio (01), Guarantã do Norte (03), Cáceres (03), Itiquira (01), Jaciara (01), Tesouro (02), Glória d’Oeste (01) e Colider (01).

Segundo a SES, outros cinco casos que foram notificados no estado tratam-se de pessoas que chegaram em Mato Grosso ou passaram pelo estado durante viagem. Um dos casos foi de uma pessoa que veio dos Estados Unidos, outra de Vilhena (RO) e duas de Curitiba (PR).

Outros anos
De acordo com o governo do estado, os registros da gripe A passaram a ser notificados no estado a partir de 2009, quando ocorreu a pandemia no país. Na ocasião, foram confirmados 196 casos da doença no estado, número que diminuiu ao longo dos anos seguintes.

Leia Também:  Cientista brasileiro envia 'minicérebros' para o espaço para desvendar reação das células

Em 2010, apenas um caso foi confirmado; em 2012, 11 pessoas tiveram a doença em Mato Grosso; em 2013, foram quatro casos confirmados e, em 2014, foram 44 casos da doença registrados. Nos anos de 2011 e 2015, nenhum caso de gripe A foi confirmado no estado.

G1

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Saúde

MT deve registrar 520 novos casos de câncer colorretal por ano até 2028

O mês de março é tomado pela cor azul-marinho com o objetivo de alertar toda a sociedade para o câncer colorretal (intestino e reto), um dos tumores mais incidentes e uma das maiores taxas de mortalidade do país, que deve registrar 26.270 novos casos da doença por ano no triênio de 2026-2028.

Só em Mato Grosso, são estimados 520 novos casos anuais deste tipo de neoplasia no mesmo período, conforme estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Diante desse cenário, durante o mutirão do “Dia E – Ebserh em Ação”, vinculado ao programa “Agora Tem Especialistas”, do Ministério da Saúde (MS), o Hospital Universitário Júlio Müller, da Universidade Federal de Mato Grosso (HUJM-UFMT), administrado pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), alerta para importância de exames de colonoscopia.

A iniciativa também faz parte do “Março Azul-Marinho”, uma campanha de conscientização sobre a prevenção e o combate ao câncer colorretal. Durante o mutirão, realizado neste dia 21, caso seja identificada alguma doença durante os exames, os pacientes passam a ser acompanhados pelo serviço de coloproctologia.

Leia Também:  Mais um paciente morre em Mato Grosso com suspeita de H1N1

“Realizamos uma consulta de triagem no dia do mutirão e depois realizaremos consulta dando o feedback sobre o resultado do exame e seguimento”, disse a residente R5 de Coloproctologia, Maristella Nery.

O QUE É – O câncer colorretal é um tumor maligno que se desenvolve no intestino grosso (cólon) e no reto. Atualmente, já figura como o segundo tipo de tumor mais frequente entre homens e mulheres no Brasil, quando excluídos os casos de câncer de pele não melanoma.

Coloproctologista Mardem Machado de Souza, do HUJM-UFMT, alerta que a associação de sangramento nas fezes e alterações no hábito intestinal é o alerta mais comum. No entanto, dores abdominais, perda de peso, anemia e sensação de evacuação incompleta também devem ser investigadas. “Quanto mais cedo se diagnostica, menor o risco de disseminação do tumor e maiores as chances de oferecer um tratamento efetivo e definitivo, com elevadas taxas de cura”, frisou.

O especialista informa ainda que, embora existam métodos como a pesquisa de sangue oculto nas fezes e exames parciais do intestino, a colonoscopia é considerada o exame mais completo para detecção do câncer colorretal. O procedimento permite avaliar todo o intestino grosso, retirar lesões precursoras, biopsiar tumores e até retirar lesões malignas iniciais.

Leia Também:  Ministro assina portaria que inclui no SUS remédio para tratar Atrofia Muscular Espinhal (AME)

Também a maioria dos cânceres do intestino grosso e reto surge a partir de pólipos adenomatosos, que se assemelham a pequenas verrugas e podem evoluir para câncer após sete a dez anos, caso ocorram alterações genéticas.

As diretrizes internacionais recomendam o início do rastreamento a partir dos 45 anos para pessoas sem fatores de risco. Para quem possui histórico familiar, o exame é indicado a partir dos 40 anos ou dez anos antes da idade em que o familiar de primeiro grau recebeu o diagnóstico.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

polícia

política

Cidades

ESPORTES

Saúde

É Direito

MAIS LIDAS DA SEMANA